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#928 - Supremo ‘indemniza’ mulher por impotência do marido

por Carlos Pereira \foleirices, em 31.07.09

Numa decisão inédita em Portugal, uma mulher vai receber uma indemnização de 50 mil euros porque o marido ficou impotente na sequência de um acidente de viação, no qual não teve culpa.

A quem deveremos exigir indeminizações caso os políticos se tornem impotentes em cumprir as suas obrigações e promessas?

 

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publicado às 13:14


#857 - Confusões

por Carlos Pereira \foleirices, em 08.07.09

Hoje,  julgo ter visto um boi... mas não era; usava gravata e calçava, apenas,  um par de sapatos... mas juraria ser um boi!

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publicado às 21:16


Perspectivas

por Carlos Pereira \foleirices, em 13.10.08

Ninguém morre de véspera; nem em tempos de crise.

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publicado às 17:50


Destinos

por Carlos Pereira \foleirices, em 05.09.08


 A melancolia  rasgava-lhe os ouvidos como bisturis que procurassem o vento que soprava da sua alma e imprimissem nos plátanos as palavras que, por pudor e vergonha, ficaram aprisionadas na garganta e por lá ficaram esquecidas. Apenas pequenos tremores denunciavam essa angústia como se fosse ervas altas bailando, quando sopradas pelas brisas mornas da primavera.

Esquecera que as palavras são para ser ditas, gritadas e não afogadas por sentimentos de culpa e medo. 

Dizes que apenas sentes o vento quando este quer falar contigo e trazer-te notícias de um mundo que quiseste esquecer; e choras a raiva dos pássaros perdidos, gaguejas palavras novas que nunca ouviste ou leste e enterras os pés na terra molhada com receio de não resistires aos apelos e aos afagos dos mundos por onde o vento andou.

E olhas os plátanos e descobres nas suas folhas as palavras, os rostos e os afectos e percebes que o teu corpo se anima e voa para cumprires o teu destino.

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publicado às 18:45


Os Intransigentes

por Carlos Pereira \foleirices, em 19.08.08

Intransigentes são aqueles que negam os seus demónios e os seus medos e fingem ser poderosos, superiores, altivos, arrogantes, imortais,  sem qualquer mancha ou detentores do pecado original, e que têm pavor da sua humanidade, de revelar as suas fraquezas, intranquilidades, fragilidades e abrir o sacrário da alma que mostre as rugas profundas de angústias, misérias e tristezas, comum dos pobres e simples mortais.

Por isso, são amargos e infelizes.

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publicado às 22:57


Divagações

por Carlos Pereira \foleirices, em 19.08.08

Intervalos de tempo são as perplexidades entre o passado e o futuro. São apenas sopros, apenas instantes microscopicamente breves.

 

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publicado às 22:49


Amar o silêncio (ou ter medo dele)

por Carlos Pereira \foleirices, em 19.08.08

Suporto alguém ou alguma coisa quando amo verdadeiramente alguém ou alguma coisa.

Suporto o silêncio, porque amo o silêncio.

Quando as pessoas falam demais, e não dizem nada, é porque têm medo do silêncio.

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publicado às 22:45


O gato, quando chove, gosta de comer erva

por Carlos Pereira \foleirices, em 26.06.08

O recado era muito simples, fácil de recordar. Era uma frase curta fácil de memorizar, não podia esquecer. Tinha sujeito, predicado, complemento, advérbios, nomes que me ensinaram há muito tempo para analisar frases de um texto. Hoje têm  nomes diferentes, penso eu; mais complexos, mais amargos, mais rudes de aprender. E o recado que me tinham dado era curto, muito curto, fácil de memorizar: "O gato, quando chove, gosta de comer erva".

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publicado às 17:03


Pedras

por Carlos Pereira \foleirices, em 24.06.08

A estátua é apenas uma lembrança:

Um hino ao efémero desenhado em pedras de calcário.

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publicado às 13:02


Divagações

por Carlos Pereira \foleirices, em 06.05.08

2006/06/13

Os mediocres

"A política é algo de extremamente violento, um mundo de brutos", disse Franz Olivier Giesbert, jornalista, escritor e editor da revista francesa "LE POINT".

E um problema só é problema se tiver solução... se o problema não tiver solução, então não temos problema. Pode parecer confuso e paradoxal, mas não, é muito simples de perceber.

E se no mundo da politica local temos um problema, logo teriamos a solução. Isto é, se quisessemos e pudessemos, mas não tenho essa  certeza. E a solução passaria, por exemplo, de tempos a tempos termos a legitima capacidade de referendar os actos politicos, administrativos e morais que agem em contradicção com as promessas e os programas que foram expressos e defendidos nas campanhas eleitorais. Isto é, os politicos foram eleitos por nós, logo também teriamos o poder de , em qualquer altura, os demitir das suas funções. A isto eu chamo democracia. A isto eu chamo participação política e de cidadania. Mas também de ingenuidade...

