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publicado às 18:17

Portugal abolió la censura tras la revolución de abril de 1974. Treinta y siete años después, los responsables de La hija rebelde, obra teatral que deja malparado al último jefe de la PIDE, la funesta policía política de la dictadura salazarista, están en el banquillo de los acusados del Tribunal Criminal de Lisboa, en un juicio por difamación y "ofensa a la memoria" del mayor Fernando Silva Pais (1905-1981). Los autores de la demanda son dos sobrinos del jefe policial fallecido, Berta María y Carlos Alberto Silva Pais. El proceso, de poca repercusión en Portugal, ha indignado a intelectuales y artistas de la península Ibérica que han expresado su solidaridad a las víctimas de este atentado a la libertad de expresión.

 

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publicado às 22:46


#866 - 'Ode Marítima' em destaque no Festival de Avignon

por Carlos Pereira \foleirices, em 10.07.09

 

A dramatização da Ode Marítima de Fernando Pessoa, encenada por Claude Régy, será um dos momentos altos da edição de 2009 do Festival de Avignon, considerado o maior acontecimento da vida teatral francesa, que começou terça-feira e decorre até dia 29. Para Hortense Archambault e Vincent Baudriller, directores do Festival, Claude Régy vai a Avignon apresentar uma das grandes obras poéticas do Século XX. Conhecido por mostrar a criação contemporânea francesa e estrangeira em matéria de Teatro e Dança, o Festival de Avignon, criado em 1947 por Jean Vilar, conta com um orçamento que ronda os 10 milhões de euros, ocupa 600 funcionários e tem uma audiência que costuma ultrapassar as 130 mil pessoas. (fonte: Correio do Minho)

 

Post retirado do blog Mundo Pessoa

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publicado às 01:02


Inédito - os "Comodeantes" de Quiantandona, Penafiel

por Carlos Pereira \foleirices, em 06.11.08

Dos campos para o palco do teatro

São agricultores, costureiras e domésticas no dia-a--dia, mas, de tempos a tempos, sobem ao palco e durante umas horas passam a ser actores e tudo o que não podem ser na vida normal.


Estamos no propalado Portugal profundo e é aí que reside a companhia ‘ComoDEantes’, em Quiantandona,Penafiel, uma das aldeias preservadas de Portugal. Até o presidente, Cavaco Silva, numa das presidências abertas, já por ali passou e não lhes poupou elogios.

O CM assistiu, anteontem, a uma actuação deste grupo de vinte actores. A peça em cena é ‘Eu voo para a América’. É ao ar livre. Faz frio, muito frio. Mas quem gosta aguenta e o espectáculo, de tão genuíno, deixa a sua indelével marca. Assistimos a uma história em que a ganância é a força motriz para que os acontecimentos se sucedam e tem origem nas mais entranhadas histórias populares portuguesas.

"É uma história que a minha avó com 85 anos diz que a sua avó lhe contava e remonta ao séc. XVIII, quando começaram a surgir os primeiros engenhocas a tentar construir aviões. É originária da zona de Vila Nova, Marco de Canaveses", contou ao CM o único profissional da companhia, Pedro Soares, no papel de encenador.

"Começo por juntar o grupo à volta de um gravador e conto uma história. Todos vão participando e acrescentando outras histórias paralelas, que têm raízes na cultura tradicional, até termos a história", afirmou o encenador.

O fim da história não se deve já contar, mas nesta peça, que até tem um coro como nas tragédias gregas, não há propriamente um final feliz.

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publicado às 16:55


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