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#2559 - Andrei Tarkovsky, Cinema of the Soul

por Carlos Pereira \foleirices, em 19.08.17

 

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publicado às 18:42

Os melhores filmes de todos os tempos, segundo nove diretores fundamentais

Os melhores filmes de todos os tempos, segundo nove diretores fundamentais

 

Nem sempre escolher que filme assistir é uma tarefa fácil. Mesmo com diversas listas de recomendações na internet, ou a possibilidade de verificar a avaliação que cada filme possui nos serviços de streaming, muitas vezes o espectador tem a sensação de ter perdido um valioso tempo de sua vida quando vê os créditos começando a subir na tela.

A situação seria diferente se fosse possível receber recomendações de diretores de cinema renomados nos momentos de dúvida. Pensando nisso, a revista “Esquire” reuniu os melhores filmes de todos os tempos, de acordo com Stanley Kubrick, Woody Allen, Francis Ford Coppola, Quentin Tarantino, Edgar Wright, Guillermo del Toro, Christopher Nolan, Martin Scorsese e Steve McQueen.

Os diretores indicaram grandes clássicos da história do cinema, alguns bastante conhecidos como “Oito e Meio” (Fellini, 1963), indicado por Guilherme del Toro, Martin Scorsese e Wood Allen; “Touro Indomável” (Scorsese, 1980), sugerido por Francis Ford Coppola; “Tubarão” (Spielberg, 1975), que está na lista de Tarantino; e “Um Corpo que Cai” (Hitchcock, 1958), um dos preferidos de Scorsese. No entanto, os cineastas também se lembraram de filmes de menor destaque — mas nem por isso menos relevantes — como “Roxie Hart” (Wellman, 1942), listado por Kubrick; “For All Mankind” (Reinert, 1989), por Christopher Nolan; e “Couch”, por Steve McQueen.

 

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publicado às 10:40

 

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publicado às 23:12

 EDUARDO LOURENÇO

MIGUEL GONÇALVES MENDES

 

Baseado no ensaio de Eduardo Lourenço publicado em 1978 e com o  título "O Labirinto da Saudade - Psicanálise Mítica do Destino Português", Miguel Gonçalves Mendes finaliza o documentário com e sobre Eduardo Lourenço. Este documentário procura revelar o percurso pessoal e literário de Eduardo Lourenço.

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publicado às 16:14

 

VER PROGRAMAÇÃO AQUI

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publicado às 19:51


#1617 - fantasporto 2012

por Carlos Pereira \foleirices, em 15.02.12

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Ver programação aqui

 

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publicado às 18:25


#1529 - Festival de Cinema Luso-Brasileiro em Santa Maria da Feira

por Carlos Pereira \foleirices, em 26.11.11

SESSÃO DE ABERTURA [ DOM | 04 DEZ | 21H30 ]

A MÚSICA SEGUNDO TOM JOBIM – Nelson Pereira dos Santos [BR]

O extraordinário universo da música de Antonio Carlos Jobim não cabe em palavras. Foi com essa idéia em mente e a sensibilidade aguçada que o diretor Nelson Pereira dos Santos, ao lado de Dora Jobim, se dispôs a encarar o desafio de desvendar em filme a trajetória musical do grande compositor brasileiro, autor de uma obra eterna,
de alcance internacional.

SESSÃO DE ENCERRAMENTO [ DOM | 11 DEZ | 21H30 ]

AS CANÇÕES – Eduardo Coutinho [BR]

Coutinho dá vida a um mosaico de homens e mulheres que contam e cantam músicas que marcaram suas vidas. Com habilidade, o enredo liga por canções a vida de desconhecidos.

 

 

 

REALIZADOR EM FOCO – GUSTAVO SPOLIDORO

Gustavo Spolidoro é um realizador brasileiro que no início da sua carreira nutria um gosto muito particular pela construção de ficções em plano sequência (inclusive realizou uma longa metragem em plano sequência, o extraordinário “Ainda Orangotangos”) e que migrou para o documentário.

  • DOM | 11 DEZ | 19H00
    errante
    ERRANTE
    BR | 2012 | FIC | HD | DOC | 70’
    RESUMO DO PROJETO ERRANTE - UM FILME DE ENCONTROS é um longa-metragem documental, com financiamento do FUMPROARTE/RS, feito em conjunção com o projeto de Mestrado que Gustavo S...
  • SAB | 10 DEZ | 00H15
    AINDA ORANGOTANGOS
    BR | 2007 | FIC | 35mm | COR | 81’ Durante 14 horas de um dia quente de verão, quinze personagens transitam pelas ruas e prédios de Porto Alegre. Japoneses vão ao limite no metrô. Garotas se beijam em um ônibus enquanto discutem futebol ...
  • SEX | 09 DEZ | 18H00
    MORRO DO CÉU
    BR | 2007 | DOC | HD | COR | 71’ Morro do Céu é uma pequena comunidade de descendentes de italianos, localizada no alto de uma montanha no sul do Brasil. Lá, o jovem Bruno Storti e seus amigos preenchem os dias de verão entre túneis de tr...
  • SEX | 09 DEZ 16H30
    DE VOLTA AO QUARTO 666
    BR | 2008 | DOC | VIDEO | COR | 15’ Qual o futuro do cinema? Em 1982, em Cannes, Wim Wenders convidou diversos cineastas a responderem esta pergunta. 26 anos depois, a pergunta continua a mesma, mas Wenders está do outro lado da câmera. <...
  • SEX | 09 DEZ | 18H00
    PEQUENOS TORMENTOS DA VIDA
    BR | 2006 | DOC | VIDEO | COR | 20’ Em uma escola, crianças da terceira série descobrem o universo do Poeta Mario Quintana. REALIZAÇÃO: Gustavo Spolidoro ARGUMENTO: Gustavo Splidoro PRODUTORES:  Jaquelin...