Isto é o meu desejo, mas a realidade é bem diferente, infelizmente. E se rodarmos o pescoço em todas as direcções aquilo que vemos é triste e confrangedor. Só vemos "homenzinhos" com falta de vergonha e carácter, cinzentos, analfabetos, medíocres, petulantes, empertigados,  que têm uma visão distorcida e divorciada das realidades sociais, culturais e económicas dos seus concelhos. E, ainda para nossa desgraça têm o cuidado de se rodear de pessoas que procuram na politica apenas e tão só a visibilidade e o protagonismo que não tiveram nas suas vidas ou profissões e cuja única função é a promoção dos medíocres, bajuladores e dos lambe-botas que gravitam em torno do seus umbigos que julgam ser o centro dos seus mundos. E dos outros. E julgam-se importantes, mas apenas são tolos vaidosos e impertinentes, alvo do escárnio e mal-dizer.

Mas, infelizmente, são eles os detentores do poder e dos pequenos poderes construídos habilmente e julgam-se, por isso,  deuses, mas esquecem-se que também os deuses caem facilmente em desgraça, e por isso, no passado eram apedrejados.

 

Posted by carlos pereira at 23:17:51 | Permanent Link | Comments (0) |

2006/06/09

Muitas vezes olhamos sem observar

Olho, melhor,  observo a folha branca posta diante de mim e prescruto-lhe a alma; porque não basta olhar. Olhar é diferente de observar, é ser desatento e apenas deixar correr os olhos de forma fugidia  pelo óbvio  que apenas deixa impressões muito ténues fáceis de esquecer e que são enganadoras. Pelo contrário, observar é um exercício que exige  disponibilidade, rigor, olhar límpido e descomprometido, sem falsos preconceitos e ideias pré-estabelecidas. Observar é perceber o que está por detrás do óbvio, de um gesto que nos parece ser banal, de palavras de circunstância ditas de forma automática e distraída. É perceber que o óbvio não é tão óbvio assim e que olhar, apenas, é profundamente redutor.

E continuo a observar a folha de papel, não a olhar, e revelo-lhe as minhas inquietações e a minha decepção por não conseguir descortinar que impressões quer ela que eu grave na superfície da sua alma. E ela observa-me e espera paciente, porque se calhar eu apenas estou a olhar.

 

Posted by carlos pereira at 13:28:24 | Permanent Link | Comments (0) |

2006/06/05

ALMA

A alma é um arrepio que nos percorre o corpo

até que o rebentar de uma lágrima aconteça.

Posted by carlos pereira at 17:31:35 | Permanent Link | Comments (0) |

2006/05/29

O TEMPO

O tempo feito de compassos precisos, regulares, automáticos, sem que possamos fazer nada e  onde o futuro já era e o presente é passado mais rápido que um suspiro ou o bater do coração.

E o tempo que aquece, cruel, deixando-nos de rastos, cansados, preguiçosos, molhados,  sem vontade e desejando com ardor uma pequena brisa que nos acalme o desejo de estarrecer.

É meio dia quando olhei o relógio da torre sineira. E o calor fica mais quente, perturbador. E os ponteiros avançam insensíveis a tanto calor, tic, tac, tic, tac,... imperturbáveis, serenos, cumprindo o seu destino informando-me que a noite das brisas frescas está quase ali, ao virar do bater do coração.

Posted by carlos pereira at 23:27:06 | Permanent Link | Comments (0) |

2005/11/21

Divagações

Vale a pena, acho que sim que vale a pena. nem que seja por um instante breve, efémero, que escorre por entre os dedos como se tentassemos agarrar um punhado de areia

 

Posted by carlos pereira at 17:23:56 | Permanen

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publicado às 16:19


Divagações

por Carlos Pereira \foleirices, em 06.05.08

2006/09/14

Diálogos surdos

- Parece que vai chover...

- É... parece que sim!

- O céu está muito espesso, não achas?

- Não sei, ainda não reparei...

- Sabes, os meus ossos pressentem a mudança de tempo, por isso....

- Claro, pois....

- É, vai chover, sabes os meus ossos...

- Pois... é bem possível...

- Até amanhã.

- Pois sim!

Posted by carlos pereira at 22:14:58 | Permanent Link | Comments (0) |

2006/09/13

É Domingo

Fim de missa na aldeia. Encontros e banalidades, conversas de domingo ligeiras e às vezes absurdas com despropósitos e inconveniências encobertas pelo telheiro da igreja, ou na tasca bafienta onde rodam copos de três e vidas alheias. Brincadeiras, olhares de soslaio, promessa de encontros breves, passos rápidos e recatados, visões e pensamentos concupiscentes à passagem de viúvas jovens e mulheres solteiras. Apertos de mão que selam compromissos, beijos furtivos, mensagens codificadas que circulam no ar feitas de pequenos e subtis gestos.

