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Divagações

por Carlos Pereira \foleirices, em 06.05.08

2008/04/08

||| Delírios

...E, depois veio a verdade: brutal, que te atinge como um raio parindo com violência metáforas; é isso: a verdade é uma metáfora cínica, violenta, prenhe de raiva, que às vezes se transforma em poema.
Posted by carlos pereira at 21:59:50 | Permanent Link | Comments (0) |

2007/01/03

Sem título - porque às vezes só atrapalha

Ontem foi o dia de todos os milagres,  e lágrimas de emoção;  o dia de todas as esperanças e de todos os sorrisos.

Irei plantar uma oliveira em vossa honra e dar-lhe-ei os vossos nomes.

 

Posted by carlos pereira at 16:35:02 | Permanent Link | Comments (0) |

2007/01/02

2007

2006 terminou - ainda bem, digo eu - que não deixa saudades. Nenhumas! A única coisa que me apetece fazer é borrifar os seus dias e meses com largas gotas de ácido sulfúrico, para que percam a memória. E, esperar que 2007, que agora dá os seus primeiros passos, escolha caminhos diferentes para conseguir percorrer os dias que faltam sem muitos sobressaltos.

Apenas desejo, somente, um pouco de paz, serenidade, e sentir o prazer de alguns momentos de felicidade.

Amén!.

Posted by carlos pereira at 17:16:10 | Permanent Link | Comments (0) |

2006/12/14

O pequeno poder

O pequeno poder é o mais perverso, o mais tirano, quando é exercido por alguém que julga
sermos as couves da sua horta.

Posted by carlos pereira at 13:46:54 | Permanent Link | Comments (0) |

2006/12/12

Pinochet (1915-2006)

Augusto José Ramón Pinochet Ugarte morreu...
Por que será que quase todos os ditadores têm vidas obscenamente longas?
Porque acho que quando nascem já não têm alma!
Apenas vísceras....

Posted by carlos pereira at 18:03:10 | Permanent Link | Comments (0) |

2006/11/07

Gerês, há 30 anos

Dias felizes. Dias boémios. Dias gentis.
Dias aconchegados em camisolas de lã.
O meu braço sobre o teu ombro, um tímido beijo.

Cores castanhas. Cores de fogo. Cores quentes,
os meus dedos entre os teus cabelos,
agradável perfume que aspiro com prazer.

Caminhos forrados a folhas que suavizam o nosso caminhar
por entre cascatas de outono, zimbreiros e reflexos solares.

Posted by carlos pereira at 15:47:58 | Permanent Link | Comments (0) |

2006/10/18

Portugal e a Filosofia

A Filosofia deixou de ser disciplina obrigatória no 12.º ano, tornando-se opcional, e já não é exigida para o acesso a qualquer curso do Ensino Superior, incluindo o de FILOSOFIA!

Qualquer dia alguém se vai lembrar de decretar o fim da obrigatoriedade do ensino do português em favor de linguas  mais rendíveis. E,  já agora, aproveitem e  acabem  com a maçada de sermos portugueses e cretinos e decretem o fim de Portugal que só vos causa prejuízo e incómodos. E, assim, duma só penada, livramo-nos, também,  das "bitaitadas" de todos os"Saldanhas Sanches" que pomposamente se passeiam pelos ecrãs das televisões e exibem orgulhosamente e sem pudor a sua superioridade intelectual e moral, provocando em nós essa sensação desconfortável de sermos desprezíveis, amorais, batoteiros.

 

Posted by carlos pereira at 18:24:25 | Permanent Link | Comments (0) |

2006/09/20

D. Luís Filipe Vieira, O SANTO

Ele tinha a história toda na ponta da língua que iria contar sem soluços nem espasmos, para que não dissessem que eram fajardices.

Porque ele sim, os outros não, ele conhecia, tinha os documentos que soubera ler e interpretar como se fosse um hermenêuta, portanto impossível de refutar.

O problema é que o homem não reconhece ser um tolo vaidoso impertinente que gosta de acusar defendendo a sua honradez e honestidade, e a sua vida passada servida como  exemplo lhe desse vigor para admoestar.

E aparece nas  televisões, nos jornais, arrogando para si direitos e epítetos, o dever e o direito sagrados das cruzadas na luta contra o obscurantismo e a tirania  e os diabos dos corruptores e dos corruptos do futebol portugês.

E esgrime à direita e à esquerda, exemplos, atitudes, comportamentos, palavras sábias e indignações como se fosse a padeira de Aljubarrota, ou o sapateiro de Trancoso.

E esqueceu-se que nesta cruzada apenas cabem guerreiros aquartelados em castelos que não têm ameias de vidro

 

Posted by carlos pereira at 15:34:09 | Permanent Link | Comments (0) |

Fim de tarde

Olho através da janela emprestada o escoar do dia,

e vejo pessoas que ruminam, em silêncio, as suas freimas.

Posted by carlos pereira at 00:48:22 | Permanent Link | Comments (0) |

2006/09/19

Carlos, o fotógrafo da alma

Eu sei que apenas pretendes roubar aquele momento, aquele e só aquele instante, para amanhã, no futuro, lembrares as  marcas, as dores, as cicatrizes gravadas na alma não só das pessoas que queres surpreender, mas também dos objectos, da pequena luz que dá cor ao  olhar, da respiração,  da penumbra e do arfar do vento.

Para te lembrares, um dia,  que as cores outras cores tiveram, que a idade outra idade já teve e que as pedras já estão mais gastas, e então perceberes que todos nós mais dias já vivemos.

Posted by carlos pereira at 19:35:12 | Permanent Link | Comments (0) |

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publicado às 16:15



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