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publicado às 18:44


#2838 - QUESTÕES DE SEMÂNTICA

por Carlos Pereira \foleirices, em 21.06.18

Os homens que nascem sem alma são umas bestas sem sensibilidade e completamente desprovidos de inteligência emocional e afectiva; logo o presidente americano já nasceu sem alma.

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publicado às 19:40


#2837 - Uma alma amarrotada

por Carlos Pereira \foleirices, em 13.06.18

 

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publicado às 10:30

Luís de Camões, Poesia
Foto
FERNANDO VELUDO/NFACTOS

 

 

O poeta Daniel Jonas é o vencedor da 23.ª edição do Grande Prémio da Literatura dst, no valor de 15 mil euros, com a obra Oblívio (Assírio & Alvim, 2017).

 

Em comunicado, a organização do prémio literário, que já distinguiu autores como Mário Cláudio, Luísa Costa Gomes, Armando Silva Carvalho, Jacinto Lucas Pires e Maria Velho Costa, destaca em Oblívio o "trabalho textual, muito depurado, assumindo uma linguagem de timbre clássico, para melhor encontrar uma clara modernidade de temas e formas". A obra, continua o júri, distingue-se também "pelas evidências cultas, sensíveis, de uma criação poética que não se alheia do quotidiano nem da emoção".

Daniel Jonas é poeta, dramaturgo e tradutor. Enquanto poeta, haviam já merecido atenção os anteriores Sonótono (Cotovia, 2006), que lhe valeu o prémio PEN de Poesia, Passageiro Frequente (Língua Morta, 2013), com que foi candidato ao prémio Poeta Europeu da LiberdadeNó (Assírio & Alvim, 2014), Grande Prémio de Poesia Teixeira de Pascoaes da Associação Portuguesa de EscritoresBisonte (Assírio & Alvim, 2016).

 

Em 2012, Daniel Jonas foi distinguido com o Prémio Europa David Mourão-Ferreira, da Universidade de Bari/Aldo Moro, pelo conjunto da obra.

 

O Grande Prémio de Literatura dst foi instituído há mais de duas décadas pelo dstgroup e é entregue de forma rotativa, distinguindo num ano poesia e no ano seguinte prosa.

 

O prémio será entregue no dia 29 de Junho, numa cerimónia integrada na Feira do Livro de Braga.

 

JORNAL PÚBLICO

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publicado às 08:38

 

 Antonio Muñoz Molina, escritor espanhol, vai estar hoje na Feira do Livro de Lisboa para apresentar o seu romance "Como a Sombra que Passa", edição portuguesa da Ponto de Fuga.

O livro, finalista da edição deste ano do Prémio Man Booker Internacional, trata o assassinato de Martin Luther King ocorrido em 4 de Abril de 1968, e do percurso do seu assassino James Earl Ray desde o crime até à sua captura, incidindo particularmente nos dias que passou em Lisboa durante a sua fuga.

 

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Antonio Muñoz Molina nasceu em Úbeda, na província andaluza de Jáen, em 1956. Mundialmente reconhecido como um dos maiores escritores atuais em língua espanhola, é autor de mais de uma quinzena de romances, duas recolhas de contos, além de numerosos ensaios e escritos jornalísticos. De entre a sua obra narrativa foram publicados em Portugal Beatus Ille (1986), O Inverno em Lisboa (1987), Beltenebros (1989), O Cavaleiro Polaco (1991), Os Mistérios de Madrid (1992), Nada do Outro Mundo (contos, 1993), O Dono do Segredo (1994), Ardor Guerreiro (1995), Plenilúnio (1997), Carlota Fainberg (2000), Na Ausência de Blanca (2001), Sefarad (2001) e O Vento da Lua (2006). Duas vezes vencedor do Premio Nacional de Narrativa (1988 e 1992) e galardoado com o Premio Príncipe de Asturias pelo conjunto da sua obra (2013), é membro da Real Academia Española desde 1995. Vive entre Madrid e Lisboa e é casado com a escritora Elvira Lindo. 

(Este texto foi retirado do «sítio» da WOOK)

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publicado às 07:42


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