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#3123 - O QUE É AMAR UM PAÍS

por Carlos Pereira \foleirices, em 14.08.20

José Tolentino Mendonça, poeta e sacerdote, explica que o tempo atual representa também uma oportunidade para nos reencontrarmos. Confinados a um isolamento, compreendemos talvez melhor o que significa ser - e ser de forma radical - uma comunidade.

Neste pequeno volume reúnem-se três temas essenciais para a atualidade portuguesa: 1) o que é amar um país; 2) qual o sentido da palavra «esperança» em tempos de pandemia; e 3) de que forma a beleza, a graça e a fé podem combater a solidão e a calamidade do nosso tempo. O primeiro tema é abordado no discurso de José Tolentino Mendonça (que mereceu vários elogios públicos) nas cerimónias do Dia de Portugal a 10 de junho de 2020, aqui publicado na íntegra.

O segundo tema está na origem de um texto intitulado «O Poder da Esperança», publicado originalmente no início da pandemia, e onde se viaja pelo meio dos clássicos, da filosofia, da teologia e da poesia - como experiências da catástrofe e da terapia de resposta.

Finalmente, o livro encerra com onze textos dispersos que prolongam a leitura dos livros anteriores de José Tolentino Mendonça em torno da necessidade da beleza e contemplação em tempos de solidão, imprevisibilidade e dor extrema. Trata-se de um livro de grande urgência - que diz respeito a todos, crentes e não crentes. Sobretudo, a todos os portugueses.

«E bem precisávamos de um homem do humanismo e, portanto, da cultura, de um pensador, de um escritor, de um poeta para nos falar da importância dos outros e da sua redescoberta, a começar nas famílias, nas vizinhanças, nas amizades, da atenção aos mais pobres, vulneráveis e dependentes, do pacto entre gerações, tentando ultrapassar o abismo já cavado entre os mais e os menos jovens.»
Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República, sobre o discurso do Cardeal Tolentino Mendonça.

O que É Amar um País. O Poder da Esperança.
ISBN: 9789897227097Ano de edição ou reimpressão: 08-2020Editor: Quetzal EditoresIdioma: PortuguêsDimensões: 126 x 196 x 11 mmEncadernação: Capa molePáginas: 136Tipo de Produto: LivroClassificação Temática: Livros  >  Livros em Português  >  Literatura  >  Outras Formas Literárias
 
FONTE: 

 

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publicado às 17:59


#3108 - LIVROS E LEITURAS

por Carlos Pereira \foleirices, em 09.05.20

O que procuramos quando embarcamos numa viagem?
Talvez exista um destino ou um cume que ninguém tenha alcançado, ou talvez a razão de viajarmos seja a própria viagem.

Na tradição da melhor literatura de viagem, Sem Nunca Chegar ao Cimo é muito mais do que um diário de viagem. É a história profunda, terna e estimulante do confronto com os nossos limites físicos, da erosão de muitas certezas antigas, da beleza das pequenas coisas e de como podemos encontrar o equilíbrio interior.

No seu estilo único, poético e elegante, Paolo Cognetti conta-nos esta experiência inesquecível, em que o poder da amizade, a magnificência da natureza, a diversidade dos lugares que descobriu e das pessoas que conheceu, os altos e baixos dos trilhos percorridos e as diferenças de altitude são como uma viagem da mente, do corpo e do espírito.

 

BIOGRAFIA

Paolo Cognetti (Milão, 1978) é um dos escritores italianos mais apreciados pela crítica e amado pelos leitores. Há anos que se divide entre a cidade e uma casa a dois mil metros de altitude. Estreou-se com o volume de contos Manuale per ragazze di successo (2004), a que se seguiu Una cosa piccola che sta per esplodere (2007) e o livro de viagem New York è una finestra senza tende (2010). Em 2012, publicou o seu primeiro romance Sofia si veste sempre di nero, finalista do Prémio Strega, e, no ano seguinte, O Rapaz Selvagem, o relato romanceado da sua vida na montanha. É ainda autor do livro ilustrado Tutte le mie preghiere guardano verso ovest (2014) e de A pesca nelle pozze più profonde. Meditazioni sull'arte di scrivere racconti (2014), e responsável pela antologia de contos New York Stories (2015).
As Oito Montanhas (2016), a sua obra de estreia em Portugal, fascinou editores por todo o mundo, e recebeu o Premio Strega, Premio Strega Giovani, o Prix Médicis Étranger, o Premio Leggimontagna, o Premio ITAS Libro di Montagna, o Premio Viadana e o English Pen Translates Award.
 
fonte: BERTRAND LIVREIROS

 

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publicado às 16:28


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