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IMAGINARIUS

por Carlos Pereira \foleirices, em 27.05.09


mais imaginarius

mais imaginarius

teatro | dança | música | circo | performance

CONTEXTUALIZAÇÃO

A secção Mais Imaginarius é dedicada a todos os artistas que têm projectos a propor para o espaço público. Actores, músicos, acrobatas, artistas plás-ticos, vão directamente ao encontro do público através deste convite para “ocupar a cidade”.
Uma cidade livre e orgulhosa por dar voz à liberdade de expressão de cada um.
Todos os artistas que participam nesta secção não recebem cachet.
Secção organizada em colaboração com Radar 360 e Alexandra Pinho.


 

grupo de teatro espaço t portugal
‘quá-quá-quá’

Este é um dos grupos de teatro formados nos ateliês lúdico-terapêuticos do Espaço T. Com o crescimento da instituição, e o aumento da produção artística da mesma no campo teatral, foram sendo criados diversos grupos, que com o passar dos anos e evolução do trabalho realizado semanalmente em ateliê, criaram uma identidade própria no que diz respeito ao trabalho produzido e apresentado.
Pata aqui, pata acolá, fecharam os olhos e Quá-Quá-Quá…

http://www.espacot.pt

 

 

 

 

projecto in-out/door portugal
‘et's outdoor’

O “projecto in-out/door” é um formato de animação teatral que utiliza técnicas teatrais que vão do teatro físico à pantomima e clown, aliado à performance.

Pretende-se cativar, surpreender e divertir desde os mais novos aos mais velhos ou até o mais distraído dos espectadores, apostando no inesperado e no insólito, no cómico ou no dramático, no belo ou no grotesco, no real e no imaginário.
Dois extraterrestres, a(alfa) e ß (beta) do planeta “zeta-dine”, embarcam a caminho do planeta azul, com uma única e peculiar missão: Descobrir vida inteligente no Festival Imaginarius.

 

 

lisa giorgi espanha
‘a dama branca’

Lisa giorgi é uma artista circense e bailarina. Estudou acrobacias aéreas na Moscow State Circus School e tem actuado a solo ou com diferente parceiros, em Itália e Espanha.

O espectáculo A Dama Branca é um espectáculo de rua, silencioso, retratando uma mulher que faz magia e que é, simultaneamente uma estátua, um mimo, uma malabarista e uma bailarina. Ela é branca. Veste-se em laços. Move-se lentamente. Ela tem uma bola mágica que reflecte o mundo que a rodeia e as pessoas que nele participam. Mas… ela tem também um segredo…. por debaixo da sua saia! Raramente o mostra, mas pode ser que você tenha sorte!

 

 

ass. crème de la crème portugal
‘monsieur pipon, cabaret internacional’

Esta é a história de Monsieur Pipon que apresenta um cabaret internacional com artistas de várias nacionalidades. Assim, vamos encontrar ao longo do espectáculo: Gilbert Bóbó de França, Billy the Magic Kid do Arizona, Mumba Macumba de um país desconhecido de Africa e directamente da Índia, Swami Pipananda, todos interpretados por Monsieur Pipon.

Nada acontece como previsto: nos momentos mais inconvenientes o telefone toca, acontecem sistematicamente acidentes, fazendo o nosso herói tropeçar em fracasso sucessivos.

Um género clássico do entretenimento teatral, que pretende proporcionar um encontro divertido com a arte teatral inspirada num universo lúdico de gestos, magias, pantomimas, faquirismos e da comicidade do Clown.

 

 

projecto anagrama portugal
‘jôglitron’

A companhia Projecto Anagrama tem como objectivo principal a aglomeração de diferentes vivências pessoais e profissionais, e canalizá-las para um objectivo comum, que é a produção e co-produção de espectáculos.

Jôglitron, o malabarismo como um exercício onde se pratica um jogo, onde há regras, há jogadores, há um objectivo, há perdas, há ganhos, mas essencialmente existe o simples facto de o executar. A partir desta quadratura, desenvolvem-se movimentos e combinações com corpos, objectos circenses, música, cores e emoções, onde se joga com as leis naturais da física, desafiando-as, ou apenas aliando-se a elas para projectar um resultado: movimento.

 

 

juliana da silva martins portugal
‘aprisionada no eu?’

E se a prisão se encontra dentro de ti mesmo e o confronto com o eu te faz querer desaparecer... Este trabalho retrata a temática dos limites  e dos constrangimentos daquilo que não controlamos e do qual não podemos escapar. Entre ataduras e laços intransponíveis, desenha-se uma luta, um questionar, uma dança, um desfrutar, um trajecto de descoberta e aceitação. No tumulto de emoções deste caminho, mudam perspectivas, mudam sensações, mudam olhares e aprende-se a saborear.

