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#2008 - Coisas

por Carlos Pereira \foleirices, em 24.05.16

 Luís Amorim de Sousa

 

COISAS

 

Há coisas que vão ficando

fotografias    louças    contas antigas

                                         não sei

 

debruçámo-nos tanto

sobre a minúcia do quotidiano

           que o dia a dia excedeu as nossas vidas

 

não sei como resiste o que perdura

 

olho o telefone de coração na boca

e aponto coisas para não me esquecer

 

Poema de Luís Amorim de Sousa in NADAR NO ESCURO, 1997 

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publicado às 16:43


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