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#1894 - Quando a Europa salva os bancos, quem paga?

por Carlos Pereira \foleirices, em 10.11.13

Documentário do canal Arte com Harald Schumann, jornalista de investigação num diário berlinense, demonstrando quem foram os beneficiários dos resgates bancários na Europa; não foram os países, nem sequer os cidadãos que, com os seus impostos, pagam estes resgates.

 

Retirado do blogue AVENTAR

 

 

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publicado às 19:55


#1843 - A crise portuguesa em 10 minutos

por Carlos Pereira \foleirices, em 25.03.13

Para melhor explicar a crise económica portuguesa, a ATTAC Portugal redigiu a segunda versão do documento 'A Crise Portuguesa em 10 minutos', inicialmente lançado em Maio de 2011. A sua elaboração contou com a colaboração de inúmeros economistas, aos quais estamos muito agradecidos. ATTAC Portugal..

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publicado às 19:46

Nos EUA, as 400 pessoas mais ricas têm tanto como 150 milhões de pobres, avisa Robert Reich. Um documentário apresentado no festival de Sundance dá-lhe voz. E ele diz que é um mundo diferente é possível.



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publicado às 22:59


#1826 - Leitura de outros blogs

por Carlos Pereira \foleirices, em 31.01.13

Somos todos iguais, disse o banqueiro


 

 

Há algo de delirante em muito do que acontece hoje, naquilo que nos é apresentado como notícia, e nos actores dessas notícias, como se vivêssemos num estado perpetuamente febril e nesse estado ajuizássemos a normalidade do mundo.

Só num cenário de delírio, e de delírio colectivo, se poderia apresentar o responsável por uma empresa que acaba de auferir pouco mais de 249 milhões de euros de lucro (no mesmo ano em que apresentou um pedido de ajuda ao Estado de 1.5 mil milhões de euros) e afirmar o que afirmou:

Se os gregos aguentam uma queda do PIB de 25% os portugueses não aguentariam porquê? Somos todos iguais, ou não? Se você andar aí na rua e infelizmente encontramos pessoas que são sem-abrigo, isso não lhe pode acontecer a si ou a mim porquê? Isso também nos pode acontecer. E se aquelas pessoas que nós vemos ali na rua, nessa situação e a sofrer tanto aguentam porque é que nós não aguentamos”

Já sabem que quem proferiu estas declarações foi Fernando Ulrich, presidente do BPI e criador do mantra “ai aguenta, aguenta” que a elite nacional vem repetindo com fervor crescente. Esta evocação dos gregos e dos sem-abrigo como exemplo, supõe-se que de estoicismo e resiliência, é insultuosa e este ainda é o adjectivo mais manso que me ocorre.

Ulrich está muito, mas mesmo muito longe de sentir empatia seja pelos gregos seja pelas pessoas sem-abrigo e quem tiver dúvidas disto pode ir ver as imagens das declarações, que não é preciso ser especialista em comunicação não-verbal para percebê-lo. Citá-los porque lhe dá jeito não é reconhecê-los como gente, é só mais uma forma de reduzi-los a parte da casuística do desastre económico, danos colaterais sem maior transcendência.

Enfiar-se a si mesmo nos seus argumentos como alguém a quem, em teoria, a crise poderia afectar, é um recurso manco. Porque não podem estar no mesmo plano a possibilidade remota de Ulrich vir a ser um sem-abrigo e os factos concretizados da Grécia ter sofrido uma redução de 25% do PIB e de que quase um milhão de portugueses esteja desempregado.

Não é igualmente delirante que possamos ouvir da boca de um banqueiro a frase, que infelizmente não lhe vai servir de mantra, “somos todos iguais, ou não?”, quando o que mais tem mercado a situação económica e social actual é o aprofundamento das desigualdades, e sendo a banca de longe o sector mais privilegiado?

É ou não delirante, para não dizer filho da puta, que se apele ao estoicismo e ao sacrifício, citando como exemplo quem dorme nas ruas, quando se apresentam resultados de 249 milhões de euros de lucro?

E que se remate tudo com a cínica pergunta: “Somos todos iguais ou não?”


