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#971 - Novo livro de José Luís Peixoto

por Carlos Pereira \foleirices, em 13.10.09
José Luís Peixoto: Livro em Março

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No blogue das Quintas de Leitura estão disponíveis as fotos da sessão Livre com José Luís Peixoto, que encheu o Teatro do Campo Alegre no passado dia 24 de Setembro. O escritor leu excertos do seu próximo livro - que se chamará, precisamente, Livro e será publicado em Março. Entretanto, brevemente estarão de novo nas livrarias Uma Casa na Escuridão, Cal e Cemitério de Pianos, todos reeditados com a chancela da Quetzal.

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publicado às 22:05


#881 - 2666 de Roberto Bolaño

por Carlos Pereira \foleirices, em 21.07.09

Quetzal tem 2666 argumentos de peso para a rentrée

 

A obra-prima de Roberto Bolaño chega às livrarias portuguesas a 26 de Setembro. Pode ser o romance do ano. Pode ser o romance da década. O entusiasmo por 2666 é inegável. Veja aqui o booktrailer.

 

A Teorema ficou para trás: 2666, de Roberto Bolaño, um dos livros mais aguardados dos últimos anos vai ser publicado pela Quetzal. A notícia é avançada pelo blogue Senhor Palomar, que, citando fonte da editora, acrescenta a data de 26 de Setembro para a publicação da tradução portuguesa do volume.

 

2666, diz-se, é a obra-prima do chileno que, entre outros, escreveu Os Detectives Selvagens. Era precisamente este título, forte aposta da Teorema em 2008, já depois de publicar Estrela Distante (2006) — ainda este ano reeditado —, que fazia prever a continuidade de Bolaño no mesmo catálogo em Portugal. Embora, anos antes, tenha sido a Gótica a introduzir o escritor no mercado português, através de Nocturno Chileno (2003).

 

Roberto Bolaño faleceu em 2003, pouco depois de entregar o primeiro rascunho de 2666, de insuficiência hepática. A edição espanhola, com a chancela da Anagrama, tem mais de 1100 páginas, que resultam quase todas dos esforços dos seus cinco últimos anos de vida. Isto porque das cinco partes em que se divide o romance, apenas quatro e meia são da responsabilidade de Bolaño.

 

Publicado pela primeira vez em 2004, seria a tradução inglesa de Natasha Wimmer, levada ao prelo nos Estados Unidos em Novembro de 2008 pela Farrar, Straus and Giroux, a valer a Bolaño, postumamente, o National Book Critics Circle Award. A mesma versão foi publicada pela Picard, dois meses mais tarde, em Janeiro de 2009, no Reino Unido. Ainda não é conhecido o tradutor para a edição portuguesa.

 

A violência e a morte são panos de fundo em 2666, que liga várias estórias através dos assassinatos de 300 jovens e pobres raparigas da cidade ficcional de Santa Teresa (que terá correspondência na real Ciudad Juarez, no México). A crítica respondeu de forma entusiástica. Houve quem falasse num momento definidor da literatura sul-americana, comparando esta obra de fôlego a uma outra – Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez.

 

Para já, os leitores portugueses podem ir descobrindo 2666 a partir do booktrailer, que pode ser visto abaixo.

 

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publicado às 12:59


Livros e Leituras

por Carlos Pereira \foleirices, em 16.06.09

 

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publicado às 17:18


J. Rentes de Carvalho

por Carlos Pereira \foleirices, em 18.04.09

 

De ascendência transmontana, J. Rentes de Carvalho nasceu 1930, em Vila Nova de Gaia, onde viveu até 1945. Frequentou no Porto o Liceu Alexandre Herculano, e mais tarde os de Viana do Castelo e de Vila Real, tendo cursado Românicas e Direito em Lisboa - onde cumpriu o serviço militar. Obrigado a abandonar o país por motivo políticos, viveu no Rio de Janeiro, em São Paulo, Nova Iorque e Paris, trabalhando para jornais como O Estado de São Paulo, O Globo ou a revista O Cruzeiro. Em 1956 passou a viver em Amesterdão, na Holanda. como assessor do adido comercial da Embaixada do Brasil. Licenciou-se (com uma tese sobre Raúl Brandão) na Universidade de Amesterdão, onde foi docente de Literatura Portuguesa entre 1964 e 1988. Dedica-se desde então à escrita e a uma vasta colaboração em jornais portugueses, brasileiros, belgas e holandeses, além de várias revistas literárias. A sua bibliografia inclui romances (entre eles Montedor, 1968, O Rebate, 1971, A Sétima Onda, 1984, Ernestina, 1998, A Amante Holandesa, 2003), contos, diário (Tempo Contado ou Tempo sem Tempo), crónica (Mazagran, 1992) e guias de viagem. O seu Portugal, een gids voor vrieden (Portugal, Um Guia para Amigos), de 1988, esgotou dez edições.

 

Com os Holandeses (Waar die andere God woont, publicado originalmente em neerlandês, em 1972, e um sucesso editorial na Holanda) é a primeira obra de J. Rentes de Carvalho no catálogo da Quetzal. O mais recente título de Rentes de Carvalho é Gods Toorn over Nderland - A Ira de Deus sobre a Holanda.

 

post retirado do blog da quetzal

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publicado às 19:07


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