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publicado às 22:37

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De 23 de Setembro a 11 de Novembro de 2017, na Sala de Exposições da Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira.

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publicado às 19:55

No âmbito da programação de artes plásticas, a biblioteca municipal apresenta a exposição de desenho e escultura "Figuras de estilo" de Eduarda Coimbra e Telmo Mota.


“Simbiose entre desenho e escultura, gravitando em redor de referências literárias, esta exposição propõe uma viagem às fronteiras da representação onde as técnicas académicas se fundem com uma estética maneirista, conceptual e contemporânea." Eduarda Coimbra e Telmo Mota.


patente de 23.set.2017 a 11.nov.2017

horário: 
seg. a sex. 10h00 » 19h00 
sáb. 10h00 » 17h00


Informação retirada da página do Facebook da Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira

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publicado às 22:25

 

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publicado às 12:53

 

 

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publicado às 18:54


#2133 - A Europa na Geografia da História

por Carlos Pereira \foleirices, em 18.01.17

VASCO GRAÇA MOURA

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"Antes de mais eu queria agradecer este convite para vir a Santa Maria da Feira e ainda agradecer, pela sua presença aqui, ao José Saramago com quem, desde há muitos anos, tenho uma excelente relação de amizade e de grande admiração pela sua obra. Acontece que no meu curriculum isso está exarado, uma vez que fui Presidente do Júri que,em '86, atribuiu o Prémio D. Dinis a O Ano da Morte de Ricardo Reis, antes, portanto, do Prémio Nobel. E, singularmente, tanto O Ano da Morte de Ricardo Reis como um outro livro que José Saramago publicou mais tarde, e de que eu, devo dizer incidentalmente, gosto menos,Jangada de Pedra, consistem de algum modo em meditações sobre a Europa. A Europa dos anos trinta, no caso de "Ricardo Reis", portanto a Europa das inquiteções que se desenhavam e acumulavam no horizonte europeu a partir de '36; a Europa da adesão de Portugal e Espanha à CEE, no caso da "Jangada". Esta Europa foi objecto de uma meditação sob forma, digamos, de parábola literária por parte de José Saramago. Por sinal na Jangada de Pedra, trata-se de uma parábola extremamente clara da concepção que o José Saramago fazia, e faz ainda hoje, de um papel histórico para Portugal e para Espanha como ponte priveligiada situada no Atlântico, algures entre o Brasil e África; concepção que eu respeito, não correspode à minha, mas que é, sem dúvida, importante e tanto mais 

importante o é quando se trata de obras excelentemente bem escritas e coroadas, no seu conjunto, por um prémio da envergadura do Prémio Nobel.

 

Devo também dizer que comungo de algumas perplexidades, provavelmente não com o mesmo fundamento ideológico, que foram expressas por José Saramago. Sou profundamente céptico, por exemplo, quanto à veleidade federadora da Europa, tal como parece estar a desenhar-se no quadro da Convenção. Sou profundamente céptico quanto à maneira como certas ópticas de Bruxelas encaram uma série de problemas sectoriais e gerais da Europa. E penso, sobretudo, que a Europa existe, que é um continente com um conteúdo e que tem uma série de traços específicos, muitos dos quais, de resto, exportou para fora das suas fronteiras, mas penso também que há uma coisa que falta para que possamos falar de uma verdadeira cidadania europeia. Não é apenas uma maior transparência, uma mais cuidada e completa informação dos cidadãos sobre o que se passa nos centros de decisão das instituições europeias; a questão é que não temos uma relação afectiva com a Europa. Podemos ter uma excelente relação intelectual, podemos problematizar, construir, desenvolver, tecer todas as considerações que quisermos sobre a Europa, a História da Europa, a Geografia da Europa, o papel da Europa no mundo, mas falta-nos aquilo que nos une à nossa terra, que une aos que são daqui a Santa Maria da Feira, aos que são do Porto à cidade do Porto, aos que são portugueses a Portugal, aos que são espanhóis a Espanha, aos que são italianos a Itália, falta essa componente afectiva que faz com que, por exemplo, um americano quando fala em the nation, a nação, ponha a mão no peito e se sinta norteamericano. Nós, nesse sentido, ainda não nos sentimos europeus, e vai certamente faltar bastante tempo para que consigamos (o que não quer dizer que vamos desistir). Posto isto, queria abordar o tema que me foi proposto: "Dante ou Shakespeare, qual o poeta desta hora absurda?". E, de algum modo, temos de considerar que há uma matriz europeia que permite pegar em dois autores tão diferentes como Dante ou Shakespeare e tentar, a partir deles, encontrar uma resposta a esta questão. Eu devo dizer que prefiro transformar este díptico, Dante ou Shakespeare, num tríptico, e acrescentar um terceiro nome que é o de Balzac, porque penso que ele abre algumas pistas importantes para a questão. E, por isso, vou utilizar partes de um ensaio que tenho andado a escrever, de que farei uma síntese, que é mais ambicioso, digamos assim, mas que nalguns aspectos é mais do que um título, prenuncia, de algum modo, quanto a esses autores aquilo que no século XX já veio a chamar-se o teatro do absurdo, ou seja, uma certa consciência do absurdo, na sua forma de espectáculo, ou, pelo menos, de encenação.

 

Penso que Dante, Shakespeare e Balzac são os três maiores autores da literatura ocidental, depois de Homero. O José Saramago ainda não chegou à canonização post mortem, portanto não tem que figurar nesse panteão, e digo isto com muito boas razões: um dos maiores críticos americanos - agora permitam-me um parêntesis - Harold Bloom que, de resto, fez há tempos uma conferência sobre José Saramago, em Lisboa, acaba de publicar um livro chamado Genius (génio), em que procura percorrer a obra de uma série de génios, para ele praticamente todos europeus, e ligados àquilo que ele considera ser o cânone ocidental; ora bem, na introdução ele diz: "Só falo dos mortos e não falo de Saramago porque ele ainda não morreu", o que é, portanto, um bom álibi para mim, por referir Dante, Shakespeare e Balzac como os três maiores autores da literatura ocidental, depois de Homero, e que são, também em minha opinião, os que mais profundamente compreenderam e organizaram na sua obra o espectáculo da condição humana no confronto violento dos seus comportamentos, dos sentimentos e dos conflitos com as normas supostamente aplicáveis e os chamados códigos de comportamento corrente.

 

Cada um à sua maneira, não apenas pela via do teatro, porque só Shakespeare é que no fundo cultivou o teatro, eles dramatizaram, no caso de Dante, o percurso do ser humano pela via da regeneração estra-terrena, o chamado status animarum post mortem, o estado das almas depois da  morte; no caso de Shakespeare, a paixão amorosa e a paixão política e o seu terrível efeito nos protagonistas, no caso de Balzac, o papel do dinheiro, do interesse económico e do individualismo egoísta como mola real das sociedades modernas. São três vias do espectáculo no sentido globalizador. Provavelmente são, para a nossa civilização europeia, no plano da criação literária, as três matrizes principais dela, para além das múltiplas metáforas que o termo espectáculo proporciona.