 

Ver programação aqui

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publicado às 18:47

 

 

Escrita e realizada por André Badalo, a curta-metragem “Catarina e os Outros” foi produzida pela produtora algarvia Original Features e conta no elenco com Victoria Guerra, Rui Porto Nunes, Cândido Ferreira, Maria João Bastos, Philippe Leroux, Pedro Carvalho, Tiago Aldeia, Luís Garcia e Arminda Badalo.

Segundo a produtora, o Prémio de Excelência é atribuído a uma selecção de curtas-metragens a nível mundial (no caso de 2011 foram distinguidas sete, incluindo a de Badalo), por “mérito artístico e relevância social”.

Em 2010, o realizador algarvio André Badalo foi premiado no mesmo festival de Los Angeles com uma menção honrosa para o filme “Shoot me”, distribuído em 44 salas de cinema nacionais e também em Angola, Cabo Verde e Moçambique, juntamente com o filme “A Cidade”, do realizador americano Ben Affleck.

Os LAMA atribuem anualmente cerca de 300 prémios em 11 categorias, com o objectivo de “celebrar o cinema independente e as artes literárias”, segundo se lê no sítio oficial do festival.

 

In ""

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publicado às 23:30


#1347 - Elizabeth Taylor (1932-2011)

por Carlos Pereira \foleirices, em 24.03.11

Elizabeth Taylor (1932-2011)

 

 

As pálpebras encerram, para todo o sempre, os olhos mais belos do cinema. Só nos resta a memória.

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publicado às 14:34


#1215 - 30.º Festival Internacional de Cinema do Porto

por Carlos Pereira \foleirices, em 20.02.10

 

Ver programação, lista de filmes e secções oficiais competitivas

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publicado às 18:27


#1200 - Prémios Goya 2010

por Carlos Pereira \foleirices, em 15.02.10

 

GOYA 2010, OS VENCEDORES

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publicado às 15:19


#1136 - Eric Rohmer (1920-2010)

por Carlos Pereira \foleirices, em 12.01.10



Jean-Marie Maurice Scherer, aliás Eric Rohmer, faleceu, ontem, 11 de Janeiro, em Paris.


Em memória de um cineasta que me proporcionou nos anos sessenta e setenta grandes momentos de cinema.

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publicado às 00:26


O filme "Singularidades de uma rapariga loura", do realizador português Manoel de Oliveira, foi eleito um dos melhores de 2009 pela revista de cinema francesa "Cahiers du Cinema". [In Público on-line]

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publicado às 20:27


#1088 - Realizador brasileiro roda em Santa Maria da Feira

por Carlos Pereira \foleirices, em 12.12.09

O realizador brasileiro André Francioli está a rodar, até depois de amanhã, na Mata das Guimbras, junto ao castelo de Santa Maria da Feira, a curta-metragem "Hai Kai Diamante", que conta "a história algo assombrada de um rockabilly perseguido no bosque".

 

O calendário de filmagens enquadra-se na 13.ª edição do Festival de Cinema Luso-Brasileiro, a decorrer na cidade até amanhã. Baseando-se numa "tirinha de banda desenhada que apresentava um jogo de signos gráficos muito interessantes", o filme aplica à imagem real não só os símbolos da micropoesia japonesa conhecida como "hai kai" mas também a estética própria da manga, conduzindo a "um final surpreendente com desdobramento de sentidos", explicou o cineasta.

 

André Francioli reconhece que essa diversidade de estilos não será habitual no Brasil, onde "a maior parte do cinema tem hoje pouco interesse para o público e para a crítica porque há uma estandardização da forma determinada pela linguagem das telenovelas".

"Isso leva a que filmes mais interessantes do ponto de vista da linguagem fiquem muito marginalizados e não encontrem espaço no circuito comercial", explica o realizador.

"O grosso da produção média acaba, portanto, por não aprofundar a pesquisa de novas linguagens nem atingir as massas, ficando num limbo sem qualquer interesse", considera.

O cinema português também não se consegue afirmar no Brasil, porque, como refere André Francioli, "não chega ao circuito comercial e passa apenas em festivais".

In JN

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publicado às 23:15


#1055 - 13.º Festival de Cinema Luso-Brasileiro

por Carlos Pereira \foleirices, em 02.12.09



Tem início no próximo Domingo, 6 de Dezembro, o 13.º Festival de Cinema Luso-Brasileiro organizado pelo Cineclube da Feira. Este festival terá lugar no Auditório da Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira.

Pode consultar a programação aqui.