Post retirado do blog "AVENTAR"

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publicado às 20:21


#1820 - Os ventos que sopram a Oriente, com muito amor!

por Carlos Pereira \foleirices, em 22.01.13

Ministro japonês diz que idosos doentes devem “morrer rapidamente” para o bem da economia

 

 

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publicado às 20:31


#1641 - Livros e leituras

por Carlos Pereira \foleirices, em 06.03.12

 

Todos sabem como o escorpião paga ao sapo que o ajuda a atravessar o rio. Pica-o, mesmo que isso implique a morte de ambos, porque essa é a sua natureza. A história repete-se agora como farsa no mundo financeiro. A crise acabou por contaminar a economia global com os vírus que hoje ninguém consegue combater com os melhores remédios. Para acudirem à fraqueza dos bancos e os salvarem da falência, os Estados injetaram dinheiro no sistema financeiro e ficaram, eles próprios, à mercê daqueles que salvaram. François Chesnais mostra-nos como os mecanismos financeiros e bancários estiveram na origem das atuais dívidas soberanas. E avança com uma proposta: os europeus devem ir para o campo de batalha, denunciando estas como dívidas ilegítimas. O alvo é claro: os bancos desviaram-se da sua missão original e a atividade atual é um pecado sem fim. «Assim, os bancos afastaram-se da sua função indispensável de crédito aos particulares e às empresas para se dedicarem a atividades de especulação financeira nocivas e desprovidas de utilidade social.» A solução passa por voltar  a colocá-los nos eixos, afastando-os da sua atividade de grupos financeiros diversificados que vivem de operações sem ligação à criação de riqueza económica real. Para este economista francês, professor e membro do ATTAC, entre a vida dos bancos e a sobrevivência da sociedade é preciso optar por esta e não seguir aquilo que tem sido a palavra de ordem da classe política.

 

As Dívidas Ilegítimas (Temas e Debates, trad. Artur Lopes Cardoso) é um livro bem estruturado e defendido, onde o autor francês coloca interrogações legítimas sobre um mundo virtual que atirou a sociedade para as areias movediças.

 

Texto de Fernando Sobral, in Revista Ler, pag. 64 [Março 2012]

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publicado às 11:16


#1591 - Neoliberalismo e ordem global - crítica do lucro

por Carlos Pereira \foleirices, em 25.01.12

 

Parte V (continuação)

 

Tudo quanto foi atrás dito dificilmente explica as perniciosas implicações do neoliberalismo para com uma cultura política centrada no civismo. Por um lado, a desiguldade social gerada pelas políticas neoliberais prejudica qualquer esforço para dar forma à igualdade prevista na lei e necessária para conferir credibilidade à democracia. Os grandes conglomerados dispõem de recursos  para influenciar os meios de comunicação e esmagar o processo político, e fazem-no com eficácia. Para dar um só exemplo, na política eleitoral dos EUA, o mais rico um quarto de um por cento dos americanos contribui com oitenta por cento do total de contribuições políticas individuais  e, para o mesmo fim, as corporações ultrapassam em 10 para 1 os valores destinados a custos com pessoal. Visto sob o prisma do neoliberalismo tudo isto faz sentido, tendo em conta que as eleições então reflectem princípios de mercado, logo as contribuições são entendidas como investimento. Daí resulta o reforço da irrelevância da política eleitoral para a maioria do povo e a garantia da manutenção inquestionável das regras ditadas pelas corporações.

 

Excerto de um texto escrito por Robert W. McChesney em Outubro de 1998 e que serve de introdução ao livro de Noam Chomsky "Neoliberalismo e Ordem Global-crítica do lucro, publicado em 1999 e editrado em Portugal por editorial notícias em 2000.

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publicado às 00:22


#1588 - Neoliberalismo e ordem global - crítica do lucro

por Carlos Pereira \foleirices, em 22.01.12

 

Parte IV (continuação)

 

 

Portanto, o sitema neoliberal  gera um importante e necessário subproduto - uma cidadania despolitizada marcada pela apatia e pelo cinismo. Se a democracia eleitoral afecta em tão pouco a vida social, torna-se irracional prestar-lhe grande atenção; nos Estados Unidos, berço da democracia neoliberal, em 1998, a abstenção nas eleições para o Congresso constituiu um recorde, somente com um terço dos cidadãos eleitores a exercerem o direito de voto. Apesar da preocupação demonstrada ocasionalmente pelos partidos tradicionais, como o Partido Democrático dos EUA, no sentido de tentar atrair so votos dos mais desfavorecidos, a forte percentagem de abstenção tende a ser vista como  aceitável e é encorajada pelos poderes existentes como algo de salutar, visto que, sem surpresa, os não votantes situam-se maioritariamente entre os pobres e a classe trabalhadora. As políticas que poderiam conduzir a um rápido incremento do interesse dos votantes e a taxas de participação mais elevadas são bloqueadas antes mesmo da sua discussão pública.  Por exemplo, nos Estados Unidos, os dois partidos mais importantes, que são dominados pelo mundo dos negócios, com o apoio da comunidade das corporações, recusaram alterar as leis que virtualmente impedem o aparecimento de novos partidos políticos (os quais poderiam fazer apelo a interesses alheios aos negócios) e que eles  exerçam plenamente os seus direitos. Se bem que exista insatisfação pelo comportamento dos Democratas e dos Republicanos que é anotada e frequentemente referida, a política eleitoral é uma área onde noções de competividade e livre escolha têm pouco sentido. Sob certos aspectos, o teor dos debates  e as propostas em elições neoliberais estão mais próximos dos levados a efeito nos Estados comunistas de partido único do que aquelas que têm lugar nas sociedades genuinamente democráticas.

