Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


 

Começa amanhã

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 23:53


9.ª Edição do Imaginarius

por Carlos Pereira \foleirices, em 28.05.09

 

Começa hoje, em Santa Maria da Feira,  a 9.ª Edição do Imaginarius - Festival Internacional de Teatro de Rua.

 

Pode ver toda a informação em posts anteriores.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 12:38


IMAGINARIUS

por Carlos Pereira \foleirices, em 27.05.09


mais imaginarius

mais imaginarius

teatro | dança | música | circo | performance

CONTEXTUALIZAÇÃO

A secção Mais Imaginarius é dedicada a todos os artistas que têm projectos a propor para o espaço público. Actores, músicos, acrobatas, artistas plás-ticos, vão directamente ao encontro do público através deste convite para “ocupar a cidade”.
Uma cidade livre e orgulhosa por dar voz à liberdade de expressão de cada um.
Todos os artistas que participam nesta secção não recebem cachet.
Secção organizada em colaboração com Radar 360 e Alexandra Pinho.


 

grupo de teatro espaço t portugal
‘quá-quá-quá’

Este é um dos grupos de teatro formados nos ateliês lúdico-terapêuticos do Espaço T. Com o crescimento da instituição, e o aumento da produção artística da mesma no campo teatral, foram sendo criados diversos grupos, que com o passar dos anos e evolução do trabalho realizado semanalmente em ateliê, criaram uma identidade própria no que diz respeito ao trabalho produzido e apresentado.
Pata aqui, pata acolá, fecharam os olhos e Quá-Quá-Quá…

http://www.espacot.pt

 

 

 

 

projecto in-out/door portugal
‘et's outdoor’

O “projecto in-out/door” é um formato de animação teatral que utiliza técnicas teatrais que vão do teatro físico à pantomima e clown, aliado à performance.

Pretende-se cativar, surpreender e divertir desde os mais novos aos mais velhos ou até o mais distraído dos espectadores, apostando no inesperado e no insólito, no cómico ou no dramático, no belo ou no grotesco, no real e no imaginário.
Dois extraterrestres, a(alfa) e ß (beta) do planeta “zeta-dine”, embarcam a caminho do planeta azul, com uma única e peculiar missão: Descobrir vida inteligente no Festival Imaginarius.

 

 

lisa giorgi espanha
‘a dama branca’

Lisa giorgi é uma artista circense e bailarina. Estudou acrobacias aéreas na Moscow State Circus School e tem actuado a solo ou com diferente parceiros, em Itália e Espanha.

O espectáculo A Dama Branca é um espectáculo de rua, silencioso, retratando uma mulher que faz magia e que é, simultaneamente uma estátua, um mimo, uma malabarista e uma bailarina. Ela é branca. Veste-se em laços. Move-se lentamente. Ela tem uma bola mágica que reflecte o mundo que a rodeia e as pessoas que nele participam. Mas… ela tem também um segredo…. por debaixo da sua saia! Raramente o mostra, mas pode ser que você tenha sorte!

 

 

ass. crème de la crème portugal
‘monsieur pipon, cabaret internacional’

Esta é a história de Monsieur Pipon que apresenta um cabaret internacional com artistas de várias nacionalidades. Assim, vamos encontrar ao longo do espectáculo: Gilbert Bóbó de França, Billy the Magic Kid do Arizona, Mumba Macumba de um país desconhecido de Africa e directamente da Índia, Swami Pipananda, todos interpretados por Monsieur Pipon.

Nada acontece como previsto: nos momentos mais inconvenientes o telefone toca, acontecem sistematicamente acidentes, fazendo o nosso herói tropeçar em fracasso sucessivos.

Um género clássico do entretenimento teatral, que pretende proporcionar um encontro divertido com a arte teatral inspirada num universo lúdico de gestos, magias, pantomimas, faquirismos e da comicidade do Clown.

 

 

projecto anagrama portugal
‘jôglitron’

A companhia Projecto Anagrama tem como objectivo principal a aglomeração de diferentes vivências pessoais e profissionais, e canalizá-las para um objectivo comum, que é a produção e co-produção de espectáculos.

