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Millennium, o filme, já anda por toda a Europa

por Carlos Pereira \foleirices, em 25.05.09


Noomi Rapace está a dar que falar. A actriz é Lisbeth Salander no filme que adapta “Os Homens que Odeiam Mulheres” (ed. Oceanos), o primeiro volume da saga “Millennium” do escritor sueco Stieg Larsson (1954- 2004), que está a estrear em vários cinemas europeus. Esta semana, a propósito da sua passagem por Cannes, o “The Hollywood Reporter” escreveu: “Esqueçam Lars von Trier. A maior estrela escandinava em Cannes este ano é Noomi Rapace.”

A actriz que era uma desconhecida até ter entrado neste filme está destinada a ser a próxima “big star” europeia. Noomi Rapace é descrita por Niels Arden Oplev, o realizador do filme, como “explosiva”. “Ela é como uma granada de mão a que se tirou cavilha de segurança. É imprevisível.”

Depois dos países escandinavos, o filme já estreou em França, na Suíça e na Bélgica. E no dia 29 de Maio irá para as salas de cinema espanholas, italianas e canadianas. Até ao fecho da nossa edição, o filme ainda não tinha sido comprado para Portugal, mas estaria a ser negociado em Cannes.

Com o título em inglês “The Girl With the Dragon Tattoo”, foi rodado em Estocolmo, começou por ser feito para a televisão e tem nos principais papéis actores suecos. O outro papel principal, o do jornalista Mikael Blomkvist, é o actor Michael Nyqvist. Só na Escandinávia fez 2, 4 milhões de espectadores e a produtora Yellow Bird já está a preparar os filmes seguintes - compraram os direitos de adaptação ao cinema antes de os livros terem sido publicados.

A actriz sueca de 29 anos aprendeu a andar de mota e treinou técnicas de combate para interpretar este papel que nos livros quase parece uma heroína da banda desenhada. E foi buscar ao seu passado coisas que a ajudaram a entrar no papel: quando tinha 13, 14 anos cortou o cabelo, praticava judo e kung-fu, e nessa época lamentava não ter nascido rapaz. O agente da actriz tem tido conversas com produtores norte-americanos e europeus que lhe têm enviado muitos argumentos. Mas Noomi Rapace só está interessada em papéis complicados, como o de Lisbeth Salander (a “hacker” gótica e bissexual que interpreta em “Dragon Tattoo”), e não quer fazer “comédias românticas tontas”.

Segundo a revista “Variety” o filme já foi comprado pela Polónia e está em negociação a sua venda para o Reino Unido e a Alemanha. O terceiro (e último) volume de “Millennium”, “A Rainha no Palácio das Correntes de Ar” (Oceanos) irá para as livrarias portuguesas no dia 2 de Julho.


Post retirado do blog de Isabel Coutinho

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publicado às 16:49


Milton Hatoum lança livro de contos e explica porquê

por Carlos Pereira \foleirices, em 02.03.09

 

 

Foi por causa de “Longe de Manaus” de Francisco José Viegas (ed. Asa) que fiquei a conhecer Milton Hatoum e a sua obra (ele é “o grande escritor de Manaus”).
No Brasil acaba de ser lançado o seu primeiro livro de contos. Seis são inéditos e os que não o são, foram reescritos. “A Cidade Ilhada” é editado pela
Companhia das Letras que fez este vídeo de promoção onde o escritor lê alguns excertos da sua nova obra. E aqui pode ler-se um excerto.
Em Portugal, Milton Hatoum é publicado pela
Cotovia.


Post retirado do blog ciberescritas

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publicado às 17:55


Centauro, da Guimarães Editores

por Carlos Pereira \foleirices, em 19.11.08

 A nova chancela da Guimarães Editores

A Centauro é uma nova chancela da Guimarães Editores. Publicará panfletos, pequenos cadernos em papel de qualidade, bem desenhados e paginados, com textos clássicos de autores portugueses. Tem coordenação editorial de Vasco Silva e design de Luís V. Vilaça. “Os Preceitos Práticos em geral e os de Henry Ford em particular”, de Fernando Pessoa; “Tabacaria” de Álvaro de Campos; “Carta ao Príncipe Real D. Luís Filipe de Bragança” de Mouzinho de Albuquerque e “Tentativa de um Ensaio sobre a Decadência” de Luiz de Montalvor são alguns dos cadernos publicados. Seguem-se “O Caso Mental Português” de Fernando Pessoa (”Se fosse preciso usar de uma só palavra para com ela definir o estado presente da mentalidade portuguesa, a palavra seria provincianismo” - é com esta frase que Fernando Pessoa inicia o seu ensaio de 1932) e “Carta à Memória de Fernando Pessoa” de Carlos Queiroz, que foi publicado pela primeira vez publicado na Revista Presença, em 1936. Cada livrinho da Centauro custa € 3,80.


Post retirado do blog "Ciberescritas"

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publicado às 12:43


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