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"O Século dos Prodígios",  ensaio de Onésimo Teotónio Almeida, trata o pioneirismo da ciência portuguesa no período dos Descobrimentos. Com este ensaio, Teotónio Almeida venceu o Prémio Fundação Calouste Gulbenkian, História da presença de Portugal no mundo.

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publicado às 17:06


#2691 - Escravatura

por Carlos Pereira \foleirices, em 26.11.17

 

 

O historiador e romancista João Pedro Marques assina o primeiro volume da nova coleção da editora Guerra & Paz Livros Vermelhos. O tema é polémico e o título tem uma só palavra: Escravatura.

Não acredita que os portugueses se interessem muito pelo tema, pois "no passado isso não aconteceu". Também não está preocupado em desmistificar a participação portuguesa na construção desta forma de explorar o outro: "Foi a que foi e está estudada pelos historiadores, entre os quais eu. A minha intenção ao voltar a escrever sobre o assunto, dirigindo-me desta vez aos leitores em geral, foi a de tentar esclarecer mal-entendidos que aparecem nas ideias e discursos de muitas pessoas."

 

 

AUTOR DA NOTÍCIA:  João Céu e Silva - DIÁRIO DE NOTÍCIAS

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publicado às 10:24


#2638 - Efemérides

por Carlos Pereira \foleirices, em 20.10.17

 Nascimento de John Dewey (1859-1952) 

 

John Dewey foi um filósofo, pedagogo e pedagogista norte-americano. É considerado o expoente máximo da escola progressiva norte-americana.

 

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 Joáo de Barros (1496-1570)

 

Morre João de Barros.

 

João de Barros, por Elisabeta Mariotto

 

  João de Barros
 

Retrato de João de Barros, inDécadas da Ásia, Lisboa, Ed. de 1777-1778.

Acredita-se que João de Barros tenha nascido em Viseu, em 1496. No entanto, não existe prova histórica que comprove a data e o local do seu nascimento. Filho de um nobre, Lopo de Barros, teve a sua entrada facilitada na corte de D. Manuel I. Tornou-se, ainda jovem, servidor do Paço Real e "moço do guarda-roupa" do então príncipe D. João III. Reconhecendo a capacidade do jovem, D. João III, logo que subiu ao trono, em 1521, concedeu a Barros o cargo de capitão da fortaleza de São Jorge da Mina, em África. No ano a seguir à sua nomeação, João de Barros partiu para assumir o seu posto, em África. Em 1525, já em Lisboa, foi nomeado tesoureiro da Casa das Índias, função que cumpriu durante três anos. Aquando da propagação da peste negra, em 1530, refugiou-se na sua quinta, em Ribeira de Alitém, próximo a Pombal. Regressou a Lisboa dois anos mais tarde, quando foi designado pelo rei para feitor da Casa das Índias e da Mina, uma posição de grande destaque e responsabilidade. João de Barros mostrou-se um administrador comprometido e honesto, algo raro para a época. Como resultado do reconhecimento do seu trabalho, recebeu de D. João III, em 1535, duas capitanias hereditárias no Brasil, no âmbito da política de fixação dos colonos no novo mundo. Construiu, com recursos próprios, uma armada de dez navios e novecentos homens, que partiram para o novo continente quatro anos mais tarde. No entanto, a expedição não foi bem-sucedida e não atingiu o objetivo pretendido. Demonstrando uma grande honestidade e um grande carácter, João de Barros arcou com as despesas daqueles que faleceram na expedição, indemnizando as famílias dos falecidos, o que resultaria na contração de uma grande dívida, com a qual teve que lidar por toda a sua vida.

 

 

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publicado às 19:42


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