Jôglitron, o malabarismo como um exercício onde se pratica um jogo, onde há regras, há jogadores, há um objectivo, há perdas, há ganhos, mas essencialmente existe o simples facto de o executar. A partir desta quadratura, desenvolvem-se movimentos e combinações com corpos, objectos circenses, música, cores e emoções, onde se joga com as leis naturais da física, desafiando-as, ou apenas aliando-se a elas para projectar um resultado: movimento.

 

 

juliana da silva martins portugal
‘aprisionada no eu?’

E se a prisão se encontra dentro de ti mesmo e o confronto com o eu te faz querer desaparecer... Este trabalho retrata a temática dos limites  e dos constrangimentos daquilo que não controlamos e do qual não podemos escapar. Entre ataduras e laços intransponíveis, desenha-se uma luta, um questionar, uma dança, um desfrutar, um trajecto de descoberta e aceitação. No tumulto de emoções deste caminho, mudam perspectivas, mudam sensações, mudam olhares e aprende-se a saborear.

Ataduras, laços, barreiras, memórias, família, desejos insatisfeitos, dúvidas. Uma prisão de medos que nos obriga a enfrentar-nos connosco mesmos.
Esta peça reflecte o processo de descobrir as nossas prisões, os limites que colocamos a nós próprios, na luta por aprender a viver em harmonia com a nossa consciência.
Descobrir como romper estes limites, como fazer para que o nosso corpo se libere deste aprisionamento, aceitando-nos, respirando e desfrutando da vida tal como ela é: sem limites, sem ataduras, livre.

 

 

colectivo artístico nome portugal
‘no can do’ filme-concerto-performance

“nome” é um colectivo artístico multidisciplinar que tem como suporte o formato de concerto performativo. O colectivo é composto por artistas plásticos, músicos e performers com o intuito de fundir linguagens plásticas e performativas numa única apresentação ao vivo.

A projecção de um filme de uma hora em que se apresentam várias coreografias de expressão corporal, é complementada e ampliada pela improvisação sonoplástica ao vivo. Este espectáculo tem como objectivo provocar uma nova experiência áudio-visual criando intensidades expressivas que promovem uma experiência subjectiva e singular.

www.myspace.com/projectonome

 

 

inês negrão portugal
‘versão 2.0’

Tenho versões de mim. Crio duelos de versões para conseguir esticar a realidade. Não chegam a ser heterónimos, não são autónomos. Não são múltiplas personalidades, não são disfuncionais. São variações do eu.

Esta versão coloca-se na dimensão do movimento, na esquizofrenia dentro de um estúdio, na criação de um ponto no espaço. É o equilíbrio entre a razão com a emoção, sendo o corpo quem impõe os limites, pelos seus próprios limites.

Criação e Interpretação Coreográfica: Inês Negrão
Modelação e Animação 3D: Luís Mouta
Sonoplastia e Interpretação: Jorge Loura
Apoios e patrocínios: Universidade Lusófona de Lisboa, Fool's Gold - outlet store

 

 

joana bergano & tiago cerqueira portugal
‘projecto arruinado: a medida do nada’

O PROJECTO ARRUINADO surge da cumplicidade entre os seus autores, Joana Bergano e Tiago Cerqueira, e da sua vontade em criar objectos artísticos site-specific no formato vídeo-dança, a partir da pesquisa interdisciplinar em torno do movimento e do diálogo directo que se estabelece entre a Performance, o local e a filmagem, e que funde corpo, movimento, música e imagem.

"Um espaço, um corpo e o outro. Os três elementos essenciais que compõem este objecto. O espaço empresta ao corpo o seu chão, as suas paredes, o seu tecto. O corpo afaga o espaço, respeita-o, sente-o, escuta-o. O outro observa, tenta compreender, aproxima-se e vê...”

Criação: Joana Bergano e Tiago Cerqueira
Interpretação: Joana Bergano
Captação de Imagem: Tiago Cerqueira
Realização e Edição: Joana Bergano e Tiago Cerqueira
Acompanhamento técnico: José Pedro Patacão
Produção executiva: Companhia Clara Andermatt
Agradecimentos: Tiago Batista

 

 

me, myself & mylove portugal
francisco cruz & mara roque
‘circus clown’

O Circo encanta a todos... Miúdos e Graúdos ficam maravilhados com o Maior Espectáculo do Mundo... Imagine... Ilusionistas, Contorcionistas, Equilibristas, Malabaristas,... que nos deixam a todos boquiabertos com os seus impressionantes números... Pois bem... No Circus Clown nada disso acontece... mas o seu sorriso acontecerá garantidamente...
Preparem-se pois, com estes dois Clowns, vão viver momentos FunTásticos!!!
Todos ao Circo... ao Circus Clown!!!