É Domingo, numa aldeia.

Posted by carlos pereira at 17:57:31 | Permanent Link | Comments (0) |

2006/08/28

A idade e as palavras

Esqueci palavras que julgava ser importantes. Mas se as esqueci é porque não eram importantes;  ou será que eram e  esqueci-as por já serem velhas ou por falta de uso?.  Ou estou a ficar velho?.
Posted by carlos pereira at 23:48:18 | Permanent Link | Comments (0) |

Há quanto tempo não digo que te amo

Os gestos são apenas palavras

surdas

silenciosas

que não são ditas por timidez ou pudor.

- Há quanto tempo não digo que te amo?

As palavras, sempre as palavras,

perturbadas, perturbadoras,

às vezes banais

quando ditas mil vezes em vão.

- Há quanto tempo não digo que te amo?

O crespúculo do dia quando os nossos olhos abraçam o declinar do sol e

as minhas mãos procuram os teus dedos...

Um gesto simples, prenhe de eloquência, que

as palavras não conseguem entender.

- Há quanto tempo não digo que te amo!

Posted by carlos pereira at 20:17:55 | Permanent Link | Comments (0) |

2006/08/27

Viver

Viver,  é morrer devagarinho todos os dias.
Posted by carlos pereira at 16:44:41 | Permanent Link | Comments (0) |

2006/08/20

O Vento

O vento é o ar que tem saudades das folhas das árvores.
Posted by carlos pereira at 20:22:46 | Permanent Link | Comments (0) |

2006/08/15

Viva o Verão

Enterro o meu desejo na areia molhada enquanto te observo. É Verão... tudo é permitido. A Natureza é perversa na sua suculência de cores, perfumes, abundância, voluptuosidade.

Viva o  Verão! Cool

Posted by carlos pereira at 01:15:09 | Permanent Link | Comments (0) |

2006/08/14

 

O teu sorriso é apenas uma metáfora que esconde

cada nome um dia inventado por alguém e

agora convertido numa coisa que as pessoas trocaram entre si

sem lhe dar atenção.

E existimos sempre dentro de palavras. E não só dentro de palavras,

também dentro da história.

A de agora,

a de outrora.

Posted by carlos pereira at 18:35:27 | Permanent Link | Comments (0) |

2006/06/26

E, pronto...

Sentir necessidade de escrever algo sobre qualquer coisa, não importa o quê, mas faltam as palavras, uma pequena brisa que abra as janelas para as coisas que marcaram as horas e os dias da semana que terminou. Mas não consigo, ponto final. E, provavelmente, quedar-me-ei por aqui, à espera que as letras do alfabeto se juntem em palavras que valham a pena desenhar.
Posted by carlos pereira at 15:12:57 | Permanent Link | Comments (0) |

2006/06/20

Há dias assim...

Quando me perguntam, às vezes eu digo: Não sei... Às vezes nada sei, porque nada quero saber. Desligar-me do mundo, das notícias que correm no ar. Um ar carregado e poluído de ruídos familiares. Que não são apenas sons, mas também imagens estridentes que recebo em silêncio, sem me perturbar. Quero estar indiferente, ser indiferente, relaxar... apenas isso, relaxar. Esvaziar o corpo e a alma dos incómodos, das chatices, dos pequenos e grandes problemas, do quotidiano às vezes cinzento, amargo, triste, doloroso e... profundamente vazio. Apenas desejo ter tempo para deixar correr as lágrimas e assim me poder renovar, purificar, aliviar.

Posted by carlos pereira at 15:20:03

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publicado às 16:18


Divagações

por Carlos Pereira \foleirices, em 06.05.08

2008/04/08

||| Delírios

...E, depois veio a verdade: brutal, que te atinge como um raio parindo com violência metáforas; é isso: a verdade é uma metáfora cínica, violenta, prenhe de raiva, que às vezes se transforma em poema.
Posted by carlos pereira at 21:59:50 | Permanent Link | Comments (0) |

2007/01/03

Sem título - porque às vezes só atrapalha

Ontem foi o dia de todos os milagres,  e lágrimas de emoção;  o dia de todas as esperanças e de todos os sorrisos.

Irei plantar uma oliveira em vossa honra e dar-lhe-ei os vossos nomes.

