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Imaginarius - 9.ª Edição

por Carlos Pereira \foleirices, em 26.05.09
Imaginarius - 9.ª Edição
COMPANHIAS
Teatro  de Marionetas do Porto

Teatro de Marionetas do Porto

TEATRO DOM ROBERTO


Duração: 20m
Público-alvo: todos

A prática teatral do Teatro de Marionetas do Porto revela uma visão não tradicional das marionetas, abordadas numa perspectiva de objecto imagético evocativo da contemporaneidade, procurando encontrar novas formas de concepção e manipulação de marionetas e novos caminhos no que diz respeito à interpretação e ao relacionamento com outras áreas de criação, como a dança, as artes plásticas, o vídeo e a música. As suas criações fundam-se essencialmente no movimento e numa pesquisa formal da mecânica dos corpos das marionetas em confronto com os corpos orgânicos dos intérpretes. Ao longo dos últimos 20 anos, os espectáculos do Teatro de Marionetas do Porto têm sido apresentados não só na cidade do Porto, mas também em itinerância por diversas regiões do país e no estrangeiro.

“Nos finais dos anos 50, ainda os fantocheiros populares calcorreavam terras portuguesas por festas e romarias, divertindo o povo de pequenos e grandes que acorria a ver os seus espectáculos. Os pequenos bonecos de madeira e trapos bailavam caprichosamente ao som dos gritos estridentes produzidos pelo fantocheiro e tudo terminava invariavelmente pela tradicional cena de pancadaria, para grande alegria do público. Hoje, o Teatro Dom Roberto é apenas uma imagem feliz da infância de alguns, um traço de vivo de uma preciosa herança cultural que se vai esvaindo com os tempos da “modernidade”.”

Representado desde há cerca de três séculos nas feiras, nas romarias, nas praias e nas ruas, o reportório do Teatro Dom Roberto inspira-se simultaneamente na tradição europeia, que lhe deu origem, e nas peças populares do Teatro de Cordel.

 

Menções obrigatórias em todo o material promocional do espectáculo:

 

 

Companhia subsidiada por MC / DGA

 

CCTAR/ACERT

CCTAR / ACERT

Pinóquio

Co-produção

Pinóquio representa a infância de cada um de nós. A sua compulsiva curiosidade pela vida é a mesma de todas as crianças. Mas a liberdade jovem desenfreada deve sempre confrontar-se com o mundo dos adultos e as suas regras, numa solução de compromisso que parece não deixar espaço à felicidade. Talvez só recuperando, por parte de adultos instruídos e bem-educados, num percurso enfadonho, o recuo dentro de nós próprios, a fantasia e a capacidade de imaginação própria da infância, conseguiremos reencontrar um autêntico sentimento de espanto pelas coisas da vida e de compaixão pelo próximo.

 

PARADA Pinóquio sou eu.
Coordenação Artística Cláudio Hochaman e Luciano Burgos

Todos nós temos um imaginário do Pinóquio. Um boneco de madeira que quando mentia, crescia-lhe o nariz. É ser-se Pinóquio e muito mais que isso.

Ao ler a história original de Collodi descobri um mundo fascinante cheio de imaginação e conteúdo. Por isso, quando me propuseram a organização de uma Parada com as crianças do 1º Ciclo do Ensino Básico, a primeira coisa que fiz foi a realização de uma síntese tentando ser o mais fiel possível ao texto do autor e preservando absolutamente todas as situações. Esse foi o material lido por todos os alunos do Concelho e a partir daí começou a nossa viagem.

No conto, a primeira roupa que o Pinóquio veste é um traje de papel e por isso as nossas crianças desenharam o mundo do boneco numa cartolina que se transformou nas suas roupas para a Parada.

Aí podemos constatar que cada criança é um Pinóquio diferente e como cada uma delas vê a história através dos seus olhos, dos seus sentimentos, das suas vivências...

São milhares de Pinóquios, percutindo instrumentos feitos de madeira (que pediram emprestado na carpintaria de Geppeto) que invadiram as ruas de Santa Maria da Feira para encontrarem-se com o seu irmão Pinóquio gigante e para que juntos festejem cantando.

O meu agradecimento aos pais e professores por acompanharem-nos nesta aventura.

 

 

Pinóquio somos todos nós.

90 jovens das escolas secundárias de Santa Maria de Lamas e Fiães juntam-se para nos contarem, com a sua presença física, as sensações transmitidas pela história do boneco que se transforma em humano.

A descoberta do corpo e as suas faculdades, a relação com o seu pai, a procura do saber em cada experiência de vida, o medo de ser estigmatizado pela sociedade, a aventura de crescer, são alguns dos pontos que serviram de impulso para esta proposta.

O modo de intervenção os jovens, coordenados por Luciano Burgos e Claudio Hochman, jogam com o tempo e o espaço.
Ritmo e acção, numa poética alegórica, interligam-se num movimento de grupo sem perder a individualidade. Cada um destes jovens tem um Pinóquio dentro de si, um Pinóquio cheio de energia que quer conhecer, perceber e devorar o mundo.

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publicado às 10:48



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