Este espectáculo recebeu no ano de 2007 o Prémio Especial do Público no 2.º Festival de Animação de Rua da Póvoa de Varzim e desde então nunca mais parou... Já marcou presença em diversas localidades, como por exemplo, na 13ª Edição do prestigiado Festival Internacional Cómico da cidade da Maia, no Hat-Weekend (S. João da Madeira), Espinho (Casino), Vizela, Trofa, Coimbra... e foi convidado especial, como cabeça de cartaz, no 3.º Festival de Animação de Rua da Póvoa de Varzim!!!

 

 

tilt! espanha
‘(sin) tiltulo’

Tilt! é uma companhia de teatro circo que nasceu do desejo de comunicar usando a linguagem universal do riso. Natalie Ravlich e Miner Montel contam as suas histórias através do humor, de personagens coloridas e de elementos cénicos como o trapézio, os elásticos e os tecidos e ainda o chicote.
Em (Sin) Tiltulo o espectador é levado numa montanha russa de riso e medo à medida em que os actores transformam o seu espectáculo de circo calmo numa caótica mistura de aéreos arrepiantes, controlos remotos mágicos e peripécias hilariantes.

 

 

duelirium espanha
‘o que queda por chover’

Este dueto artístico, composto por Raquel Oitaven e Mercé Sole, conta com 8 anos de existência e de investigação na área da criação de projectos aéreos. Ambas formadas pela prestigiada Escola Internacional, desenvolvem projectos no trapézio, espectáculos de dança vertical e ainda espectáculos de fusão, atribuindo-lhes o seu cunho pessoal. No espectáculo O que queda por chover retratam a vida de duas mulheres desde a infância, a adolescência até à vida adulta sob um ponto de vista cómico, dinâmico e visual.

 

 

flávio rodrigues portugal
‘uma coreografia de flávio rodrigues’

Flávio Rodrigues (1984) bailarino e coreógrafo residente no Porto. Concluiu o curso de dança na escola profissional Balleteatro, bolseiro do NEC no ano 2008 e especializou-se em arte pública. Desenvolve as suas próprias obras desde 2006. Produzido pela produtora de Risco / Fábrica de Movimentos.

“Uma coreografia de Flávio Rodrigues” é acima de tudo uma reflexão sobre a dança actual. Durante o processo de pesquisa para esta obra interessou-me sobretudo questões relativas ao meu percurso temporal (dança), desde a decisão em ser bailarino até o ser. Durante o processo criativo o que mais me fascinou foi a sensação de prazer… que ao longo do tempo se alterou. Eu queria acima de tudo…voltar a ter prazer em dançar…. E contudo ter um registo histórico desse prazer.

Uma coreografia de Flávio Rodrigues uma produção de produtora de risco / Fábrica de Movimentos

 

 

erva daninha portugal
vasco gomes
‘trinspira’

A Erva Daninha explora as linguagens performativas da expressão física. Faz parte do espaço cultural da Fábrica da Rua da Alegria desde 2006. Noites Brancas e Casa de Banho são alguns dos seus projectos. Ana Vargas, Gilberto Oliveira, Joana Morais, Julieta Guimarães e Vasco Gomes fazem parte da companhia.

Trinspira, uma inspiração nascida de um corpo + três objectos + um ramo. A relação de equilíbrio entre o plástico duro e a fragilidade de um ramo, o branco das massas e o castanho da madeira. A triangularidade dos elementos e das dimensões: o homem, a madeira e o plástico; o plano material, orgânico e o sagrado. Uma viagem de voos e quedas, de camadas que se despem.

Este espectáculo nasce do cruzamento das linguagens performativas e circenses, um solo de Novo Circo pelo malabarismo experimental com especial incidência nos equilíbrios. A organicidade versus a rigidez, a natureza versus a construção.
O acompanhamento musical ao vivo de uma guitarra desconsertada e de uma precursão metódica completam este ambiente de crepúsculo.
Uma inspiração que transpira emoção.