 

São três vias do espectáculo, mas que também podemos considerar aproximadas de uma noção de absurdo, embora sejam diferentes os termos em que essa noção se põe em cada um dos casos considerados, como também será diferente a nossa própria procura de sentido a empreender na leitura de cada um deles. No caso de Dante, por exemplo, o absurdo, para ele, só poderia estar correlacionado com a transgressão dos códigos de Deus. Não há absurdo gratuito nem as suas descrições do inferno se pretendem absurdas, o inferno dele é uma consequência absolutamente lógica daquela transgressão dos códigos de Deus e, por sua vez, é uma consequência simbolicamente ilustrada em cada um dos horrores e abjecções que nos descreve como correlativos dos vícios e das degradações da vida terrena.

 

Para a mentalidade religiosa medieval, o inferno, enquanto ausência de Deus, tinha de ser uma presença, era um vazio que tinha de ser um "cheio" (cheio de casos exemplares de expiação e lamento). Talvez por isso pudéssemos dizer que, nesse sentido, o absurdo não tem lugar na catedral minuciosamente agenciada que é a Divina Comédia, uma vez que nela o horror, sendo uma forma de castigo, é ainda uma forma de sentido. Mas é claro que hoje, numa sociedade laica que há muito perdeu a força no senti´do escatológico, tal como ele era vivido no tempo de Dante, a maior parte dos casos do labirinto dantesco surge-nos como outras tantas figurações do absurdo que tendemos a aproximar, por exemplo, do impacto visual da pintura de um Jeronimus Bosch, produzida dois séculos mais tarde, em relação à qual perdemos uma chave de leitura coerente, talvez por ser uma chave iniciática que nunca chegou a ser bem explicitada. Há quem sustente que aqueles horrores, aquelas figuras monstruosas do Bosch, eram pintados com vista à contemplação por parte dos iniciados de uma seiat existente nos Países Baixos a que ele pertenceria e, portanto, seria uma meditação que no fundo faria sentido a partir da contemplação do absurdo.

 

Mas para lermos Dante correctamente, não podemos esquecer que nele o verdadeiro espectáculo está ligado ao cenário cósmico supremo e a um Deus feito de luz, espectáculo total e totalizante, em que todo o universo se subsume e que não exclui a inúmera série de espectáculos menores que nos é dado presenciar, muito em especial no Inferno e no Purgatório, e que nesse pulular concreto, nesse fervilhar vivencial, tornam o texto repassado de humanidade e realismo, do vício à regeneração e do castigo à recompensa. À sua maneira, Dante cria a obra de arte total, a que os alemães do fim do século XIX chamavam Gesamtkunstwerk, e convoca todos os saberes, todas as instâncias da criação cultural, todas as tradições cultas, todos os mitos, todos os seres, todas as paisagens, todas as invenções linguísticas e todas as experiências. Parte do labirinto das abjecções para a rarefação etérea da pureza, parte do espectáculo aviltante do pecado para a cena sublime e inatingível de Deus. Mas ele assume tudo isso na sua própria personalidade. Escreve o guião, faz a encenação, faz o ensaio, faz as marcações, puxa a cortina, apupa, aplude, pune, salva, o que torna o espectáculo ainda mais intrinsecamente complicado e, talvez, mais absurdo. Um homem arroga-se o lugar de Deus, de uma espécie de lugar-tenente e de intérprete autorizado de Deus, e fala em nome dele. A sua comédia polariza-se entre o absurdo de Deus e a prerrogativa de quem, assim como quem dele usurpa o lugar, contra todas as ortoxodias, fabrica uma diva, a Beatriz, para, na luz de Deus, só contemplar uma bem-aventurança e, como nas grandes feéries dos espectáculos humanos, conclui sobre os focos das girândolas da luz da metafísica e das gambiarras divinas. E também duplica os jogos dos actores. De algum modo, Dante está para Deus como Beatriz está para a vergine madre, a virgem mãe, filha do seu filho, e como Adão e Eva evocam ser o primeiro homem e a primeira mulher, emblemáticos progenitores de todos os espectáculos e de todos os absurdos, que hão-de reconduzir sempre à vertigem do logos divino e do seu sentido, pelo menos no que deles nos é dado entrever como ultimo fim do ser humano.

 

Muito diferente é Sakespeare. Ele problematiza de outra maneira os conflitos, os vícios e as paixões do mundo. Conhece, imagina e encena a disputa do poder e a violência amorosa, o desastre e a guerra, a verdade e a mentira, a intriga e o crime. Mostra a História e as histórias como espectáculo permanentemente nosso contemporâneo, entrecruza o destino com as molas reais do comportamento dos homens e disso se faz o trágico inevitável e irreversível do seu e do nosso teatro. Diz Harold Bloom, de quem já falei, que Shakespeare é quem conhece melhor a nossa natureza porque foi ele quem os inventou. Será de acrescentar que nos inventou como bodes expiatórios e sem outra saída, ou seja, cada um só lhe interessa como bode expiatório verídico da tragédia. Nele o ser humano só existe à luz insidiosa da traição ou para ser traído. Pode haver fontes conhecidas de muitas das suas peças, nomeadamente das históricas,mas não há precedentes consistentes nem do Hamlet, nem do Rei Lear, nem de Macbeth, nem de Otelo, antes dessas peças serem escritas. E Shakespeare não conhece Deus. Ele cria as suas criaturas, cria a sua medida e desmedida do humano, do humano sacrificado ao altar da fatalidade irreversível, não por uma evolução de razões de predestinação, não por um destino fixado nos astros, uma rejeição do livre arbítrio que, para o mundo religioso da época, era conferido ao homem por Deus, mas porque o crer das suas personagens acaba por ser um crer confinado a si mesmo, à luz de um mal sem alternativa. Todos os homens são maus e reinam na sua maldade, diz-se num dos sonetos, de um mal que é tão natural, como é natural a humana desumanidade nos conflitos a que conduz. Mesmo através das hesitações de Hamlet, em que afinal é meramente ilusório o esboçar das possibilidades de escolha.

