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#1627 -

por Carlos Pereira \foleirices, em 20.02.12

Fantoches feitos de pau e trapo,

pareceis mesmo gente viva.

Manejando-vos com os dedos,

três voltinhas dais,

e assim se passa o tempo.

 

Mas quando as mãos do homem

vos recolhem atrás do pano,

desvanece-se a ilusão.

Nós somos todos fantoches:

sonhamos que existimos.

 

 

Poema traduzido por António Ramos Rosa escrito por Hu-Han-Tsing (685-762) - China

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publicado às 22:50


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