Criação e interpretação: Vasco Gomes
Música ao vivo: Baltazar Molina
Desenho de Luz: Romeu Guimarães

 

 

arsenio baruffi itália
‘my shoes’

Num contexto fora do tempo, Arsenio Baruffi vai levar-vos ao mundo envolvente do malabarismo e equilibrismo de um homem elegante e impecável de 1800...

Com uma linguagem de olhares e gestos precisos, escolhendo o teatro silencioso como forma internacional, ele vai alegrar o seu espírito com técnicas de teatro de rua, do suspense ao riso, num estilo genuíno de tempos passados.

As técnicas sucedem-se num crescendo de elegância, de destreza e risco; estão escondidas num baú antigo de onde saiem malabares prateados e chapéus, livros manipulados, cadeiras e barras em equilíbrio para chegar a um acto final feito inteiramente por rosas de metal em chamas e três barras de fogo no ar!

Tudo isto graças aos sapatos de pinta oferecidos pela rainha do circo antigo.....a Sra. Medrano!

http://arseniobaruffi.blogspot.com/

 

 

 

 

pacolmo teatro espanha
‘vagabun’dos’

Espectáculo espiritualmente inspirado no filme “Milagre em Milão” de Vittorio de Sica, no qual se recria a forma poética do Clown Barbone. Uma personagem pobre e ambulante imagina e recria situações cheias da alegria, que contrastam com sua origem e realidade.

Através de elementos cénicos como guarda-chuvas, tubos de cobre, um pequeno rádio, uma cama feita de folhas de jornal, uma concertina e uma harmónica mostram um universo utópico, o que gostariam que a sua realidade fosse.

Realizando equilibrismo nos seus objectos pessoais, brincando com balões como as crianças e efectuando coreografias imprevistas, alternam entre a mestria técnica e a experiência, entre a linguagem verbal e gestual, a improvisação circense e musical e um ritmo fresco e vivo, envolvendo o público, procurando chegar aos seus corações.

 

 

grupo pé de palco portugal
‘quixote: as peripécias de um cavaleiro doido’

O grupo realizou o seu primeiro trabalho em conjunto em 2006, com o espectáculo “Sonhos de uma noite de verão”, sob a direcção e adaptação de Claudio Hochmann. Ao longo de 2007 uniram-se como grupo e foram seleccionados para participar no Projecto Criação Teatral no Teatro Aveirense, consequentemente integrando o primeiro festival de arte dramática de Aveiro, o FADA. Assim nasceu o espectáculo infanto-juvenil Quixote: as peripécias de um cavaleiro doido, constituído também por onze músicas originais de Rafael Campanile.

Quatro actores e um músico contam a história do cavaleiro mais famoso de todos os tempos, Dom Quixote de la Mancha. Mergulhado num universo repleto de aventuras, batalhas, anseios e muita confusão, um nobre senhor rompe com a realidade em busca de vivenciar seus sonhos. A história de Miguel de Cervantes revisitada e temperada com humor, disposição e muita música.

 

 

les p'tits bras frança
‘the flying brother and sister’

Ela é pequena e inteligente. Ele é alto e tão estúpido! Mas, juntos, eles vão tentar fazer um fantástico show, num trapézio esvoaçante.

Malabarismo com 8 bolas, acrobacias malucas, muito humor e muitas técnicas circenses, caracterizam o espectáculo deste dueto maluco!

www.lesptitsbras.com

 

 

 

 

velha guarda portugal
‘uma velha na árvore’

Uma velha com as suas tralhas e um escadote de 4m numa bicicleta raquítica, vagueia pela vila em busca da melhor árvore para subir e tomar o cházinho da hora H. Performance itinerante, uma vez que vai de árvore em árvore, e diurna, pois não tem faróis.

Uma velha na árvore foi desenvolvida nas árvores da Noruega. Slapstick, clown, e acrobacias improvisadas, sem palavras exprime as dificuldades em suceder a beber o chá na hora H, a partir da árvore X.