 

Só o maneirismo shakespeareano poderia tornar possíveis todas as violências, todas as dilacerações, todas as interrogações e todas as ferocidades à escala de um palco de instabilidade e de almas estruturadas. Em Shakespeare todo o mundo é um palco, all the world is a stage, não um curso alu.cinado de sombras e de sonhos como em Calderón,  mas sim um entrechocar pungente de seres vivos a culminar na tragédia e na solidão de que os restantes humanos, os que sobreviveram, apanham os restos e os cacos, para deles formarem uma imagem do mundo e de si mesmos. Por isso, o absurdo do Shakespeare nos toca pelo seu teor de crua deumanidade. Por isso, também, surge numa altura em que o individualismo renascentista da confiança do homem já está em decadência, já está em crise. É uma confiança que já está a ser triturada por um feroz mecanicismo do Estado absoluto que se vai impondo cada vez mais. Na obra de Shakespeare, Deus como sentir supremo do universo jã não se encontra aos comandos. O absurdo shakespeareano  tem a ver com a trágica falta de sentido da sociedade humana, prolongando mais violenta e radicalmente os tópicos renascentistas da "nave dos loucos", do "mundo às avessas", dos disparates e do "desconserto do mundo", que também foram tema para o nosso Camões. O homem deixa de compreeder o seu destino e tende a ser apresentado como joguete de forças e de catástrofes que não controla. O nosso poeta nacional também o intuiu e apresentou uma saída que para ele acabaria por corresponder à formulação de uma hipótese de sentido metafisicamente alicerçada. Há um soneto em que o Camões descreve uma série de problemas para os quais não encontra solução e termina dizendo: "Mas  o melhor de tudo é crer em Cristo".

 

Quanto a Balzac, ele escreve numa sociedade aparentemente mais demesticada no tocante à violência física e sangrenta nua e crua, mas compreende todos os mecanismos da paixão, do poder e do funcionamento do dinheiro, da estruturação social em função dele, da sujeição dos comportementos e dos sentimentos à sua força, da violência social e moral que ele pode acrretar.

 

O seu espectáculo, a "comédie humaine", já não "a comédia divina", vive dessa encenação de aristocratas e plebeus, de banqueiros e de políticos, de magistrados e de comerciantes, de aventureiros e de arrivistas, de rurais e citadinos, de herdeiras e de cortesãs, cujos nós seriam urdidos pelo seu conterrâneo Joseph Fouché, o chefe da polícia, a orientar-se friamente por um Nasdaq avant la lettre, tudo reconduzido a uma ordem cujas leis implacáveis relevam o poder económico e os ditames da burguesia instalada. O espectáculo está mais próximo de nós e poe em cena toda a sociedade. Marx valorizava-o nas suas análises, porque Balzac tinha compreendido essa específica actuação entre a ficção e a realidade.

 

À sua maneira, Balzac é ainda shakespeareano, descontados o sangue derramado e a brutalidade dos meios de liquidação das personagens. E domestica o romantismo dos impulsos, a dominar o século XIX, que por alguma razão fez leituras próprias de Dante e Shakespeare, várias vezes no tablado da ópera e no teclado das escalas, no ritmo e na orquestração das emções. A tudo isso, Balzac substitui, no seu universo, as noções de processo judicial, de mecanismos de crédito, de especulação, de ganho e de falência, de crimes de colarinhos brancos e de crime tout court, as ambições e as frustrações, as regras sombrias de uma entidade difusa - o Estado -  e de um demónio omnipresente - o dinheiro - , as manhas e expedientes de  cada um, que funcionam em vez das vias do pecado, da perdição e da expiação de que fala Dante, e em vez dos punhais sub-reptícios e dos venenos isabelinos apresentados em Stratford-on-Avon.

 

Se quisermos referi-lo a Dante, em Balzac o inferno chama-se falência, o purgatório chama-se carreira, o paraíso chama-se sucesso. O espectáculo, com ele, transfere-se definitivamente para a ordem do imanente. Com Dante, somos uma nostalgia do divino; com Shkespeare, somos um arrepio catártico ante a ferocidade do mundo; com Balzac tornamo-nos todos participantes do grande espectáculo da sociedade moderna. Correspondentemente, a noção de sentido foi mudando e a de absurdo também. O século XIX português fez nele uma primeira incursão com o Frei Luís de Sousa de Almeida Garrett, embora orientada para o absurdo da decadência nacional. Mas também o nosso século XIX revisita rapidamente o mundo às avessas, dando-nos a faceta de um Faustino Xavier de Novais; os defuntos a tremer, / com desejo de aquecer, / buscam serviços activos: / vão à caça, pescam, dançam, / e quando lassos descansan, / rezam por alma dos vivos.

 

Para a hora de hoje, para esta hora absurda, e já que não falamos em Kafka, qual dos autores referidos poderá ilustrá-la melhor? Se formos por essa via, tenho para mim que qualquer um deles nos oferece textos que podemos ler como parábolas a tal respeito. Só que provavelmente elas ficam todas aquém da realidade. Assim como George Steiner observa que os horrores de Dante não são nada comparados com os dos  campos de concentração nazis, também podemos dizer que os de Shakespeare, no esbracejar impotente de cada personagem condenada na sua individualidade única, não são nada ao pé das purgas, torturas e genocídios provocados por totalitarismos e fundamentalismos de vária ordem ao longo do século XX, e ainda que os de Balzac não ultrapassam a infância da arte, no confronto com a selva que é hoje a vida financeira internacional e a desmultiplicada hipocrisia do poder.

 

Poderes absurdos, portanto, que não estão quantitativamente à medida dos que conhecemos em tempos muito mais próximos de nós, mas que dão bem a medida da aspiração da alma humana a um sentido da harmonia e da felicidade, nas expressões mais genialmente artísticas que lhe couberam e que, por isso mesmo, comportam, de algum modo, uma hipótese de redenção se neles procurarmos um sentido".

 

Intervenção de Vasco Graça Moura no Simpósio sete sóis sete luas realizado no ano de 2002 em Santa Maria da Feira no Auditório da Biblioteca Municipal e subordinado ao tema "A Europa na Geografia da História". Participaram, além de Vasco Graça Moura, José Saramago,  Antonio di pietro e Carlos Magno como moderador.

 

 

 

 

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publicado às 17:47


#2131 - A Europa na Geografia da História

por Carlos Pereira \foleirices, em 15.01.17

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 JOSÉ SARAMAGO

 

"A minha função aqui é muito simples. Sou o porteiro, sou o homem que abre a porta, e portanto, como um daqueles educados porteiros de outras épocas, abrirei a porta, afastar-me-ei para o lado e deixarei passar, com a vénia devida, os convidados que neste encontro têm efectivamente importância, isto é, o juiz Antonio di Pietro e Vasco Graça Moura, meu velho conhecido.