Ataduras, laços, barreiras, memórias, família, desejos insatisfeitos, dúvidas. Uma prisão de medos que nos obriga a enfrentar-nos connosco mesmos.
Esta peça reflecte o processo de descobrir as nossas prisões, os limites que colocamos a nós próprios, na luta por aprender a viver em harmonia com a nossa consciência.
Descobrir como romper estes limites, como fazer para que o nosso corpo se libere deste aprisionamento, aceitando-nos, respirando e desfrutando da vida tal como ela é: sem limites, sem ataduras, livre.

 

 

colectivo artístico nome portugal
‘no can do’ filme-concerto-performance

“nome” é um colectivo artístico multidisciplinar que tem como suporte o formato de concerto performativo. O colectivo é composto por artistas plásticos, músicos e performers com o intuito de fundir linguagens plásticas e performativas numa única apresentação ao vivo.

A projecção de um filme de uma hora em que se apresentam várias coreografias de expressão corporal, é complementada e ampliada pela improvisação sonoplástica ao vivo. Este espectáculo tem como objectivo provocar uma nova experiência áudio-visual criando intensidades expressivas que promovem uma experiência subjectiva e singular.

www.myspace.com/projectonome

 

 

inês negrão portugal
‘versão 2.0’

Tenho versões de mim. Crio duelos de versões para conseguir esticar a realidade. Não chegam a ser heterónimos, não são autónomos. Não são múltiplas personalidades, não são disfuncionais. São variações do eu.

Esta versão coloca-se na dimensão do movimento, na esquizofrenia dentro de um estúdio, na criação de um ponto no espaço. É o equilíbrio entre a razão com a emoção, sendo o corpo quem impõe os limites, pelos seus próprios limites.

Criação e Interpretação Coreográfica: Inês Negrão
Modelação e Animação 3D: Luís Mouta
Sonoplastia e Interpretação: Jorge Loura
Apoios e patrocínios: Universidade Lusófona de Lisboa, Fool's Gold - outlet store

 

 

joana bergano & tiago cerqueira portugal
‘projecto arruinado: a medida do nada’

O PROJECTO ARRUINADO surge da cumplicidade entre os seus autores, Joana Bergano e Tiago Cerqueira, e da sua vontade em criar objectos artísticos site-specific no formato vídeo-dança, a partir da pesquisa interdisciplinar em torno do movimento e do diálogo directo que se estabelece entre a Performance, o local e a filmagem, e que funde corpo, movimento, música e imagem.

"Um espaço, um corpo e o outro. Os três elementos essenciais que compõem este objecto. O espaço empresta ao corpo o seu chão, as suas paredes, o seu tecto. O corpo afaga o espaço, respeita-o, sente-o, escuta-o. O outro observa, tenta compreender, aproxima-se e vê...”

Criação: Joana Bergano e Tiago Cerqueira
Interpretação: Joana Bergano
Captação de Imagem: Tiago Cerqueira
Realização e Edição: Joana Bergano e Tiago Cerqueira
Acompanhamento técnico: José Pedro Patacão
Produção executiva: Companhia Clara Andermatt
Agradecimentos: Tiago Batista

 

 

me, myself & mylove portugal
francisco cruz & mara roque
‘circus clown’

O Circo encanta a todos... Miúdos e Graúdos ficam maravilhados com o Maior Espectáculo do Mundo... Imagine... Ilusionistas, Contorcionistas, Equilibristas, Malabaristas,... que nos deixam a todos boquiabertos com os seus impressionantes números... Pois bem... No Circus Clown nada disso acontece... mas o seu sorriso acontecerá garantidamente...
Preparem-se pois, com estes dois Clowns, vão viver momentos FunTásticos!!!
Todos ao Circo... ao Circus Clown!!!

Este espectáculo recebeu no ano de 2007 o Prémio Especial do Público no 2.º Festival de Animação de Rua da Póvoa de Varzim e desde então nunca mais parou... Já marcou presença em diversas localidades, como por exemplo, na 13ª Edição do prestigiado Festival Internacional Cómico da cidade da Maia, no Hat-Weekend (S. João da Madeira), Espinho (Casino), Vizela, Trofa, Coimbra... e foi convidado especial, como cabeça de cartaz, no 3.º Festival de Animação de Rua da Póvoa de Varzim!!!