 

 

josé fernando ramalho “côco” portugal
‘circo de uma mala só’

José Fernando, o “Côco”, começou em 1991 no Chapitô. Depois, viajou por todo o país com a Companhia Marimbondo. Mais tarde foi viver para o Brasil/Porto Alegre, onde ficou 4 anos e integrou a companhia “Stravaganza” e o circo, “Circo Girassol”.Um ano depois de ter voltado, em 2006, entra para a Operação Nariz Vermelho, uma associação que faz a visita de Palhaços a crianças hospitalizadas, para quem ainda hoje trabalha, além de seguir a sua carreira a sólo.

O fantástico e maravilhoso “CIRCO DE UMA MALA SÓ” é, como bem diz o seu nome, um espectáculo que cabe praticamente em apenas uma mala. Compacto. E ao abrir-se a mala, em primeiro lugar sairá a pista e a cortina para que o espetáculo  possa começar...ou melhor, que já começou!

 

 

assircópatas espanha
‘montagem’

A companhia nasce no 2003 com o objectivo de criar teatro usando as ferramentas do circo, ou seja, pretendem contar uma história quase sempre desde o ponto de vista do surrealismo ou da inquietude social, utilizando a sua experiência enquanto malabaristas. A partir deste pressuposto a companhia foi desenvolvendo diferentes espectáculos até chegar ao Montagem.

Montagem é um espectáculo que está em cena há já dois anos e que conta as aventuras (e desaventuras), a relação atribulada entre um operário e o seu patrão. Procuram mostrar a relação entre duas pessoas ligadas pelo poder de uma sobre a outra, no meio laboral. Estas duas personagens enfrentam o imprevisto ao ver o seu trabalho mudar e o que parecia uma simples montagem de um espectáculo, acaba por ser o próprio espectáculo.

www.myspace.com/assircopatas

 

 

 

 

companhiadança portugal
‘a (nossa) mesa’

Até que ponto a desistência de um homem e seus amigos, dos seus compromissos com o mundo e consigo próprios, podem levar a um outro encontro. Numa mesa num lugar qualquer. Sem nenhum desejo de partir. Pelo menos num futuro próximo.

Concepção: Pedro Carvalho
Criação/Interpretação: Ana Dias · Filipe Caco · Isabel Costa · Pedro Carvalho · Teresa Santos · Tiago Coimbra
Produção: CompanhiaDança

 

 

filipe caco/companhiautista portugal
‘debaixo da (minha) saia’

Performance de movimento/malabarismo experimental.
Os objectos são manipulados, percorrem o corpo, o espaço, criando caminhos e formas. O movimento torna-se livre. O corpo move-se.
Uma manipulação de objectos, em que o corpo acompanha e se funde com eles. Uma troca constante.
Os objectos manipulados vs objectos que manipulam.

Um corpo sem objecto é igual a um corpo com objecto?
É um corpo com o objecto? Ou é um objecto com corpo?

Concepção/Interpretação: Filipe Caco/Companhiautista
Produção: Pedro Carvalho/CompanhiaDança
Fotografias: Margarida Ribeiro/José Carlos

 

 

 

ramones portugal
‘a praia’

Uma viagem à praia através do universo do Clown. Tudo pode acontecer! Situações insólitas, com a dose certa de surrealismo, banhadas por um lindo sol de verão, com uma brisa de um mar imaginário. Recorrendo ao teatro físico, à manipulação de objectos e à arte do palhaço, este espectáculo encontra uma linguagem universal, capaz de fazer sonhar crianças e graúdos.

 

 

jorge freitas portugal
‘artoche de fogo e tocha humana’

Jorge Freitas, artista circense português, nascido em 1975 no Barreiro, levou a cidade do Porto a dar os primeiros passos no conceito de "Cabaret Circense". Especialista na arte de manipular e expelir fogo, no seu currículo constam também trabalhos de clown, malabarismo, acrobacia e teatro.

O Fogo desperta naturalmente em nós um medo primitivo, cultivado ao longo de toda a nossa vida. "Não brinques com o fogo", "o fogo queima"... Quem nunca colocou um dedo num fósforo aceso, atraído pela beleza da chama?
Este espectáculo consiste numa performance arriscada em que o artista manipula completamente o fogo, passando-o pelo corpo, engolindo e cuspindo o fogo. Trata-se de um espectáculo circense onde estão também presentes o malabarismo, a música, o movimento contemporâneo e a poesia.

http://jorge-freitas.blogspot.com

 

 

tosta mista o malabarista portugal / alemanha
‘palco móvel’

É uma proposta de descentralização da cultura.