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publicado às 23:28

O filme “Bartolomeu Cid dos Santos – Por Terras Devastadas”, de Jorge Silva Melo, conquistou o prémio de Melhor Filme Português na competição de Filmes sobre Arte do Festival Temps d´Images, que acabou ontem em Lisboa.

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publicado às 12:48



A curta-metragem de ficção “Um Dia Frio", da realizadora portuguesa Cláudia Varejão, conquistou o Grande Prémio de Curta-Metragem no Festival Internacional de Cinema Mediterrâneo de Montpellier, em França.

 

A 31.ª edição do festival decorreu entre 23 de Outubro e 1 de Novembro em Montpellier, onde foram exibidos 239 filmes, passando pelas longas e curtas-metragens de ficção e documentários. Segundo a organização, este ano contabilizaram-se 87.200 espectadores.


Do palmarés, consta a realizadora Cláudia Varejão, premiada com o Grande Prémio de Curta-Metragem pelo filme “Um Dia Frio”, também galardoado em Outubro com o Prémio Especial do Júri no Festival Internacional de Curtas-Metragens de Tânger, em Marrocos.


A curta-metragem foi produzida pela Filmes do Tejo II em co-produção com a RTP2 e a Fundação Calouste Gulbenkian, no âmbito do Programa Criatividade e Criação Artística.


Com Adriano Luz, Ágata Pinho, Ana Rodrigues, Isabel Ruth, Maria D´Aires e Vicente Wallenstein, a película tem argumento de Cláudia Varejão e de Graça Castanheira, e música de Bernardo Sassetti.


No filme, sobre o quotidiano de uma família, a realizadora quis “retratar a intimidade, a partir de gestos e palavras que nos identificam”, informa uma nota sobre a curta-metragem de 27 minutos.


“Procuro um cinema onde, por momentos, se esqueça a ficção e a paisagem humana se insinue, frontal, em cada plano. Onde, quanto mais prováveis e até rotineiros os movimentos das personagens, maior a possibilidade e a probabilidade de se chegar ao âmago de nós”, explica a realizadora no texto.


Nascida no Porto, em 1980, Cláudia Varejão estudou imagem em movimento no curso de câmara, e mais tarde no curso de realização, no centro Restart, em Lisboa.

 

Frequentou o curso de direcção de cinema de ficção na Academia Internacional de Cinema em São Paulo e o curso de cinema do Programa de Criatividade da Fundação Calouste Gulbenkian, com a Deutsche Film und Fernsehakademie Berlim.


A filmografia de Cláudia Varejão inclui o documentário “Falta-me”, de 2005 e a curta-metragem “Fim-de-semana”, de 2007.


Cláudia Varejão tem trabalhado ainda em direcção de fotografia e em projectos de vídeo com artistas de diferentes áreas como Beatriz Batarda, Inês de Medeiros, Joana Vasconcelos, Madalena Victorino, Maria João Pires, Miguel Bonneville e Sandra Faleiro, entre outros.


In Jornal Público

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publicado às 18:54


#904 - Nouvelle Vague Brasileira

por Carlos Pereira \foleirices, em 28.07.09

Da esquerda para a direita: Ilana Feldman, Cléber Eduardo, Luiz Carlos Oliveira Jr., Daniel Caetano, Eduardo Valente e Felipe Bragança. Seis amigos que se tornaram críticos e depois cineastas
Da esquerda para a direita: Ilana Feldman, Cléber Eduardo, Luiz Carlos Oliveira Jr., Daniel Caetano, Eduardo Valente e Felipe Bragança. Seis amigos que se tornaram críticos e depois cineastas

 

Revista BRAVO! | Junho/2009


Uma geração de jovens diretores renova a maneira de fazer filmes no país ao se espelhar nos cineastas franceses que começaram como críticos na revista “Cahiers du Cinéma”, nos anos 60

Por Caroline Rodrigues

Leia seleção de críticas e trechos de filmes dos jovens cineastas

Jean-Luc Godard disse certa vez que filmava para escrever e escrevia para filmar. A frase do diretor francês se explica: antes de criarem a Nouvelle Vague ("nova onda"), cineastas como François Truffaut, Eric Rohmer, Claude Chabrol e Alain Resnais, além do próprio Godard, eram críticos da revista Cahiers du Cinéma. A revolução promovida pelo movimento, surgido em 1959 com a estreia do filme Os Incompreendidos, de Truffaut, deriva, em grande parte, da origem de seus integrantes: para o grupo, era urgente vincular pensamento à imagem cinematográfica, de modo a subverter as regras da indústria do cinema e da narrativa clássica. Na Nouvelle Vague, as imagens são reflexivas.

 

Cinquenta anos depois, algo semelhante ocorre no Brasil. Críticos das revistas virtuais Contracampo e Cinética, oriundos da Universidade Federal Fluminense (UFF), do Rio de Janeiro, começam a desenhar uma geração do cinema brasileiro. Nomes como Eduardo Valente, Cléber Eduardo, Ilana Feldman, Daniel Caetano, Luiz Carlos Oliveira Jr. e Felipe Bragança. Na definição de Valente, eles fazem parte da "missão carioca", que tem como características a defesa das produções de baixo orçamento, o experimentalismo de linguagem e a criação coletiva. Ao mesmo tempo em que refletem sobre quase toda a produção mundial — estrangeiros, independentes ou vinculados à indústria —, procuram colocar suas ideias em prática, por trás das câmeras, algo próximo ao que fizeram os franceses.