 

 

tilt! espanha
‘(sin) tiltulo’

Tilt! é uma companhia de teatro circo que nasceu do desejo de comunicar usando a linguagem universal do riso. Natalie Ravlich e Miner Montel contam as suas histórias através do humor, de personagens coloridas e de elementos cénicos como o trapézio, os elásticos e os tecidos e ainda o chicote.
Em (Sin) Tiltulo o espectador é levado numa montanha russa de riso e medo à medida em que os actores transformam o seu espectáculo de circo calmo numa caótica mistura de aéreos arrepiantes, controlos remotos mágicos e peripécias hilariantes.

 

 

duelirium espanha
‘o que queda por chover’

Este dueto artístico, composto por Raquel Oitaven e Mercé Sole, conta com 8 anos de existência e de investigação na área da criação de projectos aéreos. Ambas formadas pela prestigiada Escola Internacional, desenvolvem projectos no trapézio, espectáculos de dança vertical e ainda espectáculos de fusão, atribuindo-lhes o seu cunho pessoal. No espectáculo O que queda por chover retratam a vida de duas mulheres desde a infância, a adolescência até à vida adulta sob um ponto de vista cómico, dinâmico e visual.

 

 

flávio rodrigues portugal
‘uma coreografia de flávio rodrigues’

Flávio Rodrigues (1984) bailarino e coreógrafo residente no Porto. Concluiu o curso de dança na escola profissional Balleteatro, bolseiro do NEC no ano 2008 e especializou-se em arte pública. Desenvolve as suas próprias obras desde 2006. Produzido pela produtora de Risco / Fábrica de Movimentos.

“Uma coreografia de Flávio Rodrigues” é acima de tudo uma reflexão sobre a dança actual. Durante o processo de pesquisa para esta obra interessou-me sobretudo questões relativas ao meu percurso temporal (dança), desde a decisão em ser bailarino até o ser. Durante o processo criativo o que mais me fascinou foi a sensação de prazer… que ao longo do tempo se alterou. Eu queria acima de tudo…voltar a ter prazer em dançar…. E contudo ter um registo histórico desse prazer.

Uma coreografia de Flávio Rodrigues uma produção de produtora de risco / Fábrica de Movimentos

 

 

erva daninha portugal
vasco gomes
‘trinspira’

A Erva Daninha explora as linguagens performativas da expressão física. Faz parte do espaço cultural da Fábrica da Rua da Alegria desde 2006. Noites Brancas e Casa de Banho são alguns dos seus projectos. Ana Vargas, Gilberto Oliveira, Joana Morais, Julieta Guimarães e Vasco Gomes fazem parte da companhia.

Trinspira, uma inspiração nascida de um corpo + três objectos + um ramo. A relação de equilíbrio entre o plástico duro e a fragilidade de um ramo, o branco das massas e o castanho da madeira. A triangularidade dos elementos e das dimensões: o homem, a madeira e o plástico; o plano material, orgânico e o sagrado. Uma viagem de voos e quedas, de camadas que se despem.

Este espectáculo nasce do cruzamento das linguagens performativas e circenses, um solo de Novo Circo pelo malabarismo experimental com especial incidência nos equilíbrios. A organicidade versus a rigidez, a natureza versus a construção.
O acompanhamento musical ao vivo de uma guitarra desconsertada e de uma precursão metódica completam este ambiente de crepúsculo.
Uma inspiração que transpira emoção.

Criação e interpretação: Vasco Gomes
Música ao vivo: Baltazar Molina
Desenho de Luz: Romeu Guimarães

 

 

arsenio baruffi itália
‘my shoes’

Num contexto fora do tempo, Arsenio Baruffi vai levar-vos ao mundo envolvente do malabarismo e equilibrismo de um homem elegante e impecável de 1800...

Com uma linguagem de olhares e gestos precisos, escolhendo o teatro silencioso como forma internacional, ele vai alegrar o seu espírito com técnicas de teatro de rua, do suspense ao riso, num estilo genuíno de tempos passados.

As técnicas sucedem-se num crescendo de elegância, de destreza e risco; estão escondidas num baú antigo de onde saiem malabares prateados e chapéus, livros manipulados, cadeiras e barras em equilíbrio para chegar a um acto final feito inteiramente por rosas de metal em chamas e três barras de fogo no ar!

