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#3106 - A MEIAS ||| POEMMA DE JOÃO LUÍS BARRETO GUIMARÃES

por Carlos Pereira \foleirices, em 02.05.20

A MEIAS

 

Bebo o meu café enquanto bebes

do meu café. Intriga-me que faças isso.

Se te posso pedir um

(se podes tomar um igual)

porque hás-de querer do meu?

Que

não. Que não queres. Escuso

de pedir

que não queres. Então

começo um cigarro e tu fumas

do meu cigarro dizes

«tenho quase a certeza de

não acabar um sozinha» por isso

fumas do meu.

Dá-te gozo esse roubar de

leves goles furtivos

dá gozo participar

do prazer que eu possa ter

contigo

(e entre nós)

dá-se agora tudo

a meias.

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publicado às 18:33


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