 

Essa história começa em 2000, quando Eduardo Valente, professor de cinema da UFF, convidou o aluno Felipe Bragança para escrever na Contracampo, criada por ele, Valente, e pelo jornalista e pesquisador Ruy Garnier em 1998. Era um projeto pequeno, com a intenção de transformar uma "paixão pelo cinema" em textos críticos de ponta. Contando com recursos do Fundo Nacional de Cultura do MinC, a revista defende o cinema que não se submete às regras e à linguagem do mundo comercial. A crítica independente também se caracterizaria dessa forma, disponibilizando online uma vasta reflexão sobre cinema.

 

A amizade e o trabalho conjunto conduziram o professor e o ex-aluno ao set de filmagem. Felipe (como roteirista) e Valente (como diretor) fizeram os curtas-metragens Um Sol Alaranjado (2001) e Castanho (2002). O primeiro foi considerado o melhor curta-metragem no Festival de Cannes de 2002. O prêmio foi um estímulo à realização de um longa-metragem e a garantia da estreia na França. Foi o que aconteceu no mês passado, em Cannes, que exibiu No Meu Lugar (2009), com direção de Valente e roteiro de Felipe. O filme vai estrear no Brasil em julho.

 

Considerando-se mais crítico do que cineasta, Valente diz que o filme nasceu de um desejo de falar algo íntimo e coletivo ao mesmo tempo: sua relação com o Rio de Janeiro, onde nasceu e vive até hoje. Seria uma forma de expor e se contrapor às visões do Rio estabelecidas no cinema de cinco anos para cá — que mostram uma cidade em guerra entre traficantes e policiais —, assunto amplamente comentado em seus textos. Partindo dessa temática, mas tentando mudar o foco, No Meu Lugar retrata o enlaçamento de personagens a partir da montagem de três tempos diferentes, na história de um trágico encontro entre um policial, um assaltante e seu refém, resultando na morte deste.

 

Felipe também acaba de estrear um longa como diretor, A Fuga da Mulher Gorila (2009), feito em parceria com Marina Meliande, outra ex-aluna da UFF. Em janeiro deste ano, o filme ganhou o prêmio do Júri da Crítica da Mostra de Cinema de Tiradentes, em Minas Gerais. A produção se pautou em um processo criativo muito curioso: a equipe conviveu por oito dias dentro de uma Kombi — casa e veículo da personagem mulher gorila e sua assistente. O filme, uma espécie de road movie sobre o subdesenvolvimento dessa arte performática meio circense, reflete o apreço pelo "cine-guerrilha", de baixíssimo orçamento e ousadia na linguagem, que Felipe defendeu em muitos textos de crítica.

 

Em 2006, Valente e Felipe trocaram a Contracampo pela Cinética, outra revista virtual que milita em defesa da produção independente, mas de forma menos acadêmica, com entrevistas com diretores antes do lançamento de seus filmes no circuito, agenda de cinema e cobertura de festivais, mesmo os grandes como o de Cannes — neste ano, feita por Eduardo Valente. Para a Cinética também foi, na ocasião, o casal Cléber Eduardo e Ilana Feldman, críticos que são parceiros de criação cinematográfica: ambos codirigiram os curtas Almas Passantes (2008) e Rosa e Benjamin (2009). Sobre a parceria, Ilana comenta: "É um exercício de diálogo, de negociação e de aprendizagem fantástico, além de tornar a criação e a reflexão territórios menos solitários".

 

Na Contracampo, a saída de Valente e Felipe foi compensada em parte pela chegada de Luiz Carlos Oliveira Jr., outro estudante da UFF. Em um polêmico texto publicado em março de 2009, A Publicidade Venceu, ele cobrou responsabilidade dos críticos com a formação de cinematografias mais artísticas e menos publicitárias, pedindo um papel mais ativo de quem reflete sobre cinema. "A diferença entre uma atividade e outra (o mero debate e a crítica responsável), assim como a diferença entre o cinema e a publicidade, é o que precisa urgentemente ser resgatado", diz no texto. Com esse posicionamento, dirigiu um curta-metragem, O Dia em que não Matei Bertrand (2008), baseado em um conto de seu escritor favorito, Sérgio Sant'Anna.

 

A QUESTÃO DA AUTORIA
Na UFF também surgiu Conceição — Autor Bom É Autor Morto (2007), dirigido por cinco alunos, entre eles Daniel Caetano, crítico tanto da Contracampo quanto da Cinética. Produção coletiva, o filme questiona a ideia tradicional de autoria no cinema, não só na forma de criação, mas também pela temática: as personagens, enfurecidas com seus autores representados na narrativa, os matam no bar onde tomam a fictícia cerveja Conceição, passando a inventar suas trajetórias.

 

Essa questão da autoria começou, justamente, na Nouvelle Vague, como forma de afirmar diretores que desejavam fazer cinema como expressão artística, fossem contemporâneos ao movimento ou mais antigos, pertencentes à indústria do cinema ou independentes. Criou-se na Cahiers du Cinéma a "política dos autores", uma estratégia cujos efeitos foram distorcidos mundo afora, fato admitido na década de 1980 pelos próprios críticos da revista. A distorção corresponde às tentativas de enquadrar, até hoje, o que seria um cinema de autor.