 

 

Excerto de um texto escrito por Robert W. McChesney em Outubro de 1998 e que serve de introdução ao livro de Noam Chomsky "Neoliberalismo e Ordem Global-crítica do lucro, publicado em 1999 e editrado em Portugal por editorial notícias em 2000.

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publicado às 20:00


#1587 - Neoliberalismo e ordem global - crítica do lucro

por Carlos Pereira \foleirices, em 18.01.12

 

Parte III (continuação)

 

 

É precisamente a opressão exercida sobre as forças situadas fora do mercado que nos permite observar o modo de actuar do neoliberalismo não só como sistema económico, mas também como sistema político e cultural. Podem aqui verificar-se as suas diferenças para com o fascismo, com o seu desprezo pela democracia formal e com os seus movimentos sociais altamente mobilizados pelo racismo e pelo nacionalismo, que são notáveis. O neoliberalismo actua melhor quando existe uma democracia eleitoral formal, mas desde que a população seja desviada das fontes de informação e dos debates públicos que habilitam à formação participativa de uma tomada de decisão. Como foi salientado  pelo guru do neoliberalismo, Milton Friedman, na sua obra Capitalism and Freedom, e dado que a obtenção de lucro é a essência da democracia, qualquer governo que conduza políticas contra o mercado está a comportar-se de forma antidemocrática, sendo irrelevante o apoio que goze por parte de uma população esclarecida. Logo é mais conveniente restringir a acção dos governos à tarefa de proteger a propriedade privada e fazer cumprir os contratos, e limitar o debate político a questões menores. (As questões importantes como sejam a produção e distribuição de recursos e a organização social devem ser determinados pelas forças do mercado.)

 

Munidos com esta perversa visão da democracia, os neoliberais, como Friedman, não levantaram quaisquer objecções ao golpe de Estado que em 1973 depôs o governo democraticamente eleito de Allende, visto que o presidente estava a interferir com o controlo dos negócios da sociedade chilena. Quinze anos após uma ditadura que com frequência foi brutal e selvagem - tudo em nome do democrático e livre mercado - a democracia formal foi restabelecida em 1989, com a promulgação de uma constituição que torma substancialmente mais difícil, senão impossível, aos cidadãos desafiarem o domínio da sociedade chilena exercido pelo complexo militar dos negócios. A democracia neoliberal pode resumir-se: um debate banal sobre questões menores levado a cabo por partidos que basicamente prosseguem as mesmas políticas favoráveis ao capital, independentemente de diferenças formais ou da forma que revestem os debates eleitorais. A democracia é permissível desde que o controlo dos negócios esteja fora dos limites de escolha ou de mudança como demonstração da vontade popular, i.e., desde que não exista democracia.

 

 

Excerto de um texto escrito por Robert W. McChesney em Outubro de 1998 e que serve de introdução ao livro de Noam Chomsky "Neoliberalismo e Ordem Global-crítica do lucro, publicado em 1999 e editrado em Portugal por editorial notícias em 2000.

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publicado às 15:09


#1585 - Neoliberalismo e ordem global - crítica do lucro

por Carlos Pereira \foleirices, em 17.01.12

 

Parte II (continuação)

 

 

As consequências económicas destas políticas  tiveram praticamente os mesmos resultados idênticos onde quer que tenham sido aplicadas: um aumento maciço da desigualdade social e económica; um assinalável incremento da forte dependência das nações e dos povos mais pobres do mundo; um desastre ambiental global; uma economia global instável, e uma bonança sem precedentes para os ricos. Ao serem confrontados com estes factos, os defensores da nova ordem liberal argumentam que os restos do que é bom invariavelmente sobejam para a generalidade da população - desde que não se encontrem em oposição às políticas neoliberais que exacerbaram estes problemas!

 

No fundo, não é possível aos neoliberais, nem essa é a sua intenção, defenderem empiricamente  o mundo que pretendem construir. Muito pelo contrário, eles oferecem - melhor, exigem -  uma fé religiosa na infabilidade da desregulmentação do mercado, que reconduz às teorias do século XIX que muito pouco tem a ver com o mundo actual. No entanto, o último dos trunfos dos defensores do neoliberalismo é acentuar a falta de alternativas. Eles proclamam o falhanço das sociedades comunistas, da social-democracia e até dp Estado Social n a sua forma mitigada, tal como existe nos Estados Unidos, e a aceitação do neoliberalismo popr parte dos cidadãos como a única saída possível. Poderá ser considerado imperfeito, mas é o único sistema económico possível.