Tudo isto graças aos sapatos de pinta oferecidos pela rainha do circo antigo.....a Sra. Medrano!

http://arseniobaruffi.blogspot.com/

 

 

 

 

pacolmo teatro espanha
‘vagabun’dos’

Espectáculo espiritualmente inspirado no filme “Milagre em Milão” de Vittorio de Sica, no qual se recria a forma poética do Clown Barbone. Uma personagem pobre e ambulante imagina e recria situações cheias da alegria, que contrastam com sua origem e realidade.

Através de elementos cénicos como guarda-chuvas, tubos de cobre, um pequeno rádio, uma cama feita de folhas de jornal, uma concertina e uma harmónica mostram um universo utópico, o que gostariam que a sua realidade fosse.

Realizando equilibrismo nos seus objectos pessoais, brincando com balões como as crianças e efectuando coreografias imprevistas, alternam entre a mestria técnica e a experiência, entre a linguagem verbal e gestual, a improvisação circense e musical e um ritmo fresco e vivo, envolvendo o público, procurando chegar aos seus corações.

 

 

grupo pé de palco portugal
‘quixote: as peripécias de um cavaleiro doido’

O grupo realizou o seu primeiro trabalho em conjunto em 2006, com o espectáculo “Sonhos de uma noite de verão”, sob a direcção e adaptação de Claudio Hochmann. Ao longo de 2007 uniram-se como grupo e foram seleccionados para participar no Projecto Criação Teatral no Teatro Aveirense, consequentemente integrando o primeiro festival de arte dramática de Aveiro, o FADA. Assim nasceu o espectáculo infanto-juvenil Quixote: as peripécias de um cavaleiro doido, constituído também por onze músicas originais de Rafael Campanile.

Quatro actores e um músico contam a história do cavaleiro mais famoso de todos os tempos, Dom Quixote de la Mancha. Mergulhado num universo repleto de aventuras, batalhas, anseios e muita confusão, um nobre senhor rompe com a realidade em busca de vivenciar seus sonhos. A história de Miguel de Cervantes revisitada e temperada com humor, disposição e muita música.

 

 

les p'tits bras frança
‘the flying brother and sister’

Ela é pequena e inteligente. Ele é alto e tão estúpido! Mas, juntos, eles vão tentar fazer um fantástico show, num trapézio esvoaçante.

Malabarismo com 8 bolas, acrobacias malucas, muito humor e muitas técnicas circenses, caracterizam o espectáculo deste dueto maluco!

www.lesptitsbras.com

 

 

 

 

velha guarda portugal
‘uma velha na árvore’

Uma velha com as suas tralhas e um escadote de 4m numa bicicleta raquítica, vagueia pela vila em busca da melhor árvore para subir e tomar o cházinho da hora H. Performance itinerante, uma vez que vai de árvore em árvore, e diurna, pois não tem faróis.

Uma velha na árvore foi desenvolvida nas árvores da Noruega. Slapstick, clown, e acrobacias improvisadas, sem palavras exprime as dificuldades em suceder a beber o chá na hora H, a partir da árvore X.

 

 

josé fernando ramalho “côco” portugal
‘circo de uma mala só’

José Fernando, o “Côco”, começou em 1991 no Chapitô. Depois, viajou por todo o país com a Companhia Marimbondo. Mais tarde foi viver para o Brasil/Porto Alegre, onde ficou 4 anos e integrou a companhia “Stravaganza” e o circo, “Circo Girassol”.Um ano depois de ter voltado, em 2006, entra para a Operação Nariz Vermelho, uma associação que faz a visita de Palhaços a crianças hospitalizadas, para quem ainda hoje trabalha, além de seguir a sua carreira a sólo.

O fantástico e maravilhoso “CIRCO DE UMA MALA SÓ” é, como bem diz o seu nome, um espectáculo que cabe praticamente em apenas uma mala. Compacto. E ao abrir-se a mala, em primeiro lugar sairá a pista e a cortina para que o espetáculo  possa começar...ou melhor, que já começou!

 

 

assircópatas espanha
‘montagem’

A companhia nasce no 2003 com o objectivo de criar teatro usando as ferramentas do circo, ou seja, pretendem contar uma história quase sempre desde o ponto de vista do surrealismo ou da inquietude social, utilizando a sua experiência enquanto malabaristas. A partir deste pressuposto a companhia foi desenvolvendo diferentes espectáculos até chegar ao Montagem.