 

Não pareceria mal que porteiro tão atento como me prezo de ser perguntasse às pessoas a quem abriu a porta se fizeram boa viagem, se estão bem de saúde, se gostam de estar em Feira, etc.. Se não faço tais perguntas é apenas para encurtar razões, mas quero deixar claro que me sinto muito feliz por ter sido o porteiro deste  acontecimento e que pela porta que abri tenham entrado as duas pessoas a quem estou acompanhando nesta mesa. Propõem-se Antonio di Pietro e Vasco Graça Moura desenvolver um assunto à primeira vista algo intrigante, nada mais nada menos que Europa na Geografia da História. Que Europa, como qualquer outra região do mundo, seja Geografia e seja História, é uma obviedade demonstrável num sem-fim de mapas e livros, mas que possa ser observada e analisada de uma perspectiva que toma a História como coisa "geografável" (com perdão do neologismo), eis uma proposta capaz de excitar a mais renitente falta de curiosidade. Esperemos, portanto, que Antonio di Pietro e Vasco Graça Moura, eurodeputados ambos, bons conhecedores das malhas que Europa tece, nos iluminem os caminhos para um saber cuja falta se vai sentindo cada vez mais: um real conhecimento da Europa. Para esta Europa que nos puseram nas mãos ninguém nos pediu antes que contribuíssemos com a nossa razão e a nossa inteligência de cidadãos. Salvo alguma raríssima excepção, não se realizaram debates públicos nem referendos, não se ponderaram certezas, não se esclareceram dúvidas, Europa saiu da cabeça dos seus criadores com Atena da cabeça de Zeus: armada e equipada. Ou, talvez com maior rigor, como um fato pronto-a-vestir onde se esperava que se sentissem igualmente cómodos tanto os  altos como os baixos, tanto os gordos como os magros, tanto os pernaltas como os de perna curta. Pensava-se que era tudo uma questão de capacidade de aguante nosso e que, com o tempo e a rotina, nos acabaríamos por acostumar. Ora, sucede que são eles precisamente quem se está a aguentar mal. Algumas das ideias e dos projectos que fervem nos meios dirigentes da Europa dão francamente que pensar, como dariam que pensar acções de um aprendiz de feiticeiro incapaz de disciplinar e manter no bom caminho as forças que imprudentemente acaba de pôr em movimento. Não vou discutir o alargamento da Europa, não vou discutir a constituição em projecto, em parte porque me falta a necessária competência, em parte porque não devo esquecer que neste acto sou apenas o porteiro. O  que não me impede de pensar que Europa simplesmente não existe, ou não existe ainda. Há um lugar geográfico que recebeu o nome Europa, há  uma história a que chamamos europeia, e esse lugar e essa história foram, no passado, desgraçadamente, palco de ambições nacionais destrutivas e cenário de conflitos terríveis. O século XX propôs-se unir a Europa, mas o século XXI não veio encontrar unidos os europeus. Estou disposto a acreditar que a União Europeia não é uma mera associação de interesses preocupados em manter e prolongar um determinado sistema económico, mas preocupa-me a escassa atenção que se vem dando aos factores sociais, culturais e políticos, que, a persistir, poderá levar a que um dia vejamos países com regimes pré-fascistas, se não fascistas mesmo, numa União que faz gala em reger-se por princípios e valores democráticos. Visão pessimista, sem dúvida, mas não inteiramente destituída de razão de ser. Fico-me por aqui, eu sou apenas aquele que abriu a porta e agora vai apresentar os oradores do colóqui.

 

O juiz Antonio Di Pietro é conhecido por haver metido ombros ao décimo terceiro trabalho de Hércules, esse que teve o feliz nome de mani pulite, e digo feliz porque entre todas as coisas que necessitamos deveriam ocupar lugar principal as mãos limpas, um detergente ético que as lave, uma honradez que as mantenham imaculadas. Antonio Di Pietro, que é agora um político, não esqueceu, não pode ter esquecido o que foi essa admirável odisseia nem por que acabou por sair dela vencido. O sistema, aparentemente derrotado, contra-atacou e expulsou-o do campo de batalha. A Itália de hoje não é um espelho em que um italiano honesto tenha prazer em contemplar-se. Será preciso voltar outra vez à luta pela igualdade, pela justiça, pela limpeza moral, essa santíssima trindade que guiou Antonio di Pietro quando juiz.

 

Quanto a Vasco Graça Moura, embora seja legítimo considerar que esta minha observação vem fora de propósito, não resisito a dizer que existem entre nós conflitos resultantes de diferenças e oposições, e mesmo uma certa impaciência mútua, que é quando cada um pergunta como e porquê o outro continua a pensar o que pensa. Fechado este parêntesis, creio que a Vasco Graça e Moura assenta bem o qualificativo de homem dos sete ofícios, expressão que certamente não se usava em Itália na época do Renascimento, mas que, pensando bem, se podia aplicar a artistas que eram, muitas vezes, ao memo tempo, arquitectos, escultores, pintores e poetas. Digamos então que a Vasco Graça Moura, pela diversidade e qualidade de ofícios que pratica, o  anima o espírito renascentista. É poeta, ensaísta, romancista, tradutor, e se até este momento só estou contando quatro ofícios, não duvido que ele poderá, se quiser, acrescentar os três ofícios que faltam e talvez  alguns mais.

 

Foi para mim uma grande satisfação ter-me sido proporcionada a ocasião de apresentar os nossos convidados, mas não é menor a satisfação de me encontrar em Feira, no coração do que no passado se chamou Terra de Santa Maria, nesta cidade de dez mil habitantes onde há uma orquestra sinfónica juvenil com 120 músicos que actuam com regularidade, onde há uma biblioteca que tem treze mil inscritos, o que faria pensar que o autor do milagre da multiplicação dos pães e dos peixes não foi quem julgávamos, ou então que nesta cidade de Feira as pessoas são inscritas como leitores mesmo antes de terem nascido... A verdadeira explicação é outra, claro está, são pessoas da região que, vivendo fora da cidade, utilizam os serviços da biblioteca. Tudo isto nos dá uma impressão de refrescante vitalidade cultural que, infelizmente, não é regra no nosso país.

 

E agora termino. Durante muitos anos andaram a querer convencer-nos de que a palavra é de prata e o silêncio é de ouro, o que, se repararmos bem, era uma maneira de nos dizer que estivéssemos calados. Pois eu dir-vos-eis que a palavra é que é de ouro,e que o silêncio, muitas vezes, nem a prata chega. Portanto, quando chegar a hora de falar, e estou a dirigir-me particularmente aos jovens, façam-nos o favor de perguntar, de duvidar, de interpelar. Perguntem o que é isso da História e para que serve, se é apenas um conto que nos contam para que o vamos repetindo, ou se é algo vivo

que devemos questionar? E a Geografia? Nos últimos anos as fronteiras da Europa levaram um sopro que varreu tudo. Talvez seja preciso repor algumas coisas nos seus lugares, enfrentando o problema de que perdemos o sentido do lugar das coisas. Essa é a grande questão europeia, não saber onde estão os lugares das coisas.

 

Muito obrigado. Passo a palavra a Antonio Di Pietro e a Vasco Graça Moura.

 

Eles que falem."