 

Eduardo Valente prefere o termo "cinema como arte", a fim de tirar a discussão do campo intelectual e transportá-la ao "lugar da paixão", que é, segundo ele, o que realmente interessa. Fazer cinema é, no caso do grupo carioca, um encontro entre amigos, Eduardo Valente e Felipe Bragança; entre um casal, Cléber Eduardo e Ilana Feldman; entre colegas de faculdade, Daniel Caetano e Luiz Carlos Oliveira Jr., que realizaram seus filmes com a participação da turma da UFF, codirigindo com Guilherme Sarmiento, André Sampaio, Cynthia Sims, Samantha Ribeiro e Ives Rosenfeld.

 

O que se pode notar, para além da autoria, são os diálogos entre textos e filmes. De Eduardo Valente destaca-se a busca incansável por virtudes nas atitudes humanas, não por falhas. Em cada filme que critica, ele procura um ponto para levar uma questão adiante; nenhum filme é perdido. Em seus curtas, gestos de afeto são destacados, como, por exemplo, em Um Sol Alaranjado, em que se veem os cuidados de uma mulher para com o pai doente. Felipe Bragança, por sua vez, transmite sua militância escrita pelo cinema jovem e independente para seu modo barato de produção, o "cinema de guerrilha".

 

O filme de Luiz Carlos baseado no conto de Sérgio Sant'Anna se destaca por câmeras estáticas e de longa duração, na observação aflitiva de um homem que se prepara para matar outro. Trata-se de um enquadramento que dialoga com o olhar do crítico, preciso e silencioso para observar cada detalhe do que se passa na cena, que, pela longa duração, se explicita em cada canto. Essa estética pode também ser encontrada nos curtas de Valente, no longa de Felipe e em Rosa e Benjamin, de Cléber e Ilana. Neste último, o casal de diretores cria outro casal, a ser observado na intimidade da rotina doméstica.

 

Cada um a seu modo, nos diferentes textos e filmes, esses críticos-cineastas são grandes estimuladores da produção experimental jovem e consolidam esse estímulo também por meio da participação em festivais, cineclubes e mostras, principalmente a de Tiradentes, da qual Valente, Cléber e Luiz Carlos são curadores. Todos eles, além disso, ou dão aulas em cursos de cinema ou fazem pós-graduação na área.

 

Assim, a paixão pelo cinema que a "missão carioca" cultiva equivale ao sentimento transformador dos participantes da Nouvelle Vague francesa. A cinefilia atua em suas vidas como combustível para expandir, cada vez mais, a reflexão em veículo de acesso gratuito, a exibição fora de circuito tradicional e a produção independente.


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publicado às 12:12


#864 - "Bruno"

por Carlos Pereira \foleirices, em 10.07.09

 

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publicado às 00:33


"Ligações Perigosas" e "A Ressaca"

por Carlos Pereira \foleirices, em 18.06.09
Estreiam, hoje, os filmes: "Ligações Perigosas" de Kevin Macdonald com Russell Crowe, Ben Affleck, Rachel McAdams, Helen Mirren, Robin Wright Penn, Jeff Daniels, Harry J. Lennix e Viola Davis e "A Ressaca" de Todd Phillips com Bradley Cooper, Heather Graham e Ken Jeong.
 

"Ligações Perigosas"

 

Sinopse:

Stephen Collins (Ben Affleck), um carismático e promissor político, é visto como o futuro do partido. Todos o olham como o melhor candidato para a campanha presidencial, até que a sua assistente e amante é brutalmente assassinada e segredos enterrados começam a ser revelados. O repórter Cal McCaffrey (Russell Crowe), um velho amigo de Collins, foi destacado para investigar o caso pela sua implacável editora, Cameron (Helen Mirren). Mas assim que ele e a colega Della (Rachel McAdams) tentam descobrir a identidade do assassino, vão perceber que, quando há milhões em jogo, não há integridade, amor ou vida que esteja a salvo. [cinema.ptgate.pt]
 

 

"A Ressaca"

 

Sinopse:

Dois dias antes do seu casamento, Doug e três amigos rumam em direcção a Las Vegas para uma despedida de solteiro que nunca mais irão esquecer. Mas na verdade, quando os três padrinhos acordam na manhã seguinte, eles não conseguem lembrar-se de nada. Sem saberem como e porquê, eles encontram um tigre na casa de banho e um bébé de 6 meses no guarda-roupa da suite do Hotel Caesars Palace. A única coisa que não conseguem encontrar é Doug. Sem qualquer pista sobre o que se passou na noite anterior e com muito pouco tempo, o trio tem agora que tentar reconstituir a noite passada para encontrar Doug e regressar rapidamente a L.A. a tempo do seu casamento. [cinema.ptgate.pt]

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publicado às 23:03


Dois filmes portugueses no Euroscópio 2009

por Carlos Pereira \foleirices, em 16.06.09

Portugal vai participar no VI Festival de Cinema Europeu - Euroscópio 2009, que se vai realizar na Venezuela, de 18 de Junho a 2 de Julho, com dois filmes, “Sapatos Pretos” de João Canijo e “Dot.com”, uma comédia de Luís Galvão Teles. [publico.pt]
 