Montagem é um espectáculo que está em cena há já dois anos e que conta as aventuras (e desaventuras), a relação atribulada entre um operário e o seu patrão. Procuram mostrar a relação entre duas pessoas ligadas pelo poder de uma sobre a outra, no meio laboral. Estas duas personagens enfrentam o imprevisto ao ver o seu trabalho mudar e o que parecia uma simples montagem de um espectáculo, acaba por ser o próprio espectáculo.

www.myspace.com/assircopatas

 

 

 

 

companhiadança portugal
‘a (nossa) mesa’

Até que ponto a desistência de um homem e seus amigos, dos seus compromissos com o mundo e consigo próprios, podem levar a um outro encontro. Numa mesa num lugar qualquer. Sem nenhum desejo de partir. Pelo menos num futuro próximo.

Concepção: Pedro Carvalho
Criação/Interpretação: Ana Dias · Filipe Caco · Isabel Costa · Pedro Carvalho · Teresa Santos · Tiago Coimbra
Produção: CompanhiaDança

 

 

filipe caco/companhiautista portugal
‘debaixo da (minha) saia’

Performance de movimento/malabarismo experimental.
Os objectos são manipulados, percorrem o corpo, o espaço, criando caminhos e formas. O movimento torna-se livre. O corpo move-se.
Uma manipulação de objectos, em que o corpo acompanha e se funde com eles. Uma troca constante.
Os objectos manipulados vs objectos que manipulam.

Um corpo sem objecto é igual a um corpo com objecto?
É um corpo com o objecto? Ou é um objecto com corpo?

Concepção/Interpretação: Filipe Caco/Companhiautista
Produção: Pedro Carvalho/CompanhiaDança
Fotografias: Margarida Ribeiro/José Carlos

 

 

 

ramones portugal
‘a praia’

Uma viagem à praia através do universo do Clown. Tudo pode acontecer! Situações insólitas, com a dose certa de surrealismo, banhadas por um lindo sol de verão, com uma brisa de um mar imaginário. Recorrendo ao teatro físico, à manipulação de objectos e à arte do palhaço, este espectáculo encontra uma linguagem universal, capaz de fazer sonhar crianças e graúdos.

 

 

jorge freitas portugal
‘artoche de fogo e tocha humana’

Jorge Freitas, artista circense português, nascido em 1975 no Barreiro, levou a cidade do Porto a dar os primeiros passos no conceito de "Cabaret Circense". Especialista na arte de manipular e expelir fogo, no seu currículo constam também trabalhos de clown, malabarismo, acrobacia e teatro.

O Fogo desperta naturalmente em nós um medo primitivo, cultivado ao longo de toda a nossa vida. "Não brinques com o fogo", "o fogo queima"... Quem nunca colocou um dedo num fósforo aceso, atraído pela beleza da chama?
Este espectáculo consiste numa performance arriscada em que o artista manipula completamente o fogo, passando-o pelo corpo, engolindo e cuspindo o fogo. Trata-se de um espectáculo circense onde estão também presentes o malabarismo, a música, o movimento contemporâneo e a poesia.

http://jorge-freitas.blogspot.com

 

 

tosta mista o malabarista portugal / alemanha
‘palco móvel’

É uma proposta de descentralização da cultura.

Esta carrinha da marca alemã, equipado com um palco em pinho, com as dimensões de 2m x 3m, duas escadas de acesso com quatro degraus cada, serve como proposta para a descentralização da cultura.

O espaço ocupado é acompanhado por uma decoração bem bonita e em caso de espectáculos nocturnos por uma iluminação adequada bem colorida.

Os possíveis sítios para a apresentação deste projecto são inumeráveis.
Desde parques, pátios de escolas, florestas, oficinas e tantos outros lugares ainda por descobrir.

Ideia e Concepção: Thorsten Grütjen
Musicos: David Cruz · Estela Lopes · Andreia Barão · Ester Leon

www.tosta-mista.net

 

 

 

 

botproject portugal
‘collage’

A Companhia foi criada em 2007, quando Lucas e Angel reúnem os seus talentos em acrobacia teatral e decidem criar um trampolim, surgindo assim o BotProject, uma empresa de novo circo especializada em trampolim e acrobacias.

Colagem - Dois homens pairam no ar e estão prontos para mergulhar na piscina respeitando a seriedade e responsabilidade exigidas pelo guião.
No início, tudo corria como previsto, mas, de repente, os actores desta história sentem a necessidade de se revoltarem contra ela.
Entre um salto e outro, eles começam a impor suas próprias regras, a criar todos os tipos de situações cómicas, levando-os a inventar seu próprio show. Todas estas aventuras têm lugar no âmbito de um estado de leveza no ar.
Acrobacia, saldos, saltos desafiadores da gravidade, todos os tipos de objectos e manipulação, e ainda uma grande dose de humor integram "Colagem".

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publicado às 10:13



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