Esta carrinha da marca alemã, equipado com um palco em pinho, com as dimensões de 2m x 3m, duas escadas de acesso com quatro degraus cada, serve como proposta para a descentralização da cultura.

O espaço ocupado é acompanhado por uma decoração bem bonita e em caso de espectáculos nocturnos por uma iluminação adequada bem colorida.

Os possíveis sítios para a apresentação deste projecto são inumeráveis.
Desde parques, pátios de escolas, florestas, oficinas e tantos outros lugares ainda por descobrir.

Ideia e Concepção: Thorsten Grütjen
Musicos: David Cruz · Estela Lopes · Andreia Barão · Ester Leon

www.tosta-mista.net

 

 

 

 

botproject portugal
‘collage’

A Companhia foi criada em 2007, quando Lucas e Angel reúnem os seus talentos em acrobacia teatral e decidem criar um trampolim, surgindo assim o BotProject, uma empresa de novo circo especializada em trampolim e acrobacias.

Colagem - Dois homens pairam no ar e estão prontos para mergulhar na piscina respeitando a seriedade e responsabilidade exigidas pelo guião.
No início, tudo corria como previsto, mas, de repente, os actores desta história sentem a necessidade de se revoltarem contra ela.
Entre um salto e outro, eles começam a impor suas próprias regras, a criar todos os tipos de situações cómicas, levando-os a inventar seu próprio show. Todas estas aventuras têm lugar no âmbito de um estado de leveza no ar.
Acrobacia, saldos, saltos desafiadores da gravidade, todos os tipos de objectos e manipulação, e ainda uma grande dose de humor integram "Colagem".

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 10:13


IMAGINARIUS

por Carlos Pereira \foleirices, em 27.05.09



IMAGINARIUS MAIS - PRESENÇAS

mais imaginarius

 

CONTEXTUALIZAÇÃO

A secção Mais Imaginarius é dedicada a todos os artistas que têm projectos a propor para o espaço público. Actores, músicos, acrobatas, artistas plás-ticos, vão directamente ao encontro do público através deste convite para “ocupar a cidade”.
Uma cidade livre e orgulhosa por dar voz à liberdade de expressão de cada um.
Todos os artistas que participam nesta secção não recebem cachet.
Secção organizada em colaboração com Radar 360 e Alexandra Pinho.


 

lília de carvalho portugal
‘theatron sete’

Sendo o teatro uma arte materializada por um actor ou actores, que na sua capacidade multipolar, interpretam vivências e experiências. Constroem novos “eus”, movem-se entre planos distintos, parelos e perpendiculares. Pretendo criar um veículo de interacção entre a arte,teatro e o público, vindo deste modo propor, uma intervenção pública, desafiando as pessoas à criação, divagação, interpretação. Em que o cenário são sete formas, baseadas nas bonecas russas e os actores as pessoas.
Sendo o trabalho de actor, inegavelmente, um trabalho de movimento, construção, descontrução, pretendo desafiar uma releitura da cidade, do teatro e da arte perante os habitantes e visitantes.
A ideia é dispor as bonecas russas pela cidade e permitir um livre e espontâneo usufruto pelo público, habitantes, visitantes, presentes no festival. Criando um percurso imaginário de ideias, intervenções, sugestões, construir, destruir, riscar, partir, pintar, desenhar. Surgindo estes sete elementos como espaço de acção e fruição teatral, assumindo o público o papel de actor. Desta forma, pretendo também incentivar e assumir as técnicas de expressão artística utilizadas na rua, que muitas vezes, vivem à margem da sociedade, como por exemplo,o graffiti.
A arte pública é de todos e de ninguém, cada um vive e experimenta, de diversas formas, o adorar, o desprezar, ver e o não-ver, sendo estas dicotomias o mote da intervenção. De forma anárquica mas consciente, permitir uma intervenção e aproximação entre arte, teatro e pessoas.
Este projecto passa por quatro disciplinas artística, o happening, a performance, a instalação e a escultura.