 

 

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publicado às 18:51


João Salaviza vence grande prémio de Cannes para Curtas-Metragens

por Carlos Pereira \foleirices, em 25.05.09

 

Foi certamente uma surpresa para o realizador, que ontem mesmo dizia ao PÚBLICO, em Cannes, que “Arena” não era um filme “para ganhar aqui”. Mas ganhou. A sua curta-metragem venceu o Grande Prémio da competição de curtas-metragens, lançando para o centro das atenções a obra deste jovem realizador de 25 anos, ainda estudante de cinema no Conservatório.
Na apresentação de “Arena” (única obra portuguesa em competição no festival), o crítico do PÚBLICO Vasco Câmara classificava-a como “uma curta vigorosa”, um filme “híbrido entre o documento da realidade e o espectáculo da sensualidade dos corpos e do espaço”. É uma história centrada num jovem em prisão domiciliária. Mas o realizador recusava a ideia de querer, com “Arena”, transmitir qualquer mensagem ao mundo, como o tinha apresentado a sua produtora, Maria João Mayer. “Nunca diria de mim isso de querer ‘falar ao mundo’, mas sim, reconheço-me, tendo em conta que os filmes, para mim, são uma reacção a qualquer coisa”, sem terem de ser um manifesto.
“Arena” acrescenta o prémio agora conquistado em Cannes ao que já tinha ganho no IndieLisboa, no início de Maio. A notícia da sua selecção para a competição de curtas em Cannes foi recebida já na contagem decrescente do festival, mas isso não fez com que o realizador perdesse o sentido da realidade. Já em França, admitia que, para além do “glamour” que irremediavelmente se respira na Croisette, o festival aposta também “numa programação arriscada”. “Não estão à procura da típica curta com a ‘punchline’ final. Estão à procura de coisas novas. Senti que o meu filme foi escolhido por isso”.
“Arena” confirmou-se, assim, “uma coisa nova”. Expressão, afinal, de que “os filmes portugueses estão condenados a serem descobertas dos festivais internacionais”, notava Salaviza. [publico.pt]

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publicado às 17:07


Millennium, o filme, já anda por toda a Europa

por Carlos Pereira \foleirices, em 25.05.09


Noomi Rapace está a dar que falar. A actriz é Lisbeth Salander no filme que adapta “Os Homens que Odeiam Mulheres” (ed. Oceanos), o primeiro volume da saga “Millennium” do escritor sueco Stieg Larsson (1954- 2004), que está a estrear em vários cinemas europeus. Esta semana, a propósito da sua passagem por Cannes, o “The Hollywood Reporter” escreveu: “Esqueçam Lars von Trier. A maior estrela escandinava em Cannes este ano é Noomi Rapace.”

A actriz que era uma desconhecida até ter entrado neste filme está destinada a ser a próxima “big star” europeia. Noomi Rapace é descrita por Niels Arden Oplev, o realizador do filme, como “explosiva”. “Ela é como uma granada de mão a que se tirou cavilha de segurança. É imprevisível.”

Depois dos países escandinavos, o filme já estreou em França, na Suíça e na Bélgica. E no dia 29 de Maio irá para as salas de cinema espanholas, italianas e canadianas. Até ao fecho da nossa edição, o filme ainda não tinha sido comprado para Portugal, mas estaria a ser negociado em Cannes.

Com o título em inglês “The Girl With the Dragon Tattoo”, foi rodado em Estocolmo, começou por ser feito para a televisão e tem nos principais papéis actores suecos. O outro papel principal, o do jornalista Mikael Blomkvist, é o actor Michael Nyqvist. Só na Escandinávia fez 2, 4 milhões de espectadores e a produtora Yellow Bird já está a preparar os filmes seguintes - compraram os direitos de adaptação ao cinema antes de os livros terem sido publicados.

A actriz sueca de 29 anos aprendeu a andar de mota e treinou técnicas de combate para interpretar este papel que nos livros quase parece uma heroína da banda desenhada. E foi buscar ao seu passado coisas que a ajudaram a entrar no papel: quando tinha 13, 14 anos cortou o cabelo, praticava judo e kung-fu, e nessa época lamentava não ter nascido rapaz. O agente da actriz tem tido conversas com produtores norte-americanos e europeus que lhe têm enviado muitos argumentos. Mas Noomi Rapace só está interessada em papéis complicados, como o de Lisbeth Salander (a “hacker” gótica e bissexual que interpreta em “Dragon Tattoo”), e não quer fazer “comédias românticas tontas”.

Segundo a revista “Variety” o filme já foi comprado pela Polónia e está em negociação a sua venda para o Reino Unido e a Alemanha. O terceiro (e último) volume de “Millennium”, “A Rainha no Palácio das Correntes de Ar” (Oceanos) irá para as livrarias portuguesas no dia 2 de Julho.


Post retirado do blog de Isabel Coutinho

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publicado às 16:49


James Graham Ballard [1930-2009]

por Carlos Pereira \foleirices, em 20.04.09

James Graham Ballard,  autor do Império do Sol que Spielberg adaptou ao cinema faleceu no dia 19 de Abril aos 78 anos.

