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#1646 - A ironia do druida

por Carlos Pereira \foleirices, em 07.03.12

 

A IRONIA DO DRUIDA

 

 

Toda a noite a luz multiplicou

o instantâneo de um rosto intraduzível.

Esquiva, a tua morte não escapou

à ladainha de regra.

 

Correu uma versão torpe quando

te viram a sorrir

uma ironia de druida clandestino,

indiferentes à voragem dos bárbaros.

 

Nada de muito óbvio mas havia

qualquer coisa de refractário

no seu nomadismo.

Alguém um dia referiu

 

episódios escabrosos de antiquissima

factura.

Sempre a espessua de um canalha

haverá demisturar urze

 

com o delito oculto de algumas

quimeras. Vivia em paz quando

a desordem chegou

mas o plot mudara a personagem.

 

Poema de Eduardo Pitta

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publicado às 15:14



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