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Golden Bear for Best Short Film

Cidade Pequena
by Diogo Costa Amarante

 

Diogo Costa Amarante venceu o Urso de Ouro com a  curta-metragem "Cidade Pequena" no Festival de Cinema de Berlim.

Cidade Pequena tem a duração de 19 minutos, foi produzida em 2016, e conta a história de Frederico e de sua mãe.

Além da realização, Diogo Costa Amarante escreveu e produziu o filme.

 

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publicado às 19:27

 

 

Escrita e realizada por André Badalo, a curta-metragem “Catarina e os Outros” foi produzida pela produtora algarvia Original Features e conta no elenco com Victoria Guerra, Rui Porto Nunes, Cândido Ferreira, Maria João Bastos, Philippe Leroux, Pedro Carvalho, Tiago Aldeia, Luís Garcia e Arminda Badalo.

Segundo a produtora, o Prémio de Excelência é atribuído a uma selecção de curtas-metragens a nível mundial (no caso de 2011 foram distinguidas sete, incluindo a de Badalo), por “mérito artístico e relevância social”.

Em 2010, o realizador algarvio André Badalo foi premiado no mesmo festival de Los Angeles com uma menção honrosa para o filme “Shoot me”, distribuído em 44 salas de cinema nacionais e também em Angola, Cabo Verde e Moçambique, juntamente com o filme “A Cidade”, do realizador americano Ben Affleck.

Os LAMA atribuem anualmente cerca de 300 prémios em 11 categorias, com o objectivo de “celebrar o cinema independente e as artes literárias”, segundo se lê no sítio oficial do festival.

 

In ""

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publicado às 23:30


#1088 - Realizador brasileiro roda em Santa Maria da Feira

por Carlos Pereira \foleirices, em 12.12.09

O realizador brasileiro André Francioli está a rodar, até depois de amanhã, na Mata das Guimbras, junto ao castelo de Santa Maria da Feira, a curta-metragem "Hai Kai Diamante", que conta "a história algo assombrada de um rockabilly perseguido no bosque".

 

O calendário de filmagens enquadra-se na 13.ª edição do Festival de Cinema Luso-Brasileiro, a decorrer na cidade até amanhã. Baseando-se numa "tirinha de banda desenhada que apresentava um jogo de signos gráficos muito interessantes", o filme aplica à imagem real não só os símbolos da micropoesia japonesa conhecida como "hai kai" mas também a estética própria da manga, conduzindo a "um final surpreendente com desdobramento de sentidos", explicou o cineasta.

 

André Francioli reconhece que essa diversidade de estilos não será habitual no Brasil, onde "a maior parte do cinema tem hoje pouco interesse para o público e para a crítica porque há uma estandardização da forma determinada pela linguagem das telenovelas".

"Isso leva a que filmes mais interessantes do ponto de vista da linguagem fiquem muito marginalizados e não encontrem espaço no circuito comercial", explica o realizador.

"O grosso da produção média acaba, portanto, por não aprofundar a pesquisa de novas linguagens nem atingir as massas, ficando num limbo sem qualquer interesse", considera.

O cinema português também não se consegue afirmar no Brasil, porque, como refere André Francioli, "não chega ao circuito comercial e passa apenas em festivais".

In JN

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publicado às 23:15


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