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Os nomes não morrem

por Carlos Pereira \foleirices, em 19.08.08

Risco,

com vários riscos, o teu nome

e escondo-o

e afogo-o no ventre cinzento do grafite.

 

Mas ele renasce - a espuma escura e densa

do nevoeiro não o mata -

e transforma essa massa

disforme e cinzenta em

luz

cores

formas e

respiração e,

sussurra:

O nosso amor é

profundo,

antigo,

nunca o conseguirás matar.

Somos como as gaivotas - que são ondas que

escolheram o céu para voar - que somente

escondem os medos

quando há,

apenas,

tempestades no mar.

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publicado às 22:27



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