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#2072 - Livros e Leituras - UMA CAUSA IMPROCEDENTE

por Carlos Pereira \foleirices, em 28.06.16

 Cláudio Magris

 

"...A morte destina-se aos museus. A todos, não só a um Museu de Guerra. Cada exposição - quadros, esculturas, objetos, maquinaria - é uma natureza-morta e a gente que se aglomera nas salas, enchendo-as e esvaziando-as como sombras, exercita-se na futura estância definitiva no grande Museu da Humanidade, do mundo, em que cada qual é uma natureza--morta. Rostos como fruta colhida da árvore e disposta num prato..."

 

Excerto de "Uma causa improcedente" de Claudio Magris, editado pela Quetzal, Abril 2016

 

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Claudio Magris nasceu em Trieste, em abril de 1939. É romancista, ensaísta, germanista, e colabora regularmente com revistas e jornais europeus, nomeadamente o Corriere della Sera. Depois de uma passagem pela Universidade de Freiburg, foi professor de Língua e Literatura Germânicas na Universidade de Turim. Atualmente dá aulas na sua cidade natal. Magris exerceu também o cargo de Senador entre 1994 e 1996.

Os seus livros contribuíram para o conhecimento literário da cultura europeia – ele foi o criador do conceito de Mitteleuropa. Claudio Magris é um dos candidatos favoritos ao Prémio Nobel da Literatura e um dos mais influentes intelectuais dos nossos tempos.

 

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#2030 - "Estamos a viver a IV Guerra Mundial"

por Carlos Pereira \foleirices, em 30.05.16

O escritor italiano Claudio Magris tem um novo romance. Sobre a guerra e a paz. Pretexto para pensar a realidade mundial e a literatura.

 

Ler aqui entrevista dada ao Diário de Notícias

 

 

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publicado às 17:15


Claudio Magris - Prémio da Paz dos Livreiros Alemães

por Carlos Pereira \foleirices, em 18.06.09


Claudio Magris. | Foto: Doménec Umbert

 


Gottfried Honnefelder, presidente da Associação de Livreiros Alemães, anunciou que o escritor italiano Claudio Magris receberá,  este ano, o  Prémio da Paz dos Livreiros Alemães,  que sé entregue  como habitualmente, no  último dia da  Feira  do Livro de Fránkfurt, que este ano será em  18 de Outubro.


Na acta do júri é dito que a Magris é concedido o prémio , dotado com  25.000 euros,  pelo facto de a sua obra, quer narrativa, quer ensaística, tratar dos problemas resultantes da convivência de diversas culturas existentes na Europa Central.


Em muitas das suas obras,  Magris mostra a pluralidade de mundos e línguas existentes na Europa Central  onde  enfatiza as suas características e os seus contrastes, defendendo uma Europa que não se defina apenas a partir da economia, mas essencialmente a partir da sua tradição histórica, cultural e das suas diferenças.


Claudio Magris (1939) foi professor de Literatura Alemã na Universidade de Trieste e traduziu, para italiano,  inúmeros autores de lingua alemã, entre os quais se destacam Joseph Roth, Arthur Schnitzler e   Georg Büchner.


Fundou, juntamente com Humberto Eco e outros intelectuais, a Associação Liberdade e Justiça, que é bastante crítica do governo de Silvio Berlusconi.


"O Danúbio", uma das obras mais conhecidas de Magris,  vê o rio Danúbio como um exemplo excelente dessa multiculturalidade que é a Europa Central.  " Um Hipopótamo em Lund", sua última obra, é a reunião das experiências que o escritor  teve nas suas viagens pela Europa.


Em 2004 recebeu o Prémio Príncipe das Astúrias das Letras.

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publicado às 13:41


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