 

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publicado às 12:57


"Linha de Passe" e "Isto é Inglaterra"

por Carlos Pereira \foleirices, em 16.04.09

Estreiam, hoje, os filmes "Linha de Passe" de Walter Salles e Daniela Thomas e "Isto é Inglaterra" de Shane Meadows. Estes filmes foram exibidos na biblioteca municipa de Santa Maria da Feira: "Linha de Passe" foi o filme de abertura do 12º Festival de Cinema Luso-Brasileiro e "Isto é Inglaterra" no 14º aniversário do Cineclube da Feira.

 

"Linha de Passe"

 

Sinopse:

São Paulo. 19 milhões de habitantes, 200 quilómetros diários de engarrafamento. No coração de uma das maiores metrópoles do mundo, quatro irmãos tentam reinventar suas vidas. Reginaldo, o mais novo, procura obstinadamente o seu pai, que nunca conheceu. Dario, prestes a completar 18 anos, sonha com uma carreira como jogador de futebol profissional. Dinho, funcionário de um posto de gasolina, procura na religião o refúgio para um passado obscuro. Dênis, o irmão mais velho, já é pai de um filho e ganha a vida como estafeta. No centro desta família está Cleusa, 42 anos, grávida do quinto filho. Ela trabalha duro como empregada doméstica enquanto luta para manter os filhos na linha. Para sobreviver à brutalidade de uma cidade onde as oportunidades se afunilam, eles só podem contar um com o outro. [cinema.ptgate.pt]
 

"Isto é Inglaterra"

 

Sinopse:

"This Is England" é a história de umas férias escolares de Verão, essas longas semanas entre dois anos lectivos onde muitas coisas que podem mudar a vida de uma pessoa podem acontecer. Estamos em 1983 e as aulas acabaram. Shaun (Thomas Turgoose) é um rapaz de 12 anos, bastante reservado, que está a crescer numa triste cidade costeira e cujo pai morreu em combate, na Guerra das Falklands. Durante estas férias de Verão, Shaun vai encontrar novos modelos masculinos a seguir quando os rapazes da cena skinhead local o aceitam no seu seio. Com estes novos amigos, Shaun descobre o mundo das festas, do primeiro amor e das botas do Dr Martin! É aí que conhece Combo (Stephen Graham), um skinhead mais velho e racista, que saíu há pouco tempo da prisão. Na medida em que o bando de Combo molesta as minorias étnicas da pequena cidade, o caminho está aberto para um ritual de passagem que levará Shaun da inocência à experimentação.[cinema.ptgate.pt]

 

Post retirado do blog "bibliotecadafeira"

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publicado às 16:40


Tropfest - Festival de curtas-metragens

por Carlos Pereira \foleirices, em 09.04.09

 

 

O Tropfest é o maior festival de curtas-metragens do mundo. Começou há 17 anos atrás em Sydney e no ano passado teve a sua primeira edição em Nova Iorque.

O vencedor de 2008 filmou a sua curta-metragem recorrendo apenas a um com um telemóvel. O seu orçamento foi de cerca de 20 euros. Jason Van Genderen escolheu como tema os sem abrigo e fez o vídeo que pode ver aqui na Visão On-line.

O nome do festival tem origem no local da primeira edição - o Tropicana Café em Darlinghurst. Desde o ano de 1993 que o mentor deste evento, John Polson, tem vindo a criar novas categorias a concurso, tendo sempre como base as curtas-metragens.

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publicado às 13:31


"Milk" no auditório da biblioteca municipal de santa maria da feira

por Carlos Pereira \foleirices, em 03.04.09


No âmbito da programação do Cineclube da Feira, dia 5 de Abril, pelas 21h45, o filme "Milk" de  Gus Van Sant, será exibido no auditório da biblioteca municipal de Santa Maria da Feira.

 

Sinopse:

Cansado de se esconder de si próprio, Harvey (Sean Penn) abandona o seu bem remunerado emprego em Wall Street e decide sair do armário, mudando-se para o distrito "Castro" em São Francisco com o seu amante de longa data, Scott Smith. Na comunidade colorida de Castro, pequenas vitórias conduzem a outras maiores e Harvey ao falar abertamente por aquela maioria silenciosa, acaba por ser o primeiro politico homossexual a ganhar as eleições. [cinema.ptgate.pt]

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publicado às 23:01


Prémio de melhor longa-metragem do ano

por Carlos Pereira \foleirices, em 26.01.09

"Slumdog Millionaire", de Danny Boyle eleito melhor filme do ano


O filme "Slumdog Millionaire", do realizador britânico Danny Boyle, conquistou sábado à noite, em Los Angeles, o Prémio de Melhor Longa-Metragem do ano atribuído pelo sindicato norte-americano de produtores de cinema.

"Slumdog Millionaire" deixou para trás outros favoritos como "Batman, o Cavaleiro das Trevas", de Christopher Nolan, "A Estranha História de Benjamin Button", de David Fincher, "Frost/Nixon", de Ron Howard, e "Milk", de Gus Van Sant, segundo a revista norte-americana Variety.