 

 

pé dormente portugal
tito manuel rosa guedes de carvalho
‘carro projeccionista (via verde) estufa automóvel’

Formado em comunicação audiovisual. Abstencionista do circuito de marketing e publicidade. Freelancer das artes performativas, líricas, visuais e sonoras.

Ocupação do espaço público com carcaças automóveis, desprovidas de motores e rodas, recheadas de terra, flores e vegetação de forma a criar um jardim público alternativo, progressivo e ecológico.

Aberto a participação voluntária

 

 

inês gama e maria sottomayor portugal
‘sorry art’

Maria Sottomayor e Inês Gama nasceram no Porto, em 1982 e 1980, respectivamente. Completaram o curso de Pintura na FBAUP, em 2005. Foram bolseiras Erasmus na Akademia za Likovno Umetnosti, em Ljubljana. Em 2007, criaram o projecto Sorry Art. Ambas têm exposto regularmente desde 2004.

Dizem que uma imagem vale mais do que mil palavras. Imagine-se agora as duas juntas. O projecto Sorry Art é resultado de um diálogo entre duas artistas, com processos e linguagens díspares, mas que se exponenciam uns aos outros. Actua essencialmente na rua, oferecendo desenhos e palavras a quem nela passar.

 

 

mariana piza ponpeu brasil
‘formas-me’

Artista e actriz formada pelo Instituto de Artes Cênicas (INDAC) e Bacharel em Comunicação / Jornalismo pela PUC -SP.  Actuou em diversas peças de teatro em São Paulo e no Rio de Janeiro. Morou em Nova Iorque começou a trabalhar em televisão, ora como câmara, ora como produtora. No Brasil, trabalhou nas principais emissoras de televisão. Em artes plástica, cursou, em 2007, a matéria Arte da Instalação com o Prof. e artista plástico Carlos Fajardo na pós-graduação de Artes Plásticas da Universidade de São Paulo (USP). Criou e produziu a performance Formas-Me em 2008.
Procurando fazer uma reflexão sobre as relações humanas, a performer Mariana Piza senta-se em uma cadeira, vestida com um macacão de peças de Lego. O público é convidado por performers para formar uma pessoa e recebe outras peças para serem encaixadas no macacão.

Criação, concepção e produção: Mariana Piza.

 

 

luísa regina portugal
uma rua à direita’

Natural de Santa Maria da Feira, é licenciada em Design de Comunicação pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Porto onde está, também, a concluir o Mestrado em Design da Imagem.
Paralelamente, com o curso Complementar de Formação Musical, pelo Conservatório de Música do Porto, lecciona a disciplina de expressão musical no ensino básico.
 
Este duplo percurso gera no seu trabalho um fascínio pela criação de objectos áudio-visuais, onde a sonoplastia e a manipulação de imagem são um todo concorrente.
A narrativa apresentada admite que a cidade é uma rua, uma rua à direita de um Castelo. É a primeira rua da cidade, como todas as ruas direitas, embora o tempo já lhe tenha substituído o nome, mudado a aparência ou até criado outras rotinas de vivência do espaço. As imagens do passado diluem-se em imagens do presente no lugar onde a cidade e os seus mais variados elementos participam num verdadeiro teatro de imagens.
Como directriz do ponto que dá nome e origem à cidade, a alma desta rua tenderá a congelar a sua imagem, restando-lhe assistir com paciência à transformação visual do resto da cidade.

 

 

tony ortiz espanha
‘desenho 3d na rua’

Ortiz nasceu em Vic (Barcelona) a 24 de Março, 1968. Estudou arte em Barcelona. É especialista em murais e desenhos 3D. Ele tem viajado por toda a Europa e desenhado nos passeios e praças de grandes cidades como Barcelona, Valladolid, Paris, Ponta Delgada, LLeida ...

A arte plástica transforma-se em espectáculo: um desenho a 3D na rua e um único ponto de observação, convertem a realidade em ficção.

