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Claudia Storz

por Carlos Pereira \foleirices, em 02.03.09

 

As estátuas caídas

do Marquês de Fronteira


Quando os dezasseis gatos

do Marquês de Fronteira

vagueiam pelo labirinto de buxo

a Poesia e o Soldado observam


A Dialéctica e a Retórica

acenam do seu azul lá no alto

Cisnes negros vão dando voltas

e o lutador caiu pelos joelhos


Uma amável virgem jaz

de tornozelos fendidos

e dobra os braços saídos dos silvados

dorme no frio cadáver!


O seu pé de bronze

cercado por uma rosa brava

abre a tua alma

ao omnipotente


"No mínimo sê todo

e nada excluas"

Pessoa e Rilke

permanecem.



Este poema foi escrito por Claudia Storz em 13 de Dezembro de 1996 para Maria Teresa Furtado, que o traduz, lembrança de uns dias enriquecedores em Lisboa

 

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publicado às 12:27



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