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publicado às 15:55

 

Acababa de ganar el premio Reina Sofía de Poesía Iberoamericana, el más prestigioso de su género y dotado con 42.100 euros. La verdad es que “despertar” es mucho decir, porque la poeta uruguaya, de 91 años, acababa “casi” de irse a la cama. Lo contó horas después por teléfono a este periódico: “Trabajo de noche y, además, me cuesta horas dormirme. Estaba en el limbo”. Al principio pensó que era un despistado confundido con el premio Alfonso Reyes que le concedieron hacer unas semanas en México. También pensó que era un amigo bromista. “Sé que mi nombre rueda hace años entre los candidatos. Ya se había convertido en una travesura española”, dijo respecto al galardón, que convocan Patrimonio Nacional y la Universidad de Salamanca.

Nacida en Montevideo en noviembre de 1923, Ida Vitale vive en Estados Unidos desde 1989. Allí se instaló como profesora de literatura tras pasar 12 años en México, un lugar que considera su país de adopción desde que recalara allí en 1974 huyendo de la dictadura en Uruguay. “No necesito más que una biblioteca y un aeropuerto para sentirme en casa”, afirma. El otoño pasado estuvo en Madrid para formar parte del jurado del premio Loewe. El próximo otoño volverá para recoger el Reina Sofía. “Si la vida lo permite”, matiza entre risas. “A mí no me pesa, pero a muchos les debe parecer la mía una edad límite”, dice sobre la reciente acumulación de galardones.

 

In "EL PAIS"

 

 

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publicado às 22:39


# 1943 - Húngaro László Krasznahorkai vence o Man Booker Prize

por Carlos Pereira \foleirices, em 19.05.15

 

The winner of the 2015 Man Booker International Prize is...

Innovative Hungarian writer László Krasznahorkai is tonight announced as the winner of the sixth Man Booker International Prize at an award ceremony at the Victoria and Albert Museum in London. Krasznahorkai was chosen from a list of ten eminent contenders from around the world.

 

László Krasznahorkai

László Krasznahorkai was born in 1954. He gained considerable recognition in 1985 when he published Satantango which he later adapted for the cinema in collaboration with the filmmaker Bela Tarr.  In 1993, he received the German Bestenliste Prize for the best literary work of the year for The Melancholy of Resistance and has since been honoured with numerous literary prizes, amongst them the highest award of the Hungarian state, the Kossuth Prize.

Krasznahorkai and his translator George Szirtes were longlisted for the 2013 Independent Foreign Fiction Prize for Satantango and Krasznahorkai has won the Best Translated Book Award in the US two years in a row, in 2013 for Satantango and in 2014 for Seiobo Down Below, both published by New Directions.

 

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publicado às 21:59


# 1942 - Livros e Leituras

por Carlos Pereira \foleirices, em 19.05.15

a morte do pai.jpg

 Karl Ove Knausgard nasceu em Oslo, na Noruega, a 6 de Dezembro de 1968 e cresceu em Tromoya e em Kristiansand. Estudou Artes e Literatura na Universidade de Bergen.

 

Publicou o seu primeiro romance aos 30 anos, Ut av verden, que recebeu o Prémio da Crítica Literária Norueguesa, nunca antes atribuído a uma primeira obra.

 

No seu segundo romance, En tid for alt (2004), rescreveu fragmentos da Bíblia. O livro foi considerado pelo The New York Review of Books "estranho, irregular e maravilhoso".

Editado em Portugal pela RELÓGIO D'ÁGUA

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publicado às 21:35


# 1941 - Jacco Gardner - The One Eyed King

por Carlos Pereira \foleirices, em 19.05.15

 

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publicado às 17:43


# 1940 - Livros e Leituras

por Carlos Pereira \foleirices, em 19.05.15

poemas canhotos - herberto helder.jpg

 

ESTES POEMAS QUE CHEGAM

 

estes poemas que chegam

do meio da escuridão

de que ficamos incertos

se têem autor ou não

poemas às vezes perto

da nossa própria razão

que nos podem fazer ver

o dentro da nossa morte

as forças fora de nós

e a matéria da voz

fabricada no mais fundo

de outro silêncio do mundo

que serão eles senão

uma imensidão de voz

que vem na terra calada

do lado da solidão

estes poemas que avançam

no meio da escuridão

até não serem mais nada

que lápis papel e mão

e esta tremenda atenção

este nada

uma cegueira que apaga

a luz por trás de outra mão

tudo o que acende e me apaga

alumiação de mais nada

que a mão parada

alumiação então

de que esta mão me conduz

por descaminhos de luz

ao centro da escuridão

que é fácil a rima em ão

difícil é ver se a luz

rima ou não rima com a mão

 

Poema de Herberto Helder in "Poemas Canhotos", edição Porto Editora, Maio de 2015

 

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publicado às 17:05


# 1939 - O Governo explicado

por Carlos Pereira \foleirices, em 19.05.15

 

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publicado às 17:01


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