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Teresa Guilherme, a Sic e um programa de televisão

por Carlos Pereira \foleirices, em 22.09.08
[0.719/2008]
Verdade, verdadinhaBaratas

O barbeiro repimpado na sua poltrona de Domingo à noite observa uma reposição, diz-se no anúncio, de um programa da

SIC

com a

Teresa Guilherme

e um merceeiro nortenho.

 

A coisa roda à volta da verdade e de um polígrafo, não é pornográfico no sentido próprio da palavra e só não é imoral porque quem se decide a participar fá-lo com inteira liberdade em troca de dinheiro, o mesmo conceito de moralidade que qualquer prostituta livre tem.


O único problema, dado o que ficou escrito antes, é que estamos em canal de sinal aberto, portanto acessível a todas as idades e a crueldade da verdade e o gozo dos mirones não parece ser grande lição de vida para quem ainda está em formação.


Os psicólogos saberão explicar melhor mas, e longe de querer ser moralista, parece haver aqui algo de muito perverso. No jogo da

Verdade ou Consequência

a liberdade de mentir era um bem adquirido. Neste negócio essa liberdade não existe porque qualquer mentira serve sempre para denunciar a verdade.


Vai ser um

real-show

de sucesso, não duvido. É disto que mais se gosta.


LNT

Post retirado do Blog "A Barbearia do Senhor Luís"

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publicado às 17:44


1 comentário

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De Dobra a 30.09.2008 às 17:43

É disto que o povo gosta. De ver as entranhas esfaceladas e ensaguentadas a arder em directo. Sentam-se na poltrona da mediocridade e passam a noite a sugar a desgraça alheia.

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