Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


"O Século dos Prodígios",  ensaio de Onésimo Teotónio Almeida, trata o pioneirismo da ciência portuguesa no período dos Descobrimentos. Com este ensaio, Teotónio Almeida venceu o Prémio Fundação Calouste Gulbenkian, História da presença de Portugal no mundo.

___________________________________________________________________________________________________________

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 17:06

 

 Helder Macedo acaba de lançar o volume de ensaios Camões e Outros Contemporâneos, um olhar sobre oito séculos de literatura portuguesa com paragens em D. Dinis, Bernardim ou Camões, mas também em alguns apeadeiros menos óbvios, de Manuel Teixeira Gomes a Manuel de Castro.

 

LER MAIS

 

TRABALHO DO JORNALISTA Luís Miguel Queirós  LUÍS MIGUEL QUEIRÓS in PÚBLICO ON-LINE

 

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:46


#1804 - Livros e Leituras

por Carlos Pereira \foleirices, em 27.12.12

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 21:24


#1418 - Livros e Leituras

por Carlos Pereira \foleirices, em 19.06.11

 

"...Ao longo do século XX, o vanguardismo conservador português, assumindo diferentes nomes, de messianismo a providencialismo, de nacionalismo a patriotismo, acolheu-se em três instituições poderosas e dominantes que, historicamente, não podem deixar de arcar com as culpas da decadência recente de Portugal, mantendo-o num estado de miséria económica, ignorância cultural, passividade científica, credulidade supersticiosa e acriticismo social: o Estado, através do regime do Estado Novo, promovendo uma política de exclusão do cidadão, de cerceamento das liberdades constitucionais, de sistemático afunilamento das elites culturais e de disseminação de uma cultura da ignorância, substituindo a promoção da aptidão para o conhecimento pela divulgação heroificante do futebol; a Igreja, que, apóps ter sofrido a humilhante e implacável perseguição das suas estruturas pelos sectários jacobinos do republicanismo e do positivismo, se aliou despudoradamente ao Estado, colhendo deste benefícios próprios, auxiliando sem vergonha e sem remorso uma política de controle e de imbecilização de massas, criando artificialmente barreiras preconceituosas entre os sexos e estimulando uma anacrónica guerra no ultramar; e a Universidade, casa do saber transformado pelos positivistas da I República e os professores acéfalos do Estado Novo em casa de uma elite decepada de inteligência, formadora de burocratas do regime - onde se presumia encontrar dúvida, interrogação, procura, investigação, encontrava-se conformismo, submissão e acatamento de ordens superiores, ou seja, uma cultura de passividade, retardando assim, por decénios, a criação de um espaço público crítico. "

 

 

Excerto retirado do livro "O pensamento português contemporâneo 1890-2010" de Miguel Real, editado pela Imprensa Nacional-Casa da Moeda, edição n.º 1018032, Março de 2011

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 18:59


Mais sobre mim

foto do autor


Pesquisar

  Pesquisar no Blog




Links

Outras Foleirices

Comunicação Social

Lugares de culto e cultura

Dicionários

Mapas

Editoras

FUNDAÇÕES

Revistas