 

INTERVENÇÃO DE JOSÉ SARAMAGO NO SIMPÓSIO SETE SÓIS SETE LUAS SOB O TEMA "A EUROPA NA GEOGRAFIA DA HISTÓRIA" QUE TEVE LUGAR NO ANO DE 2002 NO AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL DE SANTA MARIA DA FEIRA E COMO CONFERENCISTAS JOSÉ SARAMAGO, ANTONIO DI PIETRO E VASCO GRAÇA MOURA E COMO MODERADOR CARLOS MAGNO.

 

 

 

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publicado às 18:58


#2110 - XX Festival de cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira

por Carlos Pereira \foleirices, em 05.12.16

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VER PROGRAMAÇÃO AQUI

 

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publicado às 15:55

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 "Reencontro" é o título da exposiçao de pintura de Fernando Rocha que pode ser vista até 14 de Janeiro de 2017 na Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira.

 

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publicado às 15:35


#1914 - Exposição colectiva de desenho

por Carlos Pereira \foleirices, em 02.02.15

 Esta exposição pode ser vista na Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira a partir do dia 7 de Fevereiro e até 12 de Março.

 

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publicado às 18:12

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publicado às 20:30


#1898 - 17.º Festival de Cinema Luso-Brasileiro

por Carlos Pereira \foleirices, em 25.11.13

 

Ver programação aqui

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publicado às 17:17

 

VER PROGRAMAÇÃO AQUI

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publicado às 19:51

 

A biblioteca municipal, no âmbito da programação de artes plásticas vai apresentar, a 14 de Maio de 2011, às 17h00, a exposição de escultura de Paulo Neves.

Para conhecer melhor a sua obra e o seu percurso poderá consultar o site: www.paulonevesescultor.com.

A exposição vai estar patente até 3 de Julho de 2011 e pode ser visitada de segunda a sábado, das 12h00 às 23h00 e domingo das 15h00 às 23h00.

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publicado às 16:25

 

Shirin Ebadi, Prémio Nobel da Paz em 2003, iraniana, advogada e activista dos Direitos Humanos, e Kurt Westergaard, cartoonista dinamarquês que criou o controverso cartoon do profeta muçulmano Maomé, são duas presenças confirmadas no X Simpósio, organizado pela Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, sobre o tema “Identidade, Liberdade e Violência”, a realizar a 2 de Outubro, pelas 15h00, no auditório da Biblioteca Municipal.


O X Simpósio reúne, à semelhança das edições anteriores, personalidades com experiências de vida diversas, o que determina que este encontro constitua um momento único de reflexão e discussão sobre um tema candente.

Shirin Ebadi, primeira mulher iraniana nomeada juíza e presidente de um tribunal legislativo, foi, por imperativo dos clérigos conservadores, impedida de exercer estes cargos, o que a motivou para a militância da defesa dos Direitos Humanos, reconhecida pela atribuição do Nobel da Paz.

A primeira cidadã iraniana e a primeira mulher muçulmana a receber um Nobel é, actualmente, professora da Universidade de Teerão e está envolvida numa campanha a favor do estatuto legal das mulheres e crianças, no Irão.

Kurt Westergaard, caricaturista profissional durante mais de 20 anos, alcançou a notoriedade ao criar um desenho do profeta muçulmano Maomé, com uma bomba no turbante, o que determinou uma violenta e expressiva reacção de muçulmanos no mundo inteiro. Sujeito a uma tentativa de assassinato, na sua casa em Aarhus, em 2010, Westergaard vive sob fortes medidas de segurança.

 

Dez edições do Simpósio

Desde 2000, a Câmara Municipal de Santa Maria da Feira organiza este Simpósio, coordenado por Renzo Barsotti. No ano passado, Roberto Saviano, jornalista, condenado à morte pela máfia napolitana, autor do livro Gomorra, foi um dos conferencistas do IX Simpósio, dedicado às “Máfias e mercado global”. Depois de Salman Rushdie, que esteve em Santa Maria da Feira em 2006, Saviano foi o segundo escritor perseguido a marcar presença neste encontro.

Refira-se que já participaram no Simpósio inúmeras personalidades de relevo, como Eduardo Lourenço, Francesco Alberoni, António Di Pietro, Vasco Graça Moura, José Saramago, Oliviero Toscani, Gianni Vattimo, Giuliana Sgrena, Bernard Henri-Lévy, Paul Rusesabagina e Fernando Savater, entre outros.

A realização deste Simpósio contextualiza-se na actividade cultural da Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira, considerada um equipamento cultural de referência a nível nacional e internacional, não só por ser a primeira biblioteca pública do País a obter certificação de qualidade, em 2006, mas também pelos relevantes serviços que tem prestado à comunidade e pelos projectos culturais que tem desenvolvido, onde pontuam nomes como Fernanda Fragateiro, Spencer Tunick, Luca Allinari, Manoel Oliveira, Walter Salles, Raul Solnado, António Chainho e tantos outros.

 

Data: 2 de Outubro de 2010

Hora: 15h00

Local: Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira

Inscrições: até 30 de Setembro [gratuitas e limitadas]

Contactos: tel. 256 377 030 | fax. 256 377 031 | e-mail biblioteca@cm-feira.pt

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publicado às 20:09

Seminário debate valor da Biodiversidade

O projecto do Parque das Ribeiras do Uíma, que se encontra em fase de arranque, após a aprovação de uma candidatura a fundos comunitários, vai ser apresentado no seminário “Biodiversidade. Qual o seu Valor?”, que o Município de Santa Maria da Feira promove no dia 18 de Junho, das 09h30 às 17h00, no auditório da Biblioteca Municipal.

Seminário debate valor da Biodiversidade

Este seminário pretende ser um espaço de reflexão sobre a complexidade dos efeitos que temos sobre os ecossistemas e os desafios e pressões que temos de enfrentar para valorizar e preservar a biodiversidade. A iniciativa assinala o Ano Internacional da Biodiversidade.

O seminário divide-se em três sessões: “Valor Ecológico da Biodiversidade”, “Valor Social da Biodiversidade” e “Valor Económico da Biodiversidade”. Em cada uma delas serão apresentadas três comunicações. As intervenções estarão a cargo de técnicos do Instituto Nacional da Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB), Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR, Parque Ornitológico de Lourosa, Administração da Região Hidrográfica do Norte (ARH Norte), Município de Santa Maria da Feira, Faculdades de Engenharia e Economia da Universidade do Porto, Cantinho das Aromáticas, e Quercus/Condomínio da Terra.

A sessão de abertura, marcada para as 09h30, será presidida por Emídio Sousa, vice-presidente da Câmara Municipal de Santa Maria da Feira, e conta ainda com a intervenção de representantes do Centro Regional de Excelência do Porto (CRE – Porto) e da Comissão Nacional da UNESCO.

