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 Manuel Aires Mateus, arquitecto, é o vencedor do Prémio Pessoa 2017.

 

O Prémio Pessoa é concedido anualmente à pessoa de nacionalidade portuguesa que durante esse período e na sequência de uma atividade anterior tiver sido protagonista de uma intervenção particularmente relevante e inovadora na vida artística, literária ou científica do País. Esta é a 31.ª edição do Prémio Pessoa, uma iniciativa anual do jornal Expresso, com o patrocínio da Caixa Geral de Depósitos e tem o valor de 60.000 euros.

De acordo com o comunicado emitido pelo júri,  constituído por Francisco Pinto Balsemão (Presidente), Emídio Rui Vilar (Vice-Presidente), Ana Pinho, António Barreto, Clara Ferreira Alves, Diogo Lucena, Eduardo Souto de Moura, José Luís Porfírio, Maria Manuel Mota, Pedro Norton, Rui Magalhães Baião e Rui Vieira Nery  "a sua arquitetura é moderna, abstrata e contemporânea, mas parte de uma recolha de formas e materiais vernaculares portugueses, que integra de um modo exemplar. A construção de formas e volumes é feita com um caráter inovador, por subtração de matéria, esculpindo vazios, contrariando assim o sentido clássico do projetar. Na obra doméstica e na recuperação de edifício é raro provocar ruturas, mas não cede a mimetismos fáceis, conseguindo estabelecer uma continuidade entre passado e atualidade."

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publicado às 17:13


#2116 - Prémio Pessoa 2016

por Carlos Pereira \foleirices, em 09.12.16

 FERDERICO LOURENÇO

 

 

Professor universitário, Frederico Lourenço, conhecido como o tradutor da Bíblia e dos grandes clássicos gregos, foi escolha do júri

Reunido em Seteais, o Júri do Prémio Pessoa 2016, constituído por Francisco Pinto Balsemão (presidente), António Domingues (vice-presidente), António Barreto, Clara Ferreira Alves, Diogo Lucena, José Luís Porfírio, Maria Manuel Mota, Maria de Sousa, Pedro Norton, Rui Magalhães Baião e Viriato Soromenho-Marques, decidiu atribuir o Prémio Pessoa 2016 a Frederico Lourenço.

Frederico Lourenço nasceu em Lisboa, em 1963. Obteve a sua Licenciatura e o seu Doutoramento em Línguas e Literaturas Clássicas na Universidade de Lisboa, tendo lecionado também nessa Universidade, entre 1988 e 2009, antes de assumir o lugar de professor associado da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

O seu percurso profissional e criativo, assinalado pela significativa e abundante bibliografia, é caracterizado pela variedade de interesses e realizações que incluem, para além da centralidade dos estudos clássicos, a música, o romance, a poesia, o teatro, o ensaio, os estudos bizantinos, a germanística e a história da dança. O traço mais singular da sua atividade reside no modo como, ao longo de quase duas décadas, Frederico Lourenço tem vindo a oferecer à língua portuguesa as grandes obras da literatura clássica. Através de um trabalho metódico, revelador de uma ambição servida por rara erudição, Frederico Lourenço traduziu, com rigor, as obras fundamentais de Homero, a Ilíada e a Odisseia, bem como duas tragédias de Eurípedes, Hipólito e Íon. O desejo de disseminar a grande cultura clássica junto do público manifestou-se também na adaptação para jovens das referidas obras de Homero.

Em 2016, Frederico Lourenço publicou o primeiro volume, de um total de seis, do seu mais recente e ambicioso projeto, que se estenderá até 2020: a tradução integral da Bíblia para português a partir das fontes gregas, e respeitando elevados critérios de integração contextual, histórica e linguística, deste livro maior de ressonância universal em toda a história humana.

 

In "Diário de Notícias"

 

 

 

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publicado às 21:51


#1554 - Prémio Pessoa 2011

por Carlos Pereira \foleirices, em 17.12.11

 

O filósofo e ensaísta Eduardo Lourenço foi hoje distinguido com o Prémio Pessoa que desde 1987 premeia figuras com um papel relevante nas áreas da cultura e da ciência.

 

O anúncio foi feito, como habitualmente, no Palácio de Seteais em Sintra por Francisco Pinto Balsemão, que preside ao júri também constituído por Fernando Faria de Oliveira (Vice-Presidente), António Barreto, Clara Ferreira Alves, Diogo Lucena, João Lobo Antunes, José Luís Porfírio, Maria de Sousa, Mário Soares, Miguel Veiga e Rui Magalhães Baião.

 

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publicado às 17:53


Prémio Pessoa 2008

por Carlos Pereira \foleirices, em 12.12.08
Prémio Pessoa 2008 para arquitecto Carrilho da Graça

 

O Prémio Pessoa 2008 foi atribuído ao arquitecto João Luís Carrilho da Graça «por ter desenvolvido uma actividade profissional com grande rigor e coerência», segundo anunciou o júri.

O prémio, atribuído anualmente a uma figura portuguesa que se tenha destacado na vida artística, literária ou científica do país, foi instituído em 1987 pelo jornal Expresso e pela empresa Unisys, e é constituído por um diploma e 60 mil euros.

Carrilho da Graça foi autor, entre outras obras, do edifício da Escola Superior de Comunicação Social de Lisboa e do Pavilhão do Conhecimento dos Mares da Expo 98, actual Centro Ciência Viva, no Parque das Nações.

«Carrilho da Graça tem desenvolvido, ao longo de 30 anos, uma actividade profissional com grande rigor e coerência, criando uma linguagem própria que adequa a cada situação específica», diz o comunicado do Prémio.

Carrilho de Graça nasceu em 1952 e licenciou-se em 1977 pela Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa. É professor em várias universidades portuguesas, entre elas a Universidade Autónoma, Universidade Técnica de Lisboa e Universidade de Évora e colabora com instituições internacionais. [diariodigital.pt]

 

Post retirado do blog "bibliotecadafeira"

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publicado às 16:35


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