 

 

daniel moreira portugal
‘personagem anónima I’
‘personagem anónima II’

Daniel Moreira nasceu na Suíça, mas vive e trabalha no Porto.
Licenciado em Arquitectura em 2000 e em 2001 iniciou o seu percurso nas artes plásticas.
Paralelamente a Arquitectura, tem protagonizado diversas intervenções de Ilustração e realizou várias exposições individuais e colectivas, sendo premiado em bienais de artes plásticas e concursos de Ilustração, Fotografia e Arquitectura.

Personagens anónimas
Cada obra que faço é uma experiência não só para mim como para o espectador.
Com o objectivo de criar uma peça que tivesse uma forte ligação ao espaço urbano e ao Festival, surgiram duas personagens. Uma mais ligada ao dia e à terra e a outra mais associada à noite e ao Festival, com uma presença mais fantasmagórica.
O meu trabalho assume assim uma dimensão de construção.
Reunir objectos, com uma necessária componente de criar personagens do meu imaginário.

 

 

marina carvalho portugal
‘a floresta pica-pau’

Escultora, licenciada em Artes Plásticas - Escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, e formada em Música (Conservatório de Música) pela Academia de Música de Santa Maria da Feira. Profissionalmente e paralelamente à escultura, lecciona várias disciplinas da música e artes plásticas, trabalhando também na produção artística. Tem desenvolvido projectos de Arte Comunitária, Arte Ambiental, Arte Terapia, Design de Jardins e Cenografia.

'Pensar a Música na Escultura'. Deslocação espacial e temporal criada pela incrustação de formas circulares no espaço tronco. Esta rítmica visual percorre-o num movimento ondulatório. O tronco é um corpo musical. Recria o seu próprio desenvolvimento, havendo uma atracção ou força gravitacional inerente a ele.

 

 

4 pontos portugal
‘40° 55' 32.10” n | 8° 32' 32.13” w’

O grupo 4 Pontos iniciou a sua actividade em Dezembro de 2008 com a intervenção [41° 56' 44.02” N | 6° 48' 43.93” W] que teve lugar no Centro de Arte Contemporânea Graça Morais, em Bragança. O grupo é formado pelos designers Carlos Casimiro Costa e Jacinta Costa e pelos artistas plásticos Ricardo Gonçalves e Sara Bento Botelho.
Partindo de uma fraga da região onde o festival acontece, cria-se, por um processo de molde/contramolde, um objecto escultórico translúcido implantado no fontanário da Praça da República cujas coordenadas intitulam a obra - 40° 55' 32.10'' N | 8° 32' 32.13'' W.
Trabalham-se os conceitos de mimesis, de espaço, de natureza, de (des)contexto, de envolvência, de estrutura, etc.

A alcateia actua agora noutras paragens, perscruta o território e faz suas presas outras pedras, mágicas e intemporais.
De novo captura a forma e girando em seu redor embrulha-a com suas teias.
E cria-se uma outra pele e edifica-se a crisálida.
A pedra/pupa instala-se noutro terreiro e aí aguarda a mutação; entretanto, e de novo, absorve e reflecte, acolhe e exibe, apresenta-se e representa-se e espicaça quem a olha a uivar à Lua.

 

 

bruno capucho & sandra pimenta portugal
‘utopia mecânica’

Esta peça é a primeira experiência dos artistas enquanto grupo. Conheceram-se no meio estudantil artístico do porto.
 
Sandra é licenciada em escultura pela Faculdade de Belas Artes do Porto e Bruno tirou o curso tecnológico de imagem comunicação na Escola Artística Soares dos Reis.

Esta obra tem como base o jogo do martelo, usado nas tradicionais feiras populares. Aqui, no entanto, o uso da força física tem o intuito mental de provocar uma experiência estética.
 
Ao martelar a alavanca o participante terá como consequência o levantar imediato do guarda-chuva. Quanto maior for a força aplicada maior será a subida do guarda-chuva e consequentemente mais prolongada a sua descida. Esta é uma peça performativa e como tal só existe na sua plenitude enquanto manipulada e o público, por sua vez, usufrui de uma experiência estética mesmo não intervindo directamente.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 10:10


Mais sobre mim

foto do autor


Pesquisar

  Pesquisar no Blog




Links

Outras Foleirices

Comunicação Social

Lugares de culto e cultura

Dicionários

Mapas

Editoras

FUNDAÇÕES

Revistas