Enquadramento

No ano em que se comemora o Ano Internacional da Biodiversidade, uma avaliação realizada pela Agência Europeia do Ambiente (AEA) mostra que, de facto, estamos a perder biodiversidade a um ritmo sem precedentes. Apesar dos inúmeros “serviços ecossistémicos” prestados pela biodiversidade, sem os quais não seria possível a vida na Terra, raramente lhes é atribuído o devido valor, pois constituem predominantemente bens públicos, sem mercado, nem preço.

‘Fotografia da Natureza’ e ‘Observação de Aves’

No âmbito deste seminário, o município promove ainda duas actividades complementares: um curso de Iniciação à Observação e Identificação de Aves, a realizar nos dias 19 e 20 de Junho, das 09h00 às 18h30, no Parque Ornitológico de Lourosa e no Parque das Ribeiras do Uíma, em Santa Maria da Feira. Paulo Travassos, da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves orienta esta actividade, limitada a 20 participantes.

No dia 26 de Junho, das 08h30 às 18h30, realiza-se o curso de Fotografia da Natureza, também no Parque Ornitológico e no Parque das Ribeiras do Uíma, local de grande beleza paisagística e ambiental. João Luís Teixeira, do Parque Biológico de Gaia, é o formador. A actividade é limitada a 15 participantes.

O programa e as fichas de inscrição encontram-se disponíveis neste portal (Ambiente e Obras Municipais). Para mais informações, os interessados devem contactar o Gabinete de Ambienta da Câmara Municipal, através do telefone 256 370 800 ou e-mail gabinete.ambiente@cm-feira.pt.

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publicado às 23:52

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publicado às 23:37


#1314 - Os 10 anos da Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira

por Carlos Pereira \foleirices, em 11.06.10

 

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publicado às 23:31

 

De 22 de Maio a 27 de Junho na sala de exposições da Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira

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publicado às 23:46


#1072 - 13.º Festival de Cinema Luso-Brasileiro

por Carlos Pereira \foleirices, em 06.12.09

Começa, hoje, no Auditório da Biblioteca Municipal, o 13.º Festival de Cinema Luso-Brasileiro.

 

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publicado às 00:43


#1055 - 13.º Festival de Cinema Luso-Brasileiro

por Carlos Pereira \foleirices, em 02.12.09



Tem início no próximo Domingo, 6 de Dezembro, o 13.º Festival de Cinema Luso-Brasileiro organizado pelo Cineclube da Feira. Este festival terá lugar no Auditório da Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira.

Pode consultar a programação aqui.

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publicado às 23:28


Exposição de Escultura "No Jardim das Delícias" de Eduarda Coimbra e Telmo Mota na Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira, de 18 de Setembro até 1 de Novembro.



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publicado às 21:46


#952 - ROBERTO SAVIANO EM SANTA MARIA DA FEIRA - BIBLIOTECA MUNICIPAL

por Carlos Pereira \foleirices, em 15.09.09

 

ROBERTO SAVIANO EM SANTA MARIA DA FEIRA

Simpósio em Santa Maria da Feira subordinado ao tema "Máfias e Mercado Global" no dia 19 de Setembro de 2009 na Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira,  com início às 15 horas.

 

Este simpósio tem como conferencistas, além do Roberto Saviano, Mário Mendes, Secretário-Geral do Sistema de Segurança Interna,  e como moderador Carlos Magno.

 

 

Dia 19 de Setembro, na Biblioteca Municipal

 

Autor do livro “Gomorra” no Simpósio

 

Roberto Saviano vem falar de “Máfias e mercado global”

 

 

 

Roberto Saviano, jornalista infiltrado no império económico da máfia napolitana, autor do livro “Gomorra”, vai estar no auditório da Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira no próximo sábado, dia 19 de Setembro, às 15h00, para falar de “Máfias e mercado global”. A par do jornalista e escritor italiano, que vive desde há alguns anos sob protecção policial permanente, vai estar Mário Mendes, secretário-geral do Sistema de Segurança Interna, que desempenha um papel institucional de primeiro plano na luta contra o crime organizado. O encontro é moderado pelo jornalista e comentador Carlos Magno.

 

Desde a primeira edição, realizada no ano 2000, que o Simpósio de Santa Maria da Feira debate temas ligados à actualidade internacional. Nesta oitava edição, será abordada a problemática da proliferação de fenómenos criminais de tipo mafioso e o papel dos processos de globalização no favorecimento e expansão de tais fenómenos. Do tráfico de drogas às “novas máfias” e ao “crime transnacional”, passando pela crise da legalidade internacional, com a comparação entre guerras e terrorismos, no mundo contemporâneo cruzam-se problemas que, frequentemente, são encarados como estereótipos enganosos ou com paradigmas parciais e inadequados.

 

 

 

Para que possa participar neste simpósio, deverá proceder à sua inscrição de acordo com as indicações dadas na ficha que se anexa.

 

 

Por questões de segurança, e dado que haverá controlo de acesso, os participantes do Simpósio terão de apresentar o Bilhete de Identidade/Cartão de Cidadão e deverão comparecer na Biblioteca até às 14h00, para que se proceda à respectiva identificação.

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publicado às 22:55

A exposição pode ser vista até 30 de Agosto.

 

André Silva

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publicado às 12:55


Vasco Graça Moura na Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira

por Carlos Pereira \foleirices, em 25.05.09

Vasco Graça Moura no auditório da biblioteca municipal

 

 

 

 

Vasco Graça Moura, figura relevante da cultura portuguesa, estará na Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira, no próximo dia 27 de Maio, às 21h30.

 

A conferência: "

Poesia de… e por Vasco Graça Moura”, de iniciativa do Clube de Leitura da Universidade Sénior e da Biblioteca Municipal, dá-nos a oportunidade de conhecer uma faceta de Vasco Graça Moura, um dos nomes centrais da poesia portuguesa do séc. XX.

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publicado às 17:05


"Linha de Passe" e "Isto é Inglaterra"

por Carlos Pereira \foleirices, em 16.04.09

Estreiam, hoje, os filmes "Linha de Passe" de Walter Salles e Daniela Thomas e "Isto é Inglaterra" de Shane Meadows. Estes filmes foram exibidos na biblioteca municipa de Santa Maria da Feira: "Linha de Passe" foi o filme de abertura do 12º Festival de Cinema Luso-Brasileiro e "Isto é Inglaterra" no 14º aniversário do Cineclube da Feira.