O filme de Danny Boyle confirma assim as preferências da comunidade cinematográfica norte-americana para a conquista de Melhor Filme na cerimónia dos óscares deste ano, prevista para 22 de Fevereiro, em Hollywood.

"Slumdog Millionaire" decorre em Bombaim, na Índia, e conta a história de um jovem indiano iletrado que conquista a final da versão local do concurso televisivo "Quem quer ser milionário?".

 

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publicado às 16:10


"Vicky Cristina Barcelona" de Woody Allen

por Carlos Pereira \foleirices, em 22.01.09
Estreia, hoje, o filme "Vicky Cristina Barcelona" de Woody Allen com Javier Bardem, Penélope Cruz, Scarlett Johansson e


 

 Sinopse:

Vicky (Rebecca Hall) e Cristina (Scarlett Johansson) são as melhores amigas do mundo mas têm atitudes completamente diferentes no que toca ao amor. Vicky é sensata e está noiva de um respeitável jovem. Cristina é sexual e emocionalmente desinibida, sempre em busca de uma paixão arrebatadora. Quando Judy (Patricia Clarkson) e Mark (Kevin Dunn), parentes distantes de Vicky, se oferecem para recebê-las num Verão em Barcelona, elas aceitam imediatamente: Vicky quer passar o último mês de solteira a pesquisar para o mestrado e Cristina procura uma mudança de cenário para fugir dos destroços da sua última separação. Uma noite numa galeria de arte, Cristina, novamente em forma, instantaneamente fixa o olhar no mais intenso e provocador homem na sala, Juan Antonio (Javier Bardem), um belo pintor. Cristina fica ainda mais intrigada quando Judy lhe segreda que Juan Antonio teve uma relação tão explosiva com a sua ex-mulher, Maria Helena (Penélope Cruz) que até se tentaram matar. Mais tarde, quando Vicky e Cristina estão a jantar, Juan Antonio aproxima-se da mesa delas com uma proposta ousada: voarem com ele numa viagem de fim-de-semana para a cidade provincial de Oviedo, onde sugere que explorem as maravilhas culturais, bebam bons vinhos, e façam amor juntos. Vicky considera a proposta ofensiva mas Cristina fica encantada com o estilo directo de Juan e com o seu carisma e convence Vicky a acompanhá-los... [ptgate.pt]

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publicado às 18:44


Novo filme de Manoel de Oliveira estreia em Berlim

por Carlos Pereira \foleirices, em 18.01.09


O novo filme de Manoel de Oliveira, "Singularidades de uma rapariga loura", passará em estreia mundial na 59.ª edição do Festival Internacional de Cinema de Berlim, em Fevereiro, anunciou a organização do certame.

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publicado às 22:17


"O silêncio de Lorna" no auditório da biblioteca

por Carlos Pereira \foleirices, em 16.01.09

No âmbito da programação do Cineclube da Feira, dia 18 de Janeiro, pelas 21h30, o filme " O silêncio de Lorna" de Jean-Pierre Dardenne e Luc Dardenne , será exibido no auditório da biblioteca municipal de Santa Maria da Feira.

 

 

Sinopse:

Para se tornar proprietária de um bar com o namorado Sokol, Lorna, uma jovem albanesa a viver na Bélgica, deixa-se envolver nos planos de Fabio, que lhe propõe um casamento falso com Claudy para conseguir nacionalidade belga. Mas Fabio quer mais do que isso: quer que Lorna volte a casar com um mafioso russo disposto a pagar uma grande quantia de dinheiro para obter nacionalidade belga. E, para que este segundo casamento se concretize, planeia matar Claudy. Conseguirá Lorna permanecer em silêncio?

 

Post retirado do blog "Biblioteca da Feira"

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publicado às 21:18


A outra faceta de Clint Eastwwod - compositor

por Carlos Pereira \foleirices, em 14.01.09

 

Vídeo do filme "Gran Torino"


Clint Eastwood compôs a canção do filme "Gran Torino" de que é realizador

elmundo.es | Madrid

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publicado às 18:37


Novo filme de Almodóvar

por Carlos Pereira \foleirices, em 13.01.09

'Los abrazos rotos' com estreia a 18 de Março

Un momento del rodaje junto al Palacio Real. (Foto: Alberto DiLolli)

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publicado às 19:37


CineClube da Feira

por Carlos Pereira \foleirices, em 15.11.08

 
"Paris" no auditório da biblioteca

 

No âmbito da programação do Cineclube da Feira, dia 16 de Novembro, pelas 21h30, o filme " Paris" de Cédric Klapisch, será exibido no auditório da biblioteca municipal de Santa Maria da Feira.

sinopse
Pierre (Romain Duris), um jovem bailarino parisiense, descobre que sofre de uma doença que lhe poderá ser fatal. A perspectiva da morte faz com que valorize a sua vida e a das pessoas com quem se cruza diariamente no seu bairro, seja a sua irmã (Juliette Binoche), os vizinhos ou os comerciantes. Através de um novo olhar, Pierre assiste ao desenrolar das histórias destas pessoas, dos seus problemas, dos seus encontros e das suas emoções... 
 

intérpretes
Juliette BinocheRomain Duris, Fabrice Luchini

Post retirado do blog "bibliotecadafeira"

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publicado às 19:05


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