 

Posted by carlos pereira at 16:35:02 | Permanent Link | Comments (0) |

2007/01/02

2007

2006 terminou - ainda bem, digo eu - que não deixa saudades. Nenhumas! A única coisa que me apetece fazer é borrifar os seus dias e meses com largas gotas de ácido sulfúrico, para que percam a memória. E, esperar que 2007, que agora dá os seus primeiros passos, escolha caminhos diferentes para conseguir percorrer os dias que faltam sem muitos sobressaltos.

Apenas desejo, somente, um pouco de paz, serenidade, e sentir o prazer de alguns momentos de felicidade.

Amén!.

Posted by carlos pereira at 17:16:10 | Permanent Link | Comments (0) |

2006/12/14

O pequeno poder

O pequeno poder é o mais perverso, o mais tirano, quando é exercido por alguém que julga
sermos as couves da sua horta.

Posted by carlos pereira at 13:46:54 | Permanent Link | Comments (0) |

2006/12/12

Pinochet (1915-2006)

Augusto José Ramón Pinochet Ugarte morreu...
Por que será que quase todos os ditadores têm vidas obscenamente longas?
Porque acho que quando nascem já não têm alma!
Apenas vísceras....

Posted by carlos pereira at 18:03:10 | Permanent Link | Comments (0) |

2006/11/07

Gerês, há 30 anos

Dias felizes. Dias boémios. Dias gentis.
Dias aconchegados em camisolas de lã.
O meu braço sobre o teu ombro, um tímido beijo.

Cores castanhas. Cores de fogo. Cores quentes,
os meus dedos entre os teus cabelos,
agradável perfume que aspiro com prazer.

Caminhos forrados a folhas que suavizam o nosso caminhar
por entre cascatas de outono, zimbreiros e reflexos solares.

Posted by carlos pereira at 15:47:58 | Permanent Link | Comments (0) |

2006/10/18

Portugal e a Filosofia

A Filosofia deixou de ser disciplina obrigatória no 12.º ano, tornando-se opcional, e já não é exigida para o acesso a qualquer curso do Ensino Superior, incluindo o de FILOSOFIA!

Qualquer dia alguém se vai lembrar de decretar o fim da obrigatoriedade do ensino do português em favor de linguas  mais rendíveis. E,  já agora, aproveitem e  acabem  com a maçada de sermos portugueses e cretinos e decretem o fim de Portugal que só vos causa prejuízo e incómodos. E, assim, duma só penada, livramo-nos, também,  das "bitaitadas" de todos os"Saldanhas Sanches" que pomposamente se passeiam pelos ecrãs das televisões e exibem orgulhosamente e sem pudor a sua superioridade intelectual e moral, provocando em nós essa sensação desconfortável de sermos desprezíveis, amorais, batoteiros.

 

Posted by carlos pereira at 18:24:25 | Permanent Link | Comments (0) |

2006/09/20

D. Luís Filipe Vieira, O SANTO

Ele tinha a história toda na ponta da língua que iria contar sem soluços nem espasmos, para que não dissessem que eram fajardices.

Porque ele sim, os outros não, ele conhecia, tinha os documentos que soubera ler e interpretar como se fosse um hermenêuta, portanto impossível de refutar.

O problema é que o homem não reconhece ser um tolo vaidoso impertinente que gosta de acusar defendendo a sua honradez e honestidade, e a sua vida passada servida como  exemplo lhe desse vigor para admoestar.

E aparece nas  televisões, nos jornais, arrogando para si direitos e epítetos, o dever e o direito sagrados das cruzadas na luta contra o obscurantismo e a tirania  e os diabos dos corruptores e dos corruptos do futebol portugês.

E esgrime à direita e à esquerda, exemplos, atitudes, comportamentos, palavras sábias e indignações como se fosse a padeira de Aljubarrota, ou o sapateiro de Trancoso.

E esqueceu-se que nesta cruzada apenas cabem guerreiros aquartelados em castelos que não têm ameias de vidro

 

Posted by carlos pereira at 15:34:09 | Permanent Link | Comments (0) |

Fim de tarde

Olho através da janela emprestada o escoar do dia,

e vejo pessoas que ruminam, em silêncio, as suas freimas.

Posted by carlos pereira at 00:48:22 | Permanent Link | Comments (0) |

2006/09/19

Carlos, o fotógrafo da alma

Eu sei que apenas pretendes roubar aquele momento, aquele e só aquele instante, para amanhã, no futuro, lembrares as  marcas, as dores, as cicatrizes gravadas na alma não só das pessoas que queres surpreender, mas também dos objectos, da pequena luz que dá cor ao  olhar, da respiração,  da penumbra e do arfar do vento.

Para te lembrares, um dia,  que as cores outras cores tiveram, que a idade outra idade já teve e que as pedras já estão mais gastas, e então perceberes que todos nós mais dias já vivemos.

Posted by carlos pereira at 19:35:12 | Permanent Link | Comments (0) |

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publicado às 16:15


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