 

No início do século XX, alguns críticos apelidaram o fascismo de "capitalismo sem luvas", significando com isto que o fascismo era o capitalismo na sua forma pura sem a presença de estruturas ou direitos democráticos. De facto, todos nós reconhecemos que o fascismo é amplamente mais complexo. Por outro lado, o neoliberalismo é na verdade o "capitalismo sem luvas". Representa uma era onde a força do dinheiro é mais forte e mais agressiva, confrontando-se com oposição menos organizada que anteriormente. Neste circunstancialismo político, a força do capital procura sedimentar  o seu poder político em todas as frentes possíveis, e, como resultado, dificultar progressivamente que os negócios sejam postos em causa - e seguidamente tornar impossível - por negócios concorrentes situados fora do mercaso ou que não sejam lucrativos e acabar de uma vez por todas com as forças democráticas.

 

Excerto de um texto escrito por Robert W. McChesney em Outubro de 1998 e que serve de introdução ao livro de Noam Chomsky "Neoliberalismo e Ordem Global-crítica do lucro, publicado em 1999 e editrado em Portugal por editorial notícias em 2000.

 

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publicado às 16:35


#1584 - Neoliberalismo e ordem global - crítica do lucro

por Carlos Pereira \foleirices, em 16.01.12

 

Parte I

 

O neoliberalismo é o paradigma político definidor da economia dos nossos tempos, tendo como referência políticas e procedimentos que permitem que uns poucos interesses privados controlem o mais possível a vida social, por forma a maximizar o seu lucro pessoal. Inicialmente associado a Reagan e Margareth Thatcher, o neoliberalismo foi, ao longo das duas últimas décadas, a orientação dominante adoptada pelos partidos políticos situados ao centro, por muita da esquerda tradicional bem como pela direita no que se refere a opções de política global. Estes partidos e as políticas por eles desenvolvidas são representantes dos interesses imediatos de investidores extremamente poderosos e de umas quantas corporações cujo número não ascende a cem.

 

À parte alguns académicos e membros da comunidade dos negócios, o termo neoliberalismo é mal conhecido e pouco usado pelo cidadão comum, especialmente os Estados Unidos. Ali, muito pelo contrário, as iniciativas neoliberais são caracterizadas como políticas de livre mercado, encorajadoras da livre empresa e da liberdade da escolha dos consumidores, premiando a responsabilidade pessoal e a iniciativa empresarial e destruindo o peso morto que constitui um governo incompetente, burocrático e parasita, o qual nada poderá fazer de bom, mesmo que seja esse o seu objectivo, coisae raramente acontece. Toda uma geração de técnicos de relações públicas financiada pelas corporações desenvolveu esforços e conseguiu  emprestar a estes termos e ideias uma aura sagrada. Daí resulta que as afirmações que produzem raramente necessitam de ser desmontradas, sendo antes invocadas como factor de racionbalização que cobre áreas que vão desde a redução dos impostos sobre a riqueza ou o abandono de determinadas regulamentações ambientais até ao desmantelamento de programas de educação pública ou de segurança social. Na verdade, qualquer actividade que possa interferir sobre o domínio da sociedade pelas corporações torna-se imediatamente suspeita, pois podem bulir com o funcionamento do livre mercado, considerado como o único distribuidor de bens e serviços racional, justo e democrático. No máximo da sua eloquência, os apóstolos do neoliberalismo, enquanto actores por conta de uns quantos endinheirados, surgem como defensores dos pobres e do ambiente e como estando a prestar um enorme serviço à comunidade.

 

 

Excerto de um texto escrito por Robert W. McChesney em Outubro de 1998 e que serve de introdução ao livro de Noam Chomsky "Neoliberalismo e Ordem Global-crítica do lucro, publicado em 1999 e editrado em Portugal por editorial notícias em 2000.

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publicado às 21:41


Os paradoxos de um país à beira do abismo

por Carlos Pereira \foleirices, em 06.03.09

Ferrari já vendeu sete carros em 2009

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As vendas de automóveis desceram 41,7% em Fevereiro face ao mesmo mês do ano passado. Mas, de acordo com as estatísticas apresentadas pela Associação Automóvel de Portugal (ACAP), só nos dois primeiros meses do ano a Ferrari já vendeu sete "superdesportivos" em Portugal, o que representa quase metade das vendas de todo o ano de 2008, que totalizaram 16 automóveis.

A Ferrari, do Grupo italiano Fiat, cujos carros têm preços entre os cerca de 316 mil euros e os 226 mil euros, não foi o único fabricante de automóveis de luxo a cativar mais clientes desde o início deste ano, face aos valores atingidos em 2008.

A Bentley, por exemplo, também aumentou o número de veículos vendidos este ano, embora numa única unidade, enquanto a Aston Martin vendeu o mesmo número de automóveis (quatro) do que nos dois primeiros meses do ano passado.

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publicado às 12:37


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