 

"Linha de Passe"

 

Sinopse:

São Paulo. 19 milhões de habitantes, 200 quilómetros diários de engarrafamento. No coração de uma das maiores metrópoles do mundo, quatro irmãos tentam reinventar suas vidas. Reginaldo, o mais novo, procura obstinadamente o seu pai, que nunca conheceu. Dario, prestes a completar 18 anos, sonha com uma carreira como jogador de futebol profissional. Dinho, funcionário de um posto de gasolina, procura na religião o refúgio para um passado obscuro. Dênis, o irmão mais velho, já é pai de um filho e ganha a vida como estafeta. No centro desta família está Cleusa, 42 anos, grávida do quinto filho. Ela trabalha duro como empregada doméstica enquanto luta para manter os filhos na linha. Para sobreviver à brutalidade de uma cidade onde as oportunidades se afunilam, eles só podem contar um com o outro. [cinema.ptgate.pt]
 

"Isto é Inglaterra"

 

Sinopse:

"This Is England" é a história de umas férias escolares de Verão, essas longas semanas entre dois anos lectivos onde muitas coisas que podem mudar a vida de uma pessoa podem acontecer. Estamos em 1983 e as aulas acabaram. Shaun (Thomas Turgoose) é um rapaz de 12 anos, bastante reservado, que está a crescer numa triste cidade costeira e cujo pai morreu em combate, na Guerra das Falklands. Durante estas férias de Verão, Shaun vai encontrar novos modelos masculinos a seguir quando os rapazes da cena skinhead local o aceitam no seu seio. Com estes novos amigos, Shaun descobre o mundo das festas, do primeiro amor e das botas do Dr Martin! É aí que conhece Combo (Stephen Graham), um skinhead mais velho e racista, que saíu há pouco tempo da prisão. Na medida em que o bando de Combo molesta as minorias étnicas da pequena cidade, o caminho está aberto para um ritual de passagem que levará Shaun da inocência à experimentação.[cinema.ptgate.pt]

 

Post retirado do blog "bibliotecadafeira"

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publicado às 16:40


"Milk" no auditório da biblioteca municipal de santa maria da feira

por Carlos Pereira \foleirices, em 03.04.09


No âmbito da programação do Cineclube da Feira, dia 5 de Abril, pelas 21h45, o filme "Milk" de  Gus Van Sant, será exibido no auditório da biblioteca municipal de Santa Maria da Feira.

 

Sinopse:

Cansado de se esconder de si próprio, Harvey (Sean Penn) abandona o seu bem remunerado emprego em Wall Street e decide sair do armário, mudando-se para o distrito "Castro" em São Francisco com o seu amante de longa data, Scott Smith. Na comunidade colorida de Castro, pequenas vitórias conduzem a outras maiores e Harvey ao falar abertamente por aquela maioria silenciosa, acaba por ser o primeiro politico homossexual a ganhar as eleições. [cinema.ptgate.pt]

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publicado às 23:01


"O silêncio de Lorna" no auditório da biblioteca

por Carlos Pereira \foleirices, em 16.01.09

No âmbito da programação do Cineclube da Feira, dia 18 de Janeiro, pelas 21h30, o filme " O silêncio de Lorna" de Jean-Pierre Dardenne e Luc Dardenne , será exibido no auditório da biblioteca municipal de Santa Maria da Feira.

 

 

Sinopse:

Para se tornar proprietária de um bar com o namorado Sokol, Lorna, uma jovem albanesa a viver na Bélgica, deixa-se envolver nos planos de Fabio, que lhe propõe um casamento falso com Claudy para conseguir nacionalidade belga. Mas Fabio quer mais do que isso: quer que Lorna volte a casar com um mafioso russo disposto a pagar uma grande quantia de dinheiro para obter nacionalidade belga. E, para que este segundo casamento se concretize, planeia matar Claudy. Conseguirá Lorna permanecer em silêncio?

 

Post retirado do blog "Biblioteca da Feira"

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publicado às 21:18


VII Simpósio: Santa Maria da Feira

por Carlos Pereira \foleirices, em 20.12.08

 

 
HOJE , dia 20 de Dezembro, com início às 15 horas
 

O VII Simpósio, organizado pela Câmara Municipal de Santa Maria da Feira e coordenado por Renzo Barsotti, será realizado, como habitualmente, na Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira, no dia 20 de Dezembro, pelas 15h00. No âmbito do Ano Europeu do Diálogo Intercultural, o tema será o diálogo entre culturas.

Este simpósio, moderado por Carlos Magno, terá como conferencistas:

- Fernando Savater, filósofo

- Henrique Cymerman, jornalista

- Rui Pereira, Ministro da Administração Interna.

Aceitam-se inscrições até ao dia 17 de Dezembro de 2008, limitada à lotação do auditório da biblioteca municipal.

Para mais informações contacte, por favor, a biblioteca municipal através do telefone 256377030 ou e-mail: bibliotecasmf@yahoo.com.

 

Simpósios anteriores

quem já cá esteve:


2000

o destino cultural da europa
conferencista:

 

eduardo lourenço

 
2001

promessas de identidade
conferencistas:

 

gianni vattimo 

francesco alberoni
raimon panikkar

 

moderadores:

fátima pombo

carlos magno
 
2002

a europa na geografia da história
conferencistas:

 

josé saramago

antonio di pietro
vasco graça moura

 

moderador:

carlos magno 
 

2004

realidade e utopia
conferencistas:

 

remo bodei

omar calabrese
pacheco pereira
oliviero toscani
jean ziegler

 

moderador:
Carlos magno 
 
2005

a europa e o terrorismo global
conferencistas:

 

Zuhair Al Jezairy
Issam Sadek Beseisso
Ely Karmon
Rui Pereira
Giuliana Sgrena
Piero Luigi Vigna

 

moderador:
Carlos Magno 
 
2006

qual é o deus do mediterrâneo
conferencistas:

 

Salman Rushdie

Anselmo Borges
Cláudio Torres

 

moderador:
Carlos Magno  

2007

identidades: diverCIDADE global
conferencistas:

 

Bernard Henri-Levy

Tahar bem Jelloun
Paul Rusesabagina
Carlos Amaral Dias

 

moderador:
Carlos Magno

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publicado às 00:35


VII Simpósio: Santa Maria da Feira

por Carlos Pereira \foleirices, em 19.12.08

 VII Simpósio: Santa Maria da Feira
 
Amanhã, dia 20 de Dezembro
 

O VII Simpósio, organizado pela Câmara Municipal de Santa Maria da Feira e coordenado por Renzo Barsotti, será realizado, como habitualmente, na Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira, no dia 20 de Dezembro, pelas 15h00. No âmbito do Ano Europeu do Diálogo Intercultural, o tema será o diálogo entre culturas.

Este simpósio, moderado por Carlos Magno, terá como conferencistas:

- Fernando Savater, filósofo

- Henrique Cymerman, jornalista

- Rui Pereira, Ministro da Administração Interna.

Aceitam-se inscrições até ao dia 17 de Dezembro de 2008, limitada à lotação do auditório da biblioteca municipal.

Para mais informações contacte, por favor, a biblioteca municipal através do telefone 256377030 ou e-mail: bibliotecasmf@yahoo.com.

 

Simpósios anteriores

quem já cá esteve:


2000

o destino cultural da europa
conferencista:

 

eduardo lourenço

 
2001

promessas de identidade
conferencistas:

 

gianni vattimo 

francesco alberoni
raimon panikkar

 

moderadores:

fátima pombo

carlos magno
 
2002

a europa na geografia da história
conferencistas:

 

josé saramago

antonio di pietro
vasco graça moura

 

moderador:

carlos magno 
 

2004

realidade e utopia
conferencistas:

 

remo bodei

omar calabrese
pacheco pereira
oliviero toscani
jean ziegler

 

moderador:
Carlos magno 
 
2005

a europa e o terrorismo global
conferencistas:

 

Zuhair Al Jezairy
Issam Sadek Beseisso
Ely Karmon
Rui Pereira
Giuliana Sgrena
Piero Luigi Vigna

 

moderador:
Carlos Magno 
 
2006

qual é o deus do mediterrâneo
conferencistas:

 

Salman Rushdie

Anselmo Borges
Cláudio Torres

 

moderador:
Carlos Magno  

2007

identidades: diverCIDADE global
conferencistas:

 

Bernard Henri-Levy

Tahar bem Jelloun
Paul Rusesabagina
Carlos Amaral Dias

 

moderador:
Carlos Magno

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publicado às 11:27


Prémio Pessoa 2008

por Carlos Pereira \foleirices, em 12.12.08
Prémio Pessoa 2008 para arquitecto Carrilho da Graça

 

O Prémio Pessoa 2008 foi atribuído ao arquitecto João Luís Carrilho da Graça «por ter desenvolvido uma actividade profissional com grande rigor e coerência», segundo anunciou o júri.

O prémio, atribuído anualmente a uma figura portuguesa que se tenha destacado na vida artística, literária ou científica do país, foi instituído em 1987 pelo jornal Expresso e pela empresa Unisys, e é constituído por um diploma e 60 mil euros.

Carrilho da Graça foi autor, entre outras obras, do edifício da Escola Superior de Comunicação Social de Lisboa e do Pavilhão do Conhecimento dos Mares da Expo 98, actual Centro Ciência Viva, no Parque das Nações.

«Carrilho da Graça tem desenvolvido, ao longo de 30 anos, uma actividade profissional com grande rigor e coerência, criando uma linguagem própria que adequa a cada situação específica», diz o comunicado do Prémio.

Carrilho de Graça nasceu em 1952 e licenciou-se em 1977 pela Escola Superior de Belas-Artes de Lisboa. É professor em várias universidades portuguesas, entre elas a Universidade Autónoma, Universidade Técnica de Lisboa e Universidade de Évora e colabora com instituições internacionais. [diariodigital.pt]

 

Post retirado do blog "bibliotecadafeira"

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publicado às 16:35


VII Simpósio: Santa Maria da Feira

por Carlos Pereira \foleirices, em 05.12.08

VII Simpósio: Santa Maria da Feira

O VII Simpósio, organizado pela Câmara Municipal de Santa Maria da Feira e coordenado por Renzo Barsotti, será realizado, como habitualmente, na Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira, no dia 20 de Dezembro, pelas 15h00. No âmbito do Ano Europeu do Diálogo Intercultural, o tema será o diálogo entre culturas.


Este simpósio, moderado por Carlos Magno, terá como conferencistas:


- Fernando Savater, filósofo

- Henrique Cymerman, jornalista

- Rui Pereira, Ministro da Administração Interna.


Aceitam-se inscrições até ao dia 17 de Dezembro de 2008, limitada à lotação do auditório da biblioteca municipal.


Para mais informações contacte, por favor, a biblioteca municipal através do telefone 256377030 ou e-mail: bibliotecasmf@yahoo.com.

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publicado às 00:13

 

22h00 - "A Festa da Menina Morta" de Matheus Nachtergaele

 

 

Sinopse:

Há 20 anos uma pequena população ribeirinha do alto Amazonas comemora a Festa da Menina Morta. O evento celebra o milagre realizado por Santinho, que após o suicídio da mãe recebeu em suas mãos, da boca de um cachorro, os trapos do vestido de uma menina desaparecida. A menina jamais foi encontrada, mas o tecido rasgado e manchado de sangue passa a ser adorado e considerado sagrado. A festa cresceu indiferente à dor do irmão da menina morta, Tadeu. A cada ano as pessoas visitam o local para rezar, pedir e aguardar as "revelações" da menina, que através de Santinho se manifestam no ápice da cerimônia.

 

24h00 - Realizador em foco: Bruno Almeida "On the run"
 
 
Sinopse:
Apesar de tudo o que os separa, Albert e Louie também têm muito em comum: almas solitárias, perdidas na imensidão de uma grande metrópole. Ao longo de uma noite, vão descobrir que precisam um do outro para ultrapassar os seus medos: Albert tem medo da morte e por isso quase não vive; Louie vive de forma excessiva porque tem medo de uma existência "normal" e, no fundo, procura a morte.
 
Post retirado do blog "bibliotecadafeira"

 

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publicado às 17:28


Presenças – O elogio da revelação

por Carlos Pereira \foleirices, em 23.10.08
 

 

Inaugura na Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira, no próximo sábado, 25 de Outubro, pelas 17h30, a exposição de pintura “Presenças - O elogio da revelação”, de Rui Alexandre.
Segundo o artista esta exposição “…mostra assim meu percurso, marcado por momentos de sombra mas também de luz, representados sobretudo através da cor. Tal como eu gradualmente evoluo, também a minha obra se transforma.”
A exposição vai estar patente até 23 de Novembro de 2008 e pode ser visitada de segunda a sábado, das 12h00 às 23h00 e domingo das 15h00 às 23h00.
 
Retirado do blog "bibliotecadafeira"

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publicado às 17:36


Conversar sobre arquitectura

por Carlos Pereira \foleirices, em 13.05.08

"Pensar espaço público, Desenhar contexto urbano, Construir cidade".

Álvaro Siza Vieira, Eduardo Souto Moura e Yehuda Safran, os arquitectos;

Bernardo Rodrigues e Tiago Figueiredo, os coordenadores;

Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira;

17 de Maio de 2008;

17 horas.

 

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publicado às 19:37

"Desenhar espaço público, pensar contexto urbano, construir cidade". Estes são os temas que servirão de pretexto para uma conversa na Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira no dia 17 de Maio, às 17 horas. Esta conversa/conferência pretende reflectir sobre arquitectura enquanto primeira forma de arte pública.

 

Yehuda Safran é crítico,  e professor na Universidade de Columbia, Nova Iorque.

 

Esta conversa/conferência será moderada pelo arquitecto Bernardo Rodrigues.